ESPAÇO ABERTO
Debate de ideias – Informativo da Associação dos Docentes da UFMT - ADUFMAT - nº 97/2023.
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Espaço Aberto é um canal disponibilizado pelo sindicato
para que os docentes manifestem suas posições pessoais, por meio de artigos de opinião.
Os textos publicados nessa seção, portanto, não são análises da Adufmat-Ssind.
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Texto enviado pelo Prof. Danilo de Souza.
Qual é o transporte mais eficiente energeticamente?
do transporte se torna pauta importante, pois aproximadamente 1/3 dos gases de efeito estufa, que causam o agravamento do aquecimento global, são oriundos deste setor. Diante de diversas possibilidades de escolha de modais de transporte como política pública de mobilidade urbana, ou mesmo deslocamentos internacionais, a eficiência energética
de 2 Mega – Joules (MJ) para percorrer cada quilômetro dentro de uma cidade. Ao serem adicionadas mais duas pessoas no veículo com destinos semelhantes, o resultado é de aproximadamente 0,67 MJ por pessoa para cada quilômetro percorrido. A energia necessária para transportar as pessoas e o veículo é uma medida importante para avaliar a eficiência de um meio de transporte. Esta análise já evidencia que possuir um carro SUV, com grandes dimensões e massa, é uma péssima ideia na perspectiva da eficiência. Os SUVs podem chegar à intensidade energética de 5 MJ por passageiro-quilômetro. Uma questão central para iniciar este debate é a noção de intensidade energética. Quando há uma única pessoa dentro do veículo para o deslocamento, são necessários cerca
Em deslocamentos urbanos de superfícies ou subterrâneos, os trens/metrôs são altamente eficientes. Com operação no pico de passageiros, os mais modernos precisam de menos de 0,4 MJ por passageiro-quilômetro.
uma intensidade energética de cerca de 0,3 MJ por passageiro-quilômetro, ao passo que os mais novos, de aproximadamente 0,2 MJ por passageiro-quilômetro. Esses projetos são comuns na Europa, mas a China nas últimas décadas já alcançou uma malha de aproximadamente 35.000 km, com algumas linhas podendo operar em velocidade máxima de 431 km/h. Um dos modais de transporte mais eficientes é o dos trens interurbanos de alta velocidade para projetos tradicionalmente entre 70 e 500 km. Os modelos mais antigos tinham

nas condições atuais, seria um modal a se considerar. Há um projeto em discussão sobre o Trem de Alta Velocidade Rio-São Paulo (TAV RJ-SP), que é a principal linha do plano do governo federal de trem de alta velocidade no Brasil com a função de interligar as duas principais metrópoles brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro. O projeto está previsto desde 2007, mas até o momento que escrevo este texto, não foi iniciado. Os projetos de trens de alta velocidade se justificam apenas em locais de alta densidade populacional, com rotas bem definidas. Assim, no caso brasileiro, em poucas situações,
Para deslocamentos mais longos, os aviões mais comumente utilizados, operando à turbina, são altamente eficientes, operam a aproximadamente 2 MJ por passageiro para cada quilômetro.
Um dos transportes mais utilizados no Brasil é o veículo à combustão. E os melhores motores à combustão atualmente à venda têm uma eficiência energética máxima de 40%. É como dizer que, a cada R$ 100 que você abastece, apenas R$ 40 se transformam em movimento. Os demais R$ 60 de combustível são perdidos principalmente em forma de calor. E não é difícil encontrar veículos operando com entre 18% e 20% de eficiência. E se você pesa 80 kg e está em um carro de 900 kg, na verdade você representaria algo em torno de 8% do total. O que significa dizer que dos R$ 100 inicialmente investidos, com a eficiência de 20% do veículo à combustão, para deslocar uma pessoa de 80 kg, a eficiência final seria algo entre 1,5 e 3% - absurdo, não? E é neste ponto que o carro elétrico apresenta um dos ganhos, pois o motor elétrico opera com facilidade na região de eficiência entre 80 e 85%.
estufa. No caso brasileiro, a diminuição é brutal, pois a matriz elétrica é pouco carbonizada, diferentemente da matriz elétrica global. Observa-se, então, que caminhar para a eletrificação é uma oportunidade para aumento de eficiência energética, mas também para a redução das emissões de gases de efeito
Essas informações o poder público possui, e pode utilizá-las para modelar políticas no sentido real de minimizar impactos ambientais. Mas quais ações os indivíduos podem implementar para aumentar a sua eficiência no transporte? Eis algumas: 1) optar pela utilização de transporte coletivo; 2) se for necessário comprar veículo, optar por modelos menores e mais eficientes; 3) organizar-se para que um mesmo veículo transporte mais de uma pessoa, incluindo ao utilizar aplicativos de transporte; 4) dentro das cidades, buscar formas alternativas de transporte, como bicicletas e patinetes.
