Nesta sexta-feira, 10/04, a Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind) realizou assembleia geral para debater, conforme convocação, além dos informes gerais e do processo dos 28,86%, análise de conjuntura e a representação do sindicato nas comissões Constituinte e de Prevenção e Acompanhamento ao Assédio da UFMT.
Pela diretoria, o professor Breno Santos informou que, apesar da chuva, o “tchá com bolo” foi realizado na manhã desta sexta-feira, 09/04 (saiba mais aqui). O diretor geral também falou da agenda de reuniões do Andes, que incluiu o Setor das Federais e Grupos de Trabalhos, cujos informes qualificados devem ser repassados pelos representantes do sindicato nas próximas assembleias. Além disso, Santos afirmou que o Conselho do Andes (Conad) deste ano já foi convocado para julho - ele atualiza o plano de lutas da categoria. Os informes também registraram que há previsão de realização de dois eventos no mês de maio: um seminário do Grupo de Trabalho Política e Formação Sindical (GTPFS), que terá como tema “o fim do trabalho?”, e o Encontro da Regional Pantanal do Andes, cuja programação ainda está sendo construída.
Informes qualificados sobre o processo dos 28,86%
O advogado responsável pelo processo dos 28,86%, Alexandre Pereira, começou sua intervenção afirmando que a categoria não perdeu os 28,86%, e fez uma explicação dividida em quatro pontos que, resumidos, são: a decisão da desembargadora Candice Jobim foi no sentido de que o percentual não deveria ter sido cortado e retirou da reitora a obrigação de pagar multa, mas não encaminhou para pauta da Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), - como a assessoria jurídica esperava e como determinou o ministro Francisco Falcão. Ela encaminhou essa tarefa para outro desembargador; depois do despacho de Jobim, uma outra juíza convocada para substituir férias decidiu sobre um processo de 2018, já concluído e, por isso, segundo Pereira, esta decisão pode ser desconsiderada; os próximos passos do escritório já estão definidos para garantir a análise da Turma do STJ (formada por três desembargadores); há decisão do ministro Francisco Falcão determinando que a Turma do STJ corrija a última decisão, demonstrando que houve a perda de objeto reivindicado pela UFMT, e dificilmente a turma desrespeita decisão de ministro.
O advogado alertou, ainda, que é preciso ter cuidado com golpes. Em hipótese alguma haverá desespero para pagamento. Os precatórios serão expedidos bem antes, então todos serão informados antecipadamente, com tranquilidade.
“Não há nada que precise ser resolvido em 30 minutos, em um dia”, reforçou o diretor geral do sindicato, Breno Santos, acrescentando que o sindicato está acompanhando cotidianamente e rigorosamente o processo, e que o único espaço legítimo de informação e deliberação sobre o assunto é assembleia geral da Adufmat-Ssind.
Análise de conjuntura
O professor Breno Santos iniciou o debate, pontuando que as relações sociais são tuteladas por um conjunto de forças, dentre elas a militar. “Os próprios 28,86% nascem da contradição dos direitos dos servidores e dos militares”, lembrou, pois a reivindicação surgiu justamente da aplicação do percentual aos servidores militares em detrimento dos civis.
No mês em que o golpe empresarial-militar completa 62 anos, a ascensão da extrema direita também foi diretamente ligada à presença do militarismo nos poderes, desde muito antes daquela época. A reabertura política sem a ruptura real com o segmento ainda traz seus ruídos.
Um dos exemplos citados é que as escolas cívico-militares aparecem, ainda hoje, como uma opção “disciplinar” para pais que se preocupam com a educação e segurança dos filhos, mas estão assoberbados de tanto trabalho - que é a realidade dos trabalhadores neste período histórico.
A professora Alair Silveira destacou que é preciso pensar no que ocorre após as assembleias do sindicato para debater os 28,86%: começam cheias, as pessoas reclamam que o sindicato não está sendo suficientemente combativo, e quando começa a pauta política todos vão embora. “Se não fosse por iniciativa do sindicato, nós não estaríamos sequer brigando para conquistar o direito aos 28,86%”, afirmou.
Foram diversas intervenções que levaram à conclusão de que o tempo atual tem mantido os trabalhadores mergulhados em relações que não privilegiam a coletividade, e que é preciso lutar contra isso.
Representação da Adufmat-Ssind na Comissão Estatuinte da UFMT
No ano passado, a UFMT abriu um processo para a discussão do estatuto da instituição. A ideia é a realização de um Congresso Estatuinte, que deve ser precedido de etapas setoriais, temáticas e debates nas unidades. Ao final, deverá ser convocada uma assembleia universitária. Para isso, será formalizada uma comissão que vai coordenar e organizar o Congresso Estatuinte.