Danilo de Souza é professor na FAET/UFMT e pesquisador no NIEPE/FE/UFMT e no Instituto de Energia e Ambiente IEE/USP.
Acompanhe neste links:
A Adufmat-Ssind divulga, conforme edital, o resultado preliminar do processo seletivo para Arquivista 2023, por ordem alfabética.
CURRÍCULO
Benone da Silva Lopes Moraes: 5,0
Cristiana de Vasconcelos Lopes: 6,0
Rhaissa Marques Botelho Lobo: 9,0
REDAÇÃO
Benone da Silva Lopes Moraes: 7,0
Cristiana de Vasconcelos Lopes: 9,0
Rhaissa Marques Botelho Lobo: 9,0
ENTREVISTA
Benone da Silva Lopes Moraes: 8,5
Cristiana de Vasconcelos Lopes: 9,0
Rhaissa Marques Botelho Lobo: 9,0
MÉDIA FINAL
Benone da Silva Lopes Moraes: 6,83
Cristiana de Vasconcelos Lopes: 8,0
Rhaissa Marques Botelho Lobo: 9,0
O prazo para apresentação de recurso por parte dos candidatos é 05/06/2023.
Apresentação
A ADUFMAT, ao longo de seus 45 anos de existência, traz consigo uma trajetória de valoráveis lutas e conquistas.
Inegável dizer sobre suas conquistas e lutas em defesa dos direitos fundamentais da classe trabalhadora como um todo, a defesa intransigente de concurso público para ingresso dos docentes em instituições de ensino superior e da luta pela volta das liberdades democráticas em nosso país, pontuada pela liderança em Cuiabá e interior do Estado de Mato Grosso na campanha das “Diretas Já”.
A ADUFMAT deve ser valorizada igualmente por um outro aspecto: o de contribuir para a preservação da memória social do movimento docente local, regional e nacional ao custodiar um importante arquivo na OCA, localizada no Campus da Universidade Federal de Mato Grosso.
Este arquivo, também denominado de “Arquivo Central da ADUFMAT”, é composto por 3 arquivos setoriais: o da Secretaria, o da Imprensa e o da Tesouraria.
Com vistas a identificar e a ordenara documentação produzida e recebida pela ADUFMAT nos arquivos setoriais, foi elaborado no ano de 2019 Plano de Gestão para os documentos da ADUFMAT embasado nas diretrizes e planos do Centro de Documentação do ANDES-SN (CEDOC) e do Arquivo Nacional, datados de 2019 e 2011, respectivamente.
O Plano de Gestão Documental da ADUFMAT é composto pelos seguintes instrumentos: Manual de Gestão Documental; Tabela de Temporalidade dos Documentos; Plano de Classificação dos Documentos; Etiquetas padrão para arquivos correntes; Termo de transferência de Documentos; Formulário de Proposta de Atualização da Tabela de Temporalidade de Documentos e Listagem e Eliminação de Documentos. Inclusive, o referido Plano é composto por uma Comissão Permanente de Avalição de Documentos (CPAD), docentes sindicalizados desta seção sindical.
Assim, o Plano de Gestão Documental da ADUFMAT, aprovado em 2019 pela Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD), permitiu a aplicação da Tabela de Temporalidade e do Plano de Classificação dos Documentos junto à massa documental da ADUFMAT, resultando em 388 caixas de documentos alocados no Arquivo Central da ADUFMAT e em condições de serem digitalizados.
Da aplicação adequada dos instrumentos de Gestão Documental da ADUFMAT e da digitalização da massa documental, dependerá a segurança e o sucesso da preservação da memória histórica do movimento docente da ADUFMAT-SSIND
Professora Doutora Maria Adenir Peraro (Presidente da CPAD) e Professora Mestra Ilza Dias Paião (Consultora)
Cuiabá, abril de 2023.
Plano de Classificação de Documentos da ADUFMAT-SSIND
Manual de Gestão Documental ADUFMAT-SSIND
Guia de Documentos do Arquivo da ADUFMAT-SSIND
GESTÃO DOCUMENTAL ADUFMAT
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Juacy da Silva*
Para melhor situarmos esta reflexão, precisamos esclarecer, definir os dois termos que são destacados no título da mesma, com um esclarecimento adicional que o tempo da criação é, a um só tempo de oração e também de AÇÃO, gestos concretos que demonstram não apenas o respeito pelas obras do Criador, inclusive os seres humanos, mas que, nós humanos somos dotados de consciência e Liberdade tanto para agirmos quanto para nos omitirmos diante dos vários desafios que surgem ao longo da caminhada da humanidade, como atualmente, o desafio socioambiental é o mais premente e que está na raiz de tantas outras mazelas como conflitos, guerras, fome, miséria, ganância, desperdício, consumismo, exclusão social, econômica, política e cultural.
“O Tempo da Criação é uma observância orante de um mês que convoca os 2,2 bilhões de cristãos do planeta a rezarem e a cuidarem da criação de Deus. É um momento para refletir sobre a nossa relação com o ambiente – não apenas a natureza “distante”, mas, crucialmente, o lugar onde vivemos – e as formas pelas quais os nossos estilos de vida e decisões como sociedade podem colocar em perigo o mundo natural e aqueles que o habitam, tanto humanos quanto outras criaturas. O comitê ecumênico que planeja e promove esse período a cada ano o apresenta desta forma: “O Tempo da Criação é um período para renovar a nossa relação com o nosso Criador e com toda a criação por meio da celebração, da conversão e do compromisso juntos. Durante o Tempo da Criação, nos unimos às nossas irmãs e irmãos da família ecumênica em oração e ação pela nossa casa comum.” Fonte: Site Instituto Humanitas – Unisinos, 31/08/2020.
No dia 23 de fevereiro último (2022), a CFFB – Conferência da Família Franciscana do Brasil promoveu o lançamento do TEMPO DA CRIAÇÃO deste ano, cujo tema “OUÇA A VOZ DA CRIAÇÃO”, está diretamente ligado ao cerne do movimento ambientalista mundial e também dentro do espírito da LAUDATO SI, encíclica do Papa Francisco, de Maio de 2015. Isto significa que todas as obras da criação falam e precisamos ouvir suas vozes, seus lamentos, seus gemidos quando são vítimas da degradação ambiental, do desmatamento, das queimadas, da poluição, da destruição das florestas e da biodiversidade, dos oceanos que estão extremamente poluídos e, inclusive, as vozes dos pobres, excluídos, marginalizados, injustiçados que também fazem parte das obras da criação, são filhos e filhas de Deus.
Através de orações, reflexões, diálogo inter-religioso/ecumênico, este tema pretende unir toda a família cristã ao redor do mundo, tanto para orar quanto AGIR pela nossa casa comum, de 1º de setembro a 4 de outubro próximos. Com Certeza o leitor, eleitor e contribuinte devem estar se perguntando, o que o tempo da criação tem a ver com a transição energética? É o que veremos rapidamente nesta segunda parte deste artigo.
Transição energética é uma transformação profunda na composição da matriz energética dos países, que tem ocorrido ao longo da história e, no momento, o rumo apontado é a substituição total do uso de fontes poluidoras, representada pelo uso dos combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão) e seus derivados, por fontes limpas, renováveis e alternativas, com destaque para a energia solar, a energia eólica, a energia hidrelétrica ( esta última que também já é considerada obsoleta, devido aos seus impactos negativos no meio ambiente).
Assim, a transição energética é um dos maiores e mais sérios desafios que temos pela frente quando se trata da caminhada da humanidade rumo a um Planeta ecologicamente sustentável, tendo em vista que boa parte do aquecimento global, que tem afetado e afetará muito mais as mudanças climáticas nos próximos anos e décadas, tornando a vida neste planeta terra praticamente impossível, tem uma de suas origens no uso de combustíveis fósseis tanto no setor de transporte e logística (o rodoviarismo), quando para gerar energia para o sistema produtivo, fábricas e todos os demais setores econômicos e, também, gerar eletricidade sem a qual praticamente nada se move neste mundo, que pouca atenção tem dado aos desafios socioambientais.
Existem vários caminhos a serem seguidos na busca desta transição energética, desde a questão da eficiência energética, ou seja, que o desenvolvimento científico e tecnológico avance rumo a produtos e sistemas produtivos mais eficientes, ou seja, melhor desempenho com menor uso de energia, reduzindo o desperdício, reduzindo o consumismo e reduzindo a degradação ambiental.