Foi essa proposta que chegou até a Adufmat-Ssind. e foi encaminhada pela Diretoria à assembleia desta sexta-feira. A pergunta que mobilizou o debate foi: será possível manter a autonomia sindical participando da comissão? A preocupação foi no sentido de que o sindicato não pode ser engolido pela institucionalidade, mas deve trabalhar para a garantia do exercício democrático do espaço.
Os argumentos circularam em torno de que o debate é muito relevante para que o sindicato não se faça presente, e que a participação não deverá impedir que a categoria faça um debate paralelo ao da instituição, construindo suas posições para serem defendidas durante o processo.
Ao final, ficou esclarecido que o caráter da comissão será de grupo de trabalho e não de agente político. A comissão será responsável pela elaboração de regramentos, do formato do processo.
Assim, foi aprovada a participação nos seguintes termos: a Adufmat-Ssind participará de uma comissão que viabilizará a organização do processo estatuinte e não de discussão política. Caso haja, em algum momento, pressão para posicionamento, o sindicato terá a liberdade de se retirar.
Ficou estabelecido ainda que, após a definição do perfil da Comissão pelo Conselho Universitário (Consuni), previsto para ocorrer nos próximos dias, o sindicato reavaliará sua participação podendo, inclusive, decidir pelo contrário do que foi aprovado nesta sexta-feira.
Representação da Adufmat-Ssind na Comissão Permanente de Prevenção e Acompanhamento ao Assédio da UFMT
Este ponto de pauta foi debatido, em partes, junto ao ponto de pauta anterior, destacando a necessidade de preservar a autonomia política do sindicato, pois se trata de mais uma comissão institucional.
Nesse sentido, a professora Maria Salete, diretora de Comunicação da Adufmat-Ssind, informou que já está participando de um grupo de enfrentamento ao assédio, do qual a UFMT faz parte, mas que não é um espaço apenas da instituição, e sim de vários movimentos sociais organizados de Cuiabá e região.
Entendendo que a categoria tem acúmulo político sobre o tema, especialmente por meio do Grupo de Trabalho Política de Classe para Questões Etnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS), os presentes encaminharam que o GT deve debater a questão e trazer para uma próxima assembleia um posicionamento que orientará a avaliação e o encaminhamento da entidade.
Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind
Docentes da UFMT sindicalizados a Associação dos Docentes (Adufmat-Ssind) desfrutaram de um café da manhã - tchá com bolo - nesta sexta-feira, 10/04, marcando a reocupação da sede após um longo período de reforma, com debate sobre um tema que está diretamente ligado a sua fundação: ditadura militar. A Adufmat-Ssind nasceu em 1978, em meio a um dos períodos mais nefastos da história nacional, quando aqueles que discordavam e se manifestavam contra o autoritarismo eram perseguidos, torturados e assassinados.
O professor Waldir Betúlio, diretor geral de Aposentadoria e Assuntos de Seguridade Social e um dos fundadores da entidade que completará 48 anos em dezembro de 2026 foi o convidado para contar essa história. Ele saudou os companheiros da época, Iraci Galvão Sales, Sérgio Dalati, Sergio Bressan, Regina Beatriz, além dos presentes, Carlos Sanches e Vanderlei Pignati, também viveram esse momento.
Betúlio contou como foi demitido, em fevereiro de 1980, depois que o sindicato agiu em defesa do estudante José Carlos, que havia sido torturado.
Diretor geral da Adufmat-Ssind, o professor Breno Santos afirmou sentir felicidade e emoção por ter, entre seus companheiros, lutadores do período da ditadura militar, que ironicamente teve início em 01 de abril. “Embora tentem puxar o início do golpe para 31 de março, a data real é primeiro de abril, um dia de muitas mentiras”, afirmou.
O diretor também falou das ações do sindicato que seguem até hoje, na luta por verdade, justiça e reparação. Entre elas estão a participação na Comissão da Verdade da própria UFMT e o acompanhamento do processo do professor Felinto da Costa Ribeiro Neto, também perseguido e demitido na época.
Os professores Carlos Sanches e Vanderlei Pignati também contribuíram com o debate, destacando o papel da universidade nesse contexto, e o próprio desenvolvimento da instituição, já a partir dos interesses da própria ditadura - agente do capital. Assim, ficou claro que, para universidade, tão importante quanto produzir ciência e tecnologia em nome dos avanços sociais, é explicar e desvendar as relações que estão explícitas e implícitas neste caminho.
Ao final, os presentes concordaram que o espaço foi introdutório para um debate tão grande e relevante, e decidiram que o sindicato deve organizar, já para os próximos dias, um debate mais amplo sobre o mesmo tema.
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Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind
Circular nº 134/2026
Brasília, 8 de abril de 2026.
Às Seções Sindicais, Secretarias Regionais e às(aos) Diretoras(es) do ANDES-SN
Assunto: Convoca o 69º CONAD do ANDES-SN.