Todavia, mesmo que ocorra uma redução do consumo de energia, através de uma maior eficiência energética, com o aumento da população mundial, com o crescimento acelerado da urbanização e com o aumento médio do poder de compra dos consumidores, acarretará sempre um maior consumo de energia no mundo ao longo do tempo em praticamente em todos os países.
Diante disso, é imperioso, é preciso reduzir, dentro de um prazo relativamente curto, que seja estabelecido em acordos internacionais, como o Acordo de Paris e as deliberações das Conferências do Clima, para, finalmente, o mais urgente possível, ocorrer a total substituição do uso de combustíveis fósseis, como o petróleo, o gás natural e o carvão, como base da matriz energética dos países.
Esta transição também pode ocorrer através do que está sendo realizado por inúmeras organizações nacionais, internacionais, pelo sistema econômico e, também, por organizações religiosas, em diversos países, que é o chamado DESINVESTIMENTO, ou seja, essas organizações simplesmente vendem seus ativos realizados em companhias que exploram, comercializem ou usam combustíveis fósseis, demonstrando `as referidas empresas que elas não tem mais lugar em um mundo ECOLOGICAMENTE SUSTENTÁVEL.
O mesmo deve ser feito por governos, sejam os que detém o controle de empresas que exploram fontes sujas de energia ou sejam através de subsídios com recursos públicos aos setores de combustíveis fósseis, como no caso do Brasil, onde a Petrobrás ao invés de investir de forma mais significativa em fontes alternativas de energia, continua gastando bilhões em investimentos para produzir petróleo e gás natural e também os generosos subsídios que o governo brasileiro, da mesma forma que praticamente todos os países concedem a este setor todos os anos, centenas de bilhões de reais, quando em políticas, programas e projetos que buscam a proteção do meio ambiente ou possam financiar o uso de energias sustentáveis, praticamente são migalhas quando comparados a tais subsídios.
Existe um movimento de âmbito mundial, que parece ainda estar muito distante e totalmente ausente no Brasil, que é a questão do desinvestimento no setor de combustíveis fósseis.
Vejamos matéria recente, do início deste mês, sobre esta questão: “No dia 5 de julho, 35 organizações religiosas de seis países, com mais de US$ 1,25 bilhão em ativos combinados sob gestão, anunciaram seu desinvestimento de empresas de combustíveis fósseis. Essas organizações incluem 19 dioceses católicas, incluindo cinco na Irlanda e duas no Canadá. O arcebispo de Glasgow, Dom William Nolan, disse que num futuro próximo “será uma vergonha para qualquer instituição católica não ter desinvestido”. Se “onde está o teu tesouro, aí estará o teu coração” (Mt 6, 21), pergunte a si mesmo: onde está o seu coração hoje?” Fonte: Movimento Laudato Si, Julho 2022.
E aqui no Brasil, como andam as conversas, os diálogos e a luta para reduzir a nossa dependência em relação aos combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão), substituindo essas fontes poluidoras e degradadoras do meio ambiente por fontes limpas, alternativas como ENERGIA SOLAR, EÓLICA e outras mais?
Como estão reagindo os diversos setores produtivos não apenas do mundo em geral, mas do Brasil em particular, em relação à transição energética, a uma nova economia, verde, circular, de baixo carbono, menos dependente de fontes poluidoras de energia? Como vai a agroecologia em nosso país? E a defesa das florestas que continuam sendo destruídas impiedosamente todos os anos?
Será que os discursos tanto de governantes, quanto de empresários e demais lideranças de organizações não governamentais, inclusive religiosas, estão coerentes com as ações do dia-a-dia, do cotidiano?
Será que nossas Arquidioceses, Dioceses, Paróquias e comunidades católicas estão engajadas no MOVIMENTO LAUDATO SI, buscando transformar em realidade as exortações, pronunciamentos e ensinamentos do Papa Francisco EM DEFESA DA ECOLOGIA INTEGRAL.
É neste sentido que precisamos aliar, unir nossas preocupações tanto como cristãos quanto empresários, trabalhadores, população em geral e governantes, que certamente, em sua grande maioria professam, pelo menos da boca pra fora, sua adesão `a fé cristã, inclusive a doutrina de cada igreja em particular, seja católica ou evangélica, mas também outras religiões, seitas e filosofias, pois, afinal, a degradação ambiental, a crise socioambiental afetam todos os habitantes do planeta, razão mais do que suficiente para que esses desafios sejam colocados na agenda de todas as organizações, a começar pelas igrejas e religiões.