Companheiras(os),
De acordo com o art. 30, inciso XII, do Estatuto do ANDES-Sindicato Nacional, fica convocado o 69º CONAD para o período de 3 a 5 de julho de 2026, na cidade de São Luís (MA), sediado pela Associação de Professores da Universidade Federal do Maranhão – Seção Sindical (APRUMA – SSIND.), com o tema central: "GUARNICÊ A LUTA PELA EDUCAÇÃO PÚBLICA NA TERRA DA BALAIADA: contra o imperialismo e a extrema direita".
Encaminhamos, em anexo, a proposta de pauta e de cronograma do evento e chamamos a atenção para as seguintes orientações:
1. APRESENTAÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES AO CADERNO DE TEXTOS
1.1. DOS PRAZOS
1.1.1. Os textos das seções sindicais e das(os) sindicalizadas(os) deverão ser enviados para o ANDES-SN até às 23h59 do dia 31 de maio de 2026, por e-mail (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.).
1.1.2. Para contribuições, recomendamos que sejam apresentados textos de atualização dos Planos de Lutas dos Setores e do Plano Geral de Lutas, considerando a realização do CONAD Extraordinário em novembro de 2026. Orientamos que contribuições para o Tema III sejam enviadas somente para este evento que debaterá e deliberará sobre as Questões Organizativas e Financeiras do ANDES-Sindicato Nacional. Ressalta-se que, nos termos do Art. 23, inciso V, a Diretoria do ANDES-SN apresentará os relatórios financeiros etc. para aprovação no CONAD Ordinário.
1.1.3. Encerrados os prazos previstos para a composição do Caderno de Textos, qualquer novo texto só será submetido à discussão no evento obedecidas as deliberações do 42º CONGRESSO e do 64º CONAD, respectivamente, registradas a seguir:
Excepcionalmente, na plenária de instalação, poderão ser apresentados textos, desde que relacionados a fatos novos que alterem a dinâmica da conjuntura, nos âmbitos nacional e local, e que impactem a luta do sindicato, a critério da plenária de delegado(a)s.
Os textos a serem submetidos à plenária de instalação deverão ser apresentados até uma hora antes do início da plenária, para a comissão da secretaria geral do evento, para verificação se de fato são textos que apresentam elementos novos da conjuntura, cabendo à(o)s proponentes do texto recurso à plenária de instalação, em caso de negativa.”
1.2. DAS ORIENTAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES
1.2.1. Os textos das seções sindicais e das(os) sindicalizadas(os) para integrarem o Caderno de Textos deverão:
1.2.1.1. Ater-se ao temário do 69º CONAD, que tratará do seguinte: Tema I – Atualização do Debate sobre Conjuntura e Movimento Docente; Tema II – Atualização dos Planos de Lutas dos Setores e Plano Geral de Lutas; Tema III – Questões Organizativas e Financeiras;
1.2.1.2. Seguir as orientações gerais e, ainda, as recomendações quanto à construção visando a tornar os debates mais profícuos, bem como a agilizar as decisões e deliberações oriundas destes;
1.2.1.3. Pautar-se pelos critérios de objetividade, clareza, concisão, consistência e atualidade;
1.2.1.4. No caso do assunto já ter sido discutido em eventos anteriores, deverá ser apresentada nova versão com argumentação que justifique a reapresentação do tema;
1.2.1.5. Conter no máximo, para o tema Movimento Docente e Conjuntura, 10 páginas e para os de apoio aos demais temas, 3 páginas, observando-se:
- Margem superior – 3cm;
- Margem inferior – 2 cm;
- Margem esquerda – 2 cm;
- Margem direita – 2 cm;
- Fonte – Times New Roman tamanho 11;
- Espaçamento entre linhas – simples;
- Espaçamento entre parágrafos – antes: 5pt; depois: 5pt;
- Título maiúsculo /negrito – letra 14; alinhamento justificado;
- Parágrafos justificados;
- Nota de rodapé – Fonte Times New Roman tamanho 8.
1.2.1.6. Indicar o Texto de Resolução (TR)
1.2.1.7. Indicar o Tema (I, II ou III)
1.2.1.8. De acordo com 42º CONGRESSO, os Textos de Apoio e de Resolução devem ser oriundos de assembleia de base, da Diretoria Nacional e das diretorias das seções sindicais ou assinados por pelo menos cinco (5) sindicalizadas(os), sendo que não serão aceitos textos de apoio sem texto-resolução, exceto sobre Conjuntura e Movimento Docente (Tema I).
1.2.1.9. As seções sindicais que forem enviar textos-documento com alterações regimentais de suas entidades devem fazê-lo com máxima urgência, para que possam ser avaliados pela Assessoria Jurídica Nacional do ANDES-SN, de forma que até o dia 31/05/2026 toda a documentação já tenha sido avaliada pela AJN do ANDES-SN.
- 2. PARTICIPAÇÃO
2.1. DOS CRITÉRIOS DE ELEIÇÃO
2.1.1. As(Os) delegadas(os) do CONAD só podem ser indicadas(os)/eleitas(os) por meio de decisão de assembleia da seção sindical ou AD - seção sindical, seguindo os dispostos nos artigos 13, 25 e 48 do Estatuto do ANDES-SN:
Art. 13. Parágrafo único:
É vedado o voto por procuração, o voto não presencial ou o voto plebiscitário nas instâncias de deliberação do ANDES-SINDICATO NACIONAL e de suas SEÇÕES SINDICAIS ou AD SINDICAIS.
Art. 25. O CONAD é composto:
I - por um(a) (1) delegado(a) de cada S.SIND ou AD-S.SIND escolhido(a) na forma deliberada por sua Assembleia Geral;
II - por um(a) (1) delegado(a) representativo(a) do(a)s sindicalizado(a)s, via cada uma das Secretarias Regionais, escolhido(a) na forma deliberada por sua Assembleia Geral;
III - por observadores(as) de base das S.SINDs ou AD-S.SINDs e Secretarias Regionais, com direito a voz;
IV – pelos demais membros em exercício na Diretoria (Art. 32, I, II, III e IV), excetuado(a)s aquele(a)s cujo âmbito de competência e atuação limita-se à área de sua Regional (Art. 32, V) dele participam com direito a voz.
V - pelo(a) Presidente do ANDES-SINDICATO NACIONAL, que o preside, com direito a voz e voto em suas sessões.
§ 1º. Os demais membros em exercício da Diretoria, cujo âmbito de competência e atuação limita-se à área de sua Regional (Art. 32, V), podem participar do CONAD na qualidade de delegado(a)s ou observadore(a)s de suas respectivas S.SINDs ou AD-S.SINDs.
§ 2º. É vedado o voto por procuração para eleição de delegado(a) da SEÇÃO SINDICAL OU AD-SEÇÃO SINDICAL.
Art. 48 (...).
§ 2º. Nos casos do parágrafo anterior, quando a IES for derivada da incorporação ou reestruturação de mais de uma IES preexistente, será ampliada, de modo excepcional, a jurisdição daquela que tiver o maior número de docentes sindicalizado(a)s ao ANDES-SINDICATO NACIONAL que foram realocados na IES derivada.
§3°. É vedado o voto por procuração, o voto não presencial ou o voto plebiscitário nas assembleias gerais do(a)s sindicalizado(a)s ao ANDES-SINDICATO NACIONAL e de suas S.SIND e AD-S.SIND.
§4.° É vedada a realização de assembleias gerais do(a)s sindicalizado(a)s ao ANDES-SINDICATO NACIONAL e de suas S.SIND e AD-S.SIND em formato virtual ou híbrido.
§5°. É vedada a realização de plebiscitos em substituição ou sobreposição à Assembleia Geral como instância deliberativa do(a)s sindicalizado(a)s ao ANDES-SINDICATO NACIONAL e de suas S.SIND ou AD-S.SIND.
2.1.2. As seções sindicais e AD-seções sindicais de Instituições multicampi devem observar o disposto no art. 48, parágrafo 6º, do Estatuto do ANDES-SN:
§ 6º Nas S. SIND e AD-S. SIND multicampi, a assembleia geral pode ocorrer:
a) por videoconferência, conectando dois ou mais campi, desde que assegurada a transmissão simultânea e a participação presencial do(a)s sindicalizado(a)s reunido(a)s nos locais previamente estipulados em edital de convocação, não sendo aceitos votos por meio de conexão individual de sindicalizado(a)s através de tecnologias de informação e comunicação;
b) por rodízio de sua realização entre sede e os campi; ou
c) de forma descentralizada e alternada em cada campus.
2.1.3. Destaca-se que a videoconferência não implica em virtualidade ou hibridez, reforçando a necessidade da presencialidade e assinatura manuscrita da lista de presença em todos os locais de transmissão simultânea.
2.1.4. As(os) observadoras(es) escolhidas(os) em assembleia geral deverão ter seu nome constante na ata da assembleia que as(os) indicou.
2.1.5. No caso das(os) suplentes de delegadas(os), que serão necessariamente observadoras(es), o seu nome e a sua condição de suplente deverão constar obrigatoriamente na ata da assembleia, ou do documento encaminhado pela diretoria da seção sindical, que tenha recebido delegação da AG para tal.
2.2. DOS PRAZOS PARA O CREDENCIAMENTO.
2.2.1. O credenciamento é prévio e digital. Para o 69º CONAD, fica estabelecido o período de 8 de abril a 5 de junho de 2026, para o recebimento da documentação regimental para inscrição de delegadas(os), observadoras(es) e observadoras(es) suplentes de delegadas(os). A ratificação ou retificação do credenciamento durante o evento dar-se-á no dia 3 de julho de 2026, das 8h às 17h.