O que é necessário para que, DE FATO, as Igrejas cristãs, principalmente a Igreja Católica, sejam ECOLOGICAMENTE SUSTENTÁVEIS? Será que existe espaço para um maior engajamento da Igreja Católica e demais Igrejas Cristãs na Luta por uma ECOLOGIA INTEGRAL. E a Pastoral da Ecologia Integral como anda em sua Paróquia, comunidade, Diocese e Arquidiocese? Em sua Igreja?
Esses são alguns questionamentos que poderíamos estar fazendo durante o TEMPO DA CRIAÇÃO, que está bem próximo, que tem início no dia 01 de Setembro, que é considerado o DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS OBRAS DA CRIAÇÃO e se encerra no dia 04 de Outubro, no DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS, o padroeiro da Ecologia.
Que tal durante esses 34 dias buscaremos realizar não apenas nossas orações em favor das obras da criação, mas também rodas de conversas, palestras, seminários, diálogos visando definir ações que podem e devem ser feitas para que o mundo, nosso país, nossos municípios e nossas comunidades busquem saídas urgentes para esta crise socioambiental que se agrava a cada dia? Que tal transformarmos o Tempo da Criação em uma celebração a ser realizada durante o ano todo e não apenas em um curto período?
Você já ouviu falar em PECADO ECOLÓGICO? Em conversão ecológica? Em Cidadania ecológica? Em ecologia Integral? O que voce sabe sobre a Economia de Francisco e Clara, como um novo modelo, um novo paradígma para substituir esses sistemas que ai estão matando, destruindo as obras da criação, inclusive milhões de seres humanos a cada ano? Voce já imaginou substituir uma economia que gera morte por uma economia mais humanizada, solidária, justa que respeita os trabalhadores, os consumidores e o meio ambiente?
Pense nisso e junte-se a quem estiver celebrando o TEMPO DA CRIAÇÃO a partir do dia 01 de setembro próximo até o dia 04 de Outubro vindouro.
JUACY DA SILVA, professor fundador, titular e aposentado UFMT, sociólogo, mestre em sociologia, articulador da Pastoral da Ecologia Integral na Arquidiocese de Cuiabá e outros municípios de Mato Grosso. Email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. Instagram @profjuacy
A Comissão eleitorial, no uso de suas atribuições, conforme estabelecido no Regimento da ADUFMAT-Ssind e no Regimento Eleitorial da
ADUFMAT 2021, divulga abaixo as chapas inscritas para concorrer à eleição da diretoria da ADUFMAT-Ssind e às eleições das diretorias
das subseções locais:
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DA ADUFMAT
CHAPA ÚNICA:
"DOM PEDRO CASALDÁLIGA: Por uma ADUFMAT de luta, autônoma e democrática!"
Candidatos:
Diretor Geral: Reginaldo Silva de Araujo
Diretora Geral Adjunta: Gerdine Ferreira de Oliveira Sanson
Diretor Secretário: Magno Silvestri
2ª Diretora Secretaria: Márcia Leopoldina Montanari Corrêa
Diretora para assuntos de aposentadoria e seguridade social: Marlene Menezes
Diretora Tesoureira: Maria Luzinete Alves Vanzeler
Diretor de comunicação: Leonardo Moreira dos Santos
Diretora de assuntos socioculturais: Loanda Maria Gomes Cheim
Situação: Chapa deferida.
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DE SUBSEÇÃO LOCAL - CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
CHAPA ÚNICA:
"RESISTIR E ESPERANÇAR"
Candidatos:
Coordenadora geral de subseção: Graziele Borges de Oliveria Pena
Coordenadora adjunta: Paula Pereira Gonçalves Alves
Coordenadora secretária de subseção: Ayane de Souza Paiva
Coordenadora tesoureira de subseção: Ana Paula Sacco
Coordenador de comunicação de subseção: Gilson Moraes da Costa
2° Coordenador secretário: Magno Silvestri
2° Coordenador tesoureiro: Robson da Silva Lopes
Situação: Chapa deferida.
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DE SUBSEÇÃO LOCAL- CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
Não houve inscrição de chapa.
Cuiabá-MT, 29 de maio de 2021.
Atenciosamente,
A Comissão Eleitorial.