2.2.2. Não haverá recebimento da documentação necessária ao credenciamento no dia 3 de julho de 2026, excetuando-se os casos justificados e aprovados pela Plenária de Instalação.
2.2.3. Pelo menos um(a) representante de cada seção sindical ou secretaria regional, credenciada previamente, deverá comparecer à Secretaria do 69º CONAD, munida(o) de documento oficial com foto de toda a delegação, no dia 3 de julho para confirmar ou não a presença da(o) delegada(o), das(os) observadoras(es) e/ou observadoras(es) suplentes.
2.2.4. Participantes credenciadas(os) pelas seções sindicais que forem demandar o uso do Espaço de Convivência Infantil (ECI) devem realizar a solicitação no mesmo prazo de credenciamento prévio ao 69º CONAD (08/04/2026 a 05/06/2026), em formulário próprio a ser disponibilizado em circular específica.
2.3. DA DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA AO CREDENCIAMENTO
2.3.1. Ata da assembleia (assinada pela mesa coordenadora dos trabalhos) em que foram escolhidas(os) a(o) delegada(o), as(os) observadoras(es) e as(os) observadoras(es) suplentes de delegadas(os) ao 69º CONAD. As(Os) suplentes de delegadas(os) devem, obrigatoriamente, ter sido escolhidas(os) como observadoras(es)/suplentes de delegadas(os);
2.3.2. Lista de presença da Assembleia Geral;
2.3.3. Quitação com a Tesouraria (até o mês de abril de 2026) das seguintes contribuições mensais das(os) sindicalizadas(os):
- a. Contribuição mensal;
- b. Fundo Único;
- c. Fundo Nacional de Greve;
- d. Quitação pela seção sindical do pagamento de Rateios de CONADs e CONGRESSOS;
- e. Quitação pela seção sindical do pagamento das parcelas vencidas de acordos realizados quanto às contribuições acima relacionadas, se houver.
2.3.4. Solicitamos às seções sindicais que estiverem com problemas de débitos junto à Tesouraria Nacional que entrem em contato com a tesouraria para regularização o mais breve possível. Não é necessário o envio de comprovante ou declaração de quitação por parte da seção sindical para o processo de credenciamento, uma vez que o controle de débitos é realizado internamente.
2.3.5. Para o credenciamento das(os) delegadas(os) e observadoras(es) suplentes e/ou observadoras(es), será exigido o envio da documentação relacionada nos itens 2.3.1 a 2.3.3 e o atendimento dos requisitos estabelecidos no item 2.3.4.
2.3.6. A documentação deverá ser enviada prévia e exclusivamente por meio do seguinte formulário: < https://forms.gle/7LeM3b379iunP6PU7> até 5 de junho de 2026.
2.3.7. Para o envio da documentação regimental para o credenciamento de delegadas(os), observadoras(es) e observadoras(es) suplentes de delegadas(os), será utilizado exclusivamente o formulário fornecido e não serão aceitas inscrições por outros meios, como e-mail e telefone.
- 3. LOCAL DO 69º CONAD
O 69º CONAD será realizado na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), que se situa no seguinte endereço: Av. dos Portugueses, 1966, Vila Bacanga, São Luís (MA), CEP: 65080-805.
4. HOSPEDAGEM
As opções de hospedagem serão enviadas posteriormente.
Sem mais para o momento, renovamos nossas cordiais saudações sindicais e universitárias.
Prof. Cláudio Anselmo de Souza Mendonça
Presidente do ANDES-SN
O ANDES-SN manifesta seu mais veemente e contundente repúdio ao Projeto de Lei nº 1424/2026, de autoria da deputada Tabata Amaral (PSB), que busca criminalizar, como antissemitismo, críticas dirigidas ao Estado de Israel.
Trata-se de uma proposição grave, que, ao ampliar de forma aberta e imprecisa o conceito de antissemitismo, abre caminho para a criminalização de posicionamentos políticos que denunciam os crimes cometidos pelo Estado de Israel contra o povo palestino.
É necessário afirmar com absoluta nitidez: o combate ao antissemitismo, expressão histórica do racismo e da perseguição ao povo judeu, é uma luta legítima e necessária, já reconhecida e devidamente tipificada na legislação brasileira. O que este projeto pretende fazer, no entanto, é outra coisa: confundir deliberadamente o combate ao racismo com a proteção política a um Estado e a um projeto ideológico específico, o sionismo, blindando-o de críticas.
Repudiar a política de ocupação, apartheid, guerra e extermínio levada a cabo pelo Estado de Israel, especialmente no contexto atual, em que se acumulam denúncias internacionais de crimes contra a humanidade, não é antissemitismo. É um posicionamento político, ético e humanitário.
Ao propor silenciar críticas a esse cenário, o PL 1424/2026 se coloca na contramão do direito internacional, inclusive, das posições diplomáticas do próprio Estado brasileiro.
O ANDES-SN reafirma seu posicionamento histórico, consolidado em suas deliberações congressuais: defesa intransigente da autodeterminação do povo palestino, denúncia do apartheid e das práticas de limpeza étnica e exigência de cessar-fogo imediato.
O PL 1424/2026, além de desnecessário, uma vez que a legislação brasileira já tipifica e pune o racismo e o antissemitismo, cumpre uma função política nítida: tentar silenciar críticas ao Estado de Israel e à sua máquina de guerra e extermínio, em consonância com o avanço de uma agenda imperialista que se articula, inclusive, com setores da política internacional ligados ao governo de Donald Trump.
Não aceitaremos a criminalização da denúncia.
Não aceitaremos o silenciamento diante do genocídio.
Toda solidariedade ao povo palestino!
Brasília, 8 de abril de 2026.
Diretoria do ANDES - Sindicato Nacional
Na próxima sexta, 10 de abril de 2026, convidamos todas e todos os professores sindicalizados para um “tchá com bolo” com o propósito de: lembrar, reconhecer nossa história e fortalecer os laços que nos movem.
Local: Largo Pedro Casaldáliga (embaixo da mangueira da sede da ADUFMAT-Ssind)
Data: Sexta-feira, 10/04
Horário: 08h
Tema: ADUFMAT na luta contra a ditadura militar
Contaremos com a presença do diretor de Assuntos de Aposentadoria e Seguridade Social, Waldir Bertúlio, que trará reflexões sobre a luta histórica da ADUFMAT em defesa da democracia e contra a ditadura militar.
É no encontro que a gente se fortalece.
Esperamos você! ✊✨
Adufmat-Ssind

A 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) teve início nesse domingo (5), em Brasília (DF), com a chegada de milhares de lideranças indígenas de diversas regiões do país para debater o futuro de suas terras e da própria democracia.
Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, as e os indígenas se reúnem até o dia 11 de abril no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). Organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o ATL reafirma sua posição como a maior assembleia indígena do país.
Durante esse período, serão realizadas marchas, assembleias, debates e manifestações culturais, reforçando a união entre os povos e dando visibilidade às suas demandas diante da sociedade brasileira e da comunidade internacional. O ANDES-SN participará das atividades do ATL.
A programação conta com cinco eixos centrais: “A Resposta Somos Nós”; “Nosso Futuro Não Está à Venda”; “Nossa Luta Pela Vida!”; “Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida”; e “Diga ao Povo que Avance!”. Dois grandes atos ganham destaque: na terça-feira (7), o protesto “Congresso inimigo do povo: nosso futuro não está à venda” e, no dia 9, a mobilização “Demarca, Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”.
Nesta segunda-feira (6), lideranças de todas as regiões do país debatem a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A atividade é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, que busca ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).
Na terça (7), a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: Nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); os PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em terras indígenas; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).
Já na quarta (8), o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a Apib também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.
As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”, realizada na próxima quinta (9). À tarde, ocorrerá a marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a Apib, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.
A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. O dia 11 será reservado para o retorno das delegações aos seus territórios.
Acesse a programação completa aqui: https://apiboficial.org/atl-2026/.
ATL
O Acampamento Terra Livre surgiu em 2004, a partir de uma ocupação realizada por povos indígenas em frente ao Ministério da Justiça, em Brasília. A mobilização rapidamente ganhou adesão nacional e contribuiu para a criação, em 2005, da Apib, hoje principal referência na organização política indígena no país.
O ANDES-SN apoia o ATL anualmente reafirmando compromisso histórico com a luta dos povos indígenas.
Fonte: Andes-SN
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Espaço Aberto é um canal disponibilizado pelo sindicato
para que os docentes manifestem suas posições pessoais, por meio de artigos de opinião.
Os textos publicados nessa seção, portanto, não são análises da Adufmat-Ssind.
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Juacy da Silva*
Por coincidência, 31 de março e 1º de abril de 1964 “caíram” em uma terça e quarta-feira, igual ao calendário deste ano de 2026. Lá se vão 62 anos e muitas lembranças de meus tempos de juventude, calouro, estudante de sociologia e política em São Paulo.
A vida só vale a pena quando temos a capacidade de sonhar e a coragem de nos indignar contra a injustiça, contra a exploração, contra a discriminação, contra o racismo e contra todas as formas de opressão.
I Encontro Nacional de Alfabetização e Cultura Popular, realizado em setembro de 1963, no Recife.
Eu participei deste Encontro histórico da trajetória da Cultura Popular e da Alfabetização de Adultos no Brasil, tive a honra e satisfação de hospedar-me na residência de Paulo Freire, no bairro Casa Amarela, na capital pernambucana. Na época eu tinha apenas 21 anos de idade e era calouro universitário em São Paulo.
Eu estava no primeiro ano do curso de Sociologia, na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, e fazia parte da equipe de estudantes da UEE (União Estadual de Estudantes), que foi responsável pela implantação da primeira experiência de alfabetização de adultos, utilizando o Método Paulo Freire, no bairro Helena Maria, em Osasco, São Paulo.