A Comissão eleitorial, no uso de suas atribuições, conforme estabelecido no Regimento da ADUFMAT-Ssind e no Regimento Eleitorial da
ADUFMAT 2021, divulga abaixo as chapas inscritas para concorrer à eleição da diretoria da ADUFMAT-Ssind e às eleições das diretorias
das subseções locais:
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DA ADUFMAT
CHAPA ÚNICA:
"DOM PEDRO CASALDÁLIGA: Por uma ADUFMAT de luta, autônoma e democrática!"
Candidatos:
Diretor Geral: Reginaldo Silva de Araujo
Diretora Geral Adjunta: Gerdine Ferreira de Oliveira Sanson
Diretor Secretário: Magno Silvestri
2ª Diretora Secretaria: Márcia Leopoldina Montanari Corrêa
Diretora para assuntos de aposentadoria e seguridade social: Marlene Menezes
Diretora Tesoureira: Maria Luzinete Alves Vanzeler
Diretor de comunicação: Leonardo Moreira dos Santos
Diretora de assuntos socioculturais: Loanda Maria Gomes Cheim
Situação: Chapa deferida.
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DE SUBSEÇÃO LOCAL - CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
CHAPA ÚNICA:
"RESISTIR E ESPERANÇAR"
Candidatos:
Coordenadora geral de subseção: Graziele Borges de Oliveria Pena
Coordenadora adjunta: Paula Pereira Gonçalves Alves
Coordenadora secretária de subseção: Ayane de Souza Paiva
Coordenadora tesoureira de subseção: Ana Paula Sacco
Coordenador de comunicação de subseção: Gilson Moraes da Costa
2° Coordenador secretário: Magno Silvestri
2° Coordenador tesoureiro: Robson da Silva Lopes
Situação: Chapa deferida.
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DE SUBSEÇÃO LOCAL- CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
Não houve inscrição de chapa.
Cuiabá-MT, 29 de maio de 2021.
Atenciosamente,
A Comissão Eleitorial.
A Comissão eleitorial, no uso de suas atribuições, conforme estabelecido no Regimento da ADUFMAT-Ssind e no Regimento Eleitorial da
ADUFMAT 2021, divulga abaixo as chapas inscritas para concorrer à eleição da diretoria da ADUFMAT-Ssind e às eleições das diretorias
das subseções locais:
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DA ADUFMAT
CHAPA ÚNICA:
"DOM PEDRO CASALDÁLIGA: Por uma ADUFMAT de luta, autônoma e democrática!"
Candidatos:
Diretor Geral: Reginaldo Silva de Araujo
Diretora Geral Adjunta: Gerdine Ferreira de Oliveira Sanson
Diretor Secretário: Magno Silvestri
2ª Diretora Secretaria: Márcia Leopoldina Montanari Corrêa
Diretora para assuntos de aposentadoria e seguridade social: Marlene Menezes
Diretora Tesoureira: Maria Luzinete Alves Vanzeler
Diretor de comunicação: Leonardo Moreira dos Santos
Diretora de assuntos socioculturais: Loanda Maria Gomes Cheim
Situação: Chapa deferida.
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DE SUBSEÇÃO LOCAL - CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
CHAPA ÚNICA:
"RESISTIR E ESPERANÇAR"
Candidatos:
Coordenadora geral de subseção: Graziele Borges de Oliveria Pena
Coordenadora adjunta: Paula Pereira Gonçalves Alves
Coordenadora secretária de subseção: Ayane de Souza Paiva
Coordenadora tesoureira de subseção: Ana Paula Sacco
Coordenador de comunicação de subseção: Gilson Moraes da Costa
2° Coordenador secretário: Magno Silvestri
2° Coordenador tesoureiro: Robson da Silva Lopes
Situação: Chapa deferida.
CHAPAS INSCRITAS PARA PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA DIRETORIA DE SUBSEÇÃO LOCAL- CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
Não houve inscrição de chapa.
Cuiabá-MT, 29 de maio de 2021.
Atenciosamente,
A Comissão Eleitorial.
Para conhecimento e providências.
Processo SEI UFMT 23108.041318/2021-81:
A Prefeitura de Cuiabá está organizando o processo de imunização (COVID-19) dos profissionais da educação do município.
Assembleia geral ordinária
Data 18/02/2021
Horário
Primeira chamada 13:30
Segunda chamada 14:00h
Pauta
1- informes
2- análise de conjuntura
3- homologação do contrato da nova assessoria jurídica