Após havermos absorvido (treinados) o Método Paulo Freire, fizemos a escolha do bairro e, através de visitas, por amostragem, realizamos o levantamento do universo vocabular, que contou com todas as especificidades da língua portuguesa e, a partir deste universo vocabular, utilizando diafilmes que eram projetados através de projetores importados da Checoslováquia e financiados pelo Ministério da Educação e Cultura, partimos para a ação. Foi uma experiência fantástica, realizada como um sonho de jovens universitários e uns poucos professores.
O processo de alfabetização consistia em estimularmos os educandos, através do diálogo, um diálogo sempre “provocador”, em círculos, sobre a realidade vivida pelos alfabetizandos, todos trabalhadores e donas de casa, pessoas pobres e marginalizadas, principalmente por serem analfabetas.
Lembro de um trabalhador da construção civil, de meia-idade, mas que, pelo sofrimento do trabalho que lhe era imposto, parecia bem mais velho do que seu registro de nascimento. Um dia, quando ele já conseguia ler algumas palavras e dar sentido ao que lia, foi-lhe perguntado o que saber ler e escrever significava para ele. A resposta ficou em minha memória como se a experiência fosse hoje e não há 62 ou 63 anos atrás. Disse ele: “antes eu era cego e nada sabia de por que somos pobres e explorados, hoje enxergo sem precisar usar óculos” (sentido figurado do despertar da consciência política e de cidadania).
Lembro que uma das palavras geradoras era TIJOLO, a partir da qual a discussão ocorria na forma de descobertas, a partir das perguntas/provocações, tipo, por exemplo, “como se faz o tijolo”, “para que serve o tijolo”, “quem é o dono dos tijolos”, “quem constrói as casas e os prédios”? Quem mora nos prédios que os trabalhadores constroem?
O diálogo sobre esta realidade ensejava a discussão sobre propriedade privada, economia, moradia, transporte, alimentação, saúde, política nacional de habitação, favelas, os “porquês” das pessoas pobres morarem em casebres enquanto os próprios trabalhadores da construção civil, a grande maioria migrantes nordestinos (aí surgia também a discussão sobre as migrações) do Nordeste para São Paulo; as migrações das áreas rurais para as cidades.
As aulas eram à noite, com duração de duas horas, às vezes se prolongavam um pouco mais. O bairro Helena Maria era uma região bem pobre, com problemas de iluminação pública, falta de saneamento, falta de moradia, ruas de terra batida, pobreza generalizada, como ainda hoje são as periferias urbanas da grande maioria das cidades brasileiras.
O processo de alfabetização, além dos “alunos” aprenderem a ler e a escrever, também despertava a consciência política (conscientização) para as causas da marginalização e exploração em que viviam os trabalhadores e trabalhadoras, tanto em Helena Maria quanto no Brasil inteiro.
A alfabetização, as discussões e os diálogos possibilitavam a expansão do universo mental dos participantes, partiam da realidade local para a regional, para a nacional e para a internacional. Percebiam as inter-relações entre esses diferentes níveis de realidade, de espaços, territórios. Este era um processo libertador.
Os estudantes/monitores eram rapazes e moças, na faixa de 18, 19, 20 ou no máximo 23 anos, todos bem jovens, de vários cursos, de diferentes entidades universitárias, principalmente da USP, e havia também pessoas com diferentes tendências políticas e ideológicas, mas todos e todas se identificavam como sendo de “esquerda”, incluindo estudantes católicos da JUC – Juventude Universitária Católica, depois AP (Ação Popular), evangélicos e alguns que não professavam religião e também do “partidão” (antigo Partido Comunista Brasileiro) e outros grupos políticos e ideológicos.
Com a derrubada do governo Goulart pelos militares, Paulo Freire passou a ser perseguido, veio para São Paulo e depois foi para o exílio. Quanto ao grupo de jovens estudantes universitários que realizaram a experiência de alfabetização de adultos, em 40 horas, com o Método Paulo Freire, no bairro Helena Maria, em Osasco, houve uma dispersão e muitos foram para outras experiências, alguns “caíram” na clandestinidade e de outros nunca mais se ouviu falar; com certeza a grande maioria já partiu para o “andar de cima”.
Conciliar vida universitária, de estudante pobre, que precisava trabalhar (fui cobrador de lojas, vendedor ambulante de bugigangas e, depois, bancário), com participação na política estudantil, no movimento comunitário e na política partidária, toda desfigurada pelos militares, donos do poder, não era nada fácil.
Além da experiência de Helena Maria, também aventurei-me pela política partidária, na luta pela emancipação do pequeno distrito de Jandira, que pertencia ao município de Cotia, na Grande São Paulo. Como secretário da União Pró-Jandira, entidade comunitária, possibilitou-me ser candidato a vereador, sendo eleito e escolhido como primeiro secretário da Mesa Diretora da primeira legislatura do recém-instalado município.
Mesmo desempenhando o mandato de vereador, o movimento estudantil continuava sendo também um foco de minhas ações, mesmo em tempos sombrios como viviam os movimentos políticos que continuavam sonhando com um país desenvolvido, com justiça e igualdade.
Hoje, prestes a completar meus 84 anos, olho (mentalmente) para um passado distante (62 anos), para um Brasil ainda pouco urbanizado, pouco industrializado e pouco soberano, onde trabalhadores urbanos e rurais, donas de casa, estudantes, intelectuais e uma minoria de políticos com mandatos sonhavam com mudanças, com transformações profundas nas estruturas arcaicas, quase coloniais e altamente discriminatórias que marcavam o Brasil naquela época.
Muitos daqueles jovens estudantes, entre os quais eu me incluo e que eram os grandes sonhadores, poucos ainda estão por aí nutrindo e cultivando suas memórias, seus sonhos e suas experiências na luta por um país que imaginávamos fosse melhor do que este Brasil que temos hoje.
Cada pessoa carrega sua própria história, marcada por sonhos, ilusões, decepções, enfim, experiências que marcaram a trajetória percorrida. Quanto mais longa é a vida, a caminhada, mais fugidias vão ficando as memórias, às vezes vislumbradas como uma bruma em um amanhecer que se perdeu no tempo e que não volta mais. Esses são alguns fragmentos de algumas memórias que ainda guardo de um tempo sofrido, de lutas, mas lindo por fazer parte de minha juventude estudantil.
*Juacy da Silva, professor fundador, titular e aposentado Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em Sociologia, ambientalista, ativista social, articulador da Pastoral da Ecologia Integral Região Centro Oeste.
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A Diretoria da Adufmat-Ssind, no uso de suas atribuições regimentais, convoca todos os sindicalizados para Assembleia Geral Ordinária PRESENCIAL a ser realizada na sede da Adufmat-Ssind, em Cuiabá, e nas subsedes de Sinop e Araguaia:
Data: 10 de abril de 2026 (sexta-feira)
Horário: 13h30 (Cuiabá) com a presença mínima de 10% dos sindicalizados e às 14h, em segunda chamada, com os presentes.
Pauta:
1. Informes;
2. Informes qualificados sobre o processo dos 28,86%;
3. Análise de conjuntura;
4. Representação da Adufmat-Ssind na Comissão Estatuinte da UFMT;
5. Representação da Adufmat-Ssind na Comissão Permanente de Prevenção e Acompanhamento ao Assédio da UFMT.
A Assembleia será presencial e ocorrerá simultaneamente no auditório da sede da Adufmat-Ssind, em Cuiabá, e nas subsedes dos campi de Sinop e Araguaia.
Cuiabá, 07 de abril de 2026
Gestão Adufmat é pra lutar!
Em defesa do cumprimento dos acordos de greve das entidades do serviço público federal, o ANDES Sindicato Nacional convocou a categoria docente do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), a participar do Ato Unificado da Educação Federal, que será realizado no dia 16/04, em conjunto com o Sinasefe e a Fasubra. A circular foi publicada na terça-feira, (31).
A mobilização atende à deliberação do 44º Congresso do ANDES-SN, que aprovou a construção de um calendário unificado de paralisações no primeiro semestre de 2026. O objetivo é pressionar o governo federal pela integral e imediata implementação dos itens pendentes do Acordo de Greve nº 10/2024, além de denunciar o descumprimento de acordos firmados com diversas categorias do funcionalismo público federal ao longo de 2024 e 2025.
Ainda para as atividades, o ANDES Sindicato Nacional também convocou a Comissão Nacional de Mobilização (CNM) para o período.
Programação
As atividades de mobilização começarão já no 15, data em que as Centrais Sindicais convocaram mobilização a partir das 11 horas, pela regulamentação da Convenção nº 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ali também será o momento do lançamento de uma plataforma unificada de reivindicações ao governo federal. A diretoria do ANDES-SN participará da atividade, que terá concentração às 10h, em frente ao Teatro Nacional, em Brasília.
No dia 16, a concentração acontece a partir das 9h em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), na esplanada dos Ministérios. A partir das 16h, na sede do ANDES-SN, acontece a reunião de avaliação das mobilizações do dia.
Participação
As seções sindicais devem informar a participação de seus representantes por meio do formulário disponibilizado na circular encaminhada. A diretoria do ANDES-SN reforça o chamado e destaca a importância da unidade das categorias do serviço público federal na luta por direitos e pelo cumprimento dos compromissos assumidos pelo governo, conquistados com a Greve da Educação Federal em 2024.
Acesse aqui a circular que convoca as mobilizações de 15 e 16 de abril.
Fonte: Andes-SN












