Moção de Solidariedade ao dirigente nacional da CSP-Conlutas e PSTU, José Maria Almeida
A Assembleia Geral da ADUFMAT, realizada no dia 06 de maio de 2026, aprovou Moção de Solidariedade ao dirigente nacional da CSP-Conlutas e PSTU, José Maria Almeida, tendo em vista a condenação imposta pela 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo, por suposto crime de racismo.
Resultado de um processo movido por entidades sionistas (CONIB e FISESP), a criminalização do dirigente teve como fundamento sua defesa intransigente do povo palestino e o seu repúdio às ações sionistas do governo israelense.
Na prática, a condenação do líder político e sindical Zé Maria está amparada em uma deliberada decisão de confundir antissionismo com antissemitismo, impedir a livre manifestação e a defesa do povo palestino.
Em resumo, trata-se de uma evidente condenação de caráter político, pautada pela tentativa de silenciamento de vozes e manifestações antissionistas.
Assembleia Geral da Adufmat-Seção Sindical do Andes - Sindicato Nacional
Cuiabá-MT, 06 de maio de 2026.
ANDES-SN e seções sindicais reafirmam solidariedade ao povo cubano em jornada de formação e lutas no 1º de Maio

A delegação do ANDES-SN, composta por duas representações da diretoria nacional e por representantes das seções sindicais Adufop SSind., Adufmat SSind., Adufes SSind. e Adufu SSind., participou ativamente das celebrações do 1º de Maio em Cuba, integrando uma agenda intensiva de formação política, intercâmbio sindical e ações de solidariedade humanitária. A missão, composta por 11 docentes brasileiros e brasileiras, cumpriu uma deliberação aprovada no 44º Congresso do ANDES-SN para fortalecer o apoio internacionalista ao povo cubano frente ao bloqueio econômico.
Mobilização histórica em Havana
Sob o lema “A Pátria se defende!”, a delegação marchou ao lado de mais de 500 mil pessoas em Havana, em um ato que se concentrou na Tribuna Anti-Imperialista José Martí, em frente à embaixada dos Estados Unidos. Em toda a ilha, estima-se que mais de 5,2 milhões de cubanos e cubanas tenham saído às ruas para denunciar as sanções estadunidenses e defender a soberania nacional.

Para o presidente do ANDES-SN, Claudio Mendonça, a experiência foi revigorante para a luta sindical. "Saímos ainda mais convencidos de que, onde houver um povo em luta contra as brutalidades do capitalismo — em especial, contra o imperialismo estadunidense — devemos estar enfileirados nessa luta. Foi impactante a marcha com mais de 500 mil cubanos, de crianças a idosos, resistindo ao bloqueio econômico e ao bloqueio energético", afirmou.
Formação Política e Unidade Latino-Americana
A agenda incluiu a participação na 9ª Pasantía Sindical, um curso de formação organizado pela Central de Trabalhadores de Cuba (CTC) e pela Federação Sindical Mundial (FSM), que reuniu centenas de militantes de diversos países, incluindo Estados Unidos, Venezuela, México, Colômbia, Uruguai e Chile. O tema central da Pasantía foi "O Movimento sindical latino-americano e os processos políticos pela construção da Unidade no contexto atual".

Entre os dias 23 de abril e 2 de maio, foram realizadas atividades, mesas e debates que abordaram temas urgentes para a classe trabalhadora. Uma das mesas discutiu as transformações no mundo do trabalho, com foco no impacto das novas tecnologias e da Inteligência Artificial sobre a organização sindical.
As delegações debateram, ainda, o pensamento político de Fidel Castro e a resistência do povo cubano frente aos efeitos do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos, que perdura há mais de 60 anos. O evento, sediado na Escola Nacional de Quadros Sindicais "Lázaro Peña", foi organizado pela Central de Trabalhadores de Cuba (CTC) e pela Federação Sindical Mundial (FSM).

Letícia Carolina Nascimento, 2ª vice-presidenta do ANDES-SN, destacou a profundidade do aprendizado durante a missão. A diretora lamentou que não foi possível, por motivos de agenda, que toda a delegação docente estivesse em Cuba já no início da 9ª Pasantía Sindical, mas reforçou o acerto na decisão da categoria de enviar representantes para vivenciar a experiência e acompanhar o cotidiano do povo cubano.
"Para mim, a formação política foi um dos pontos mais incríveis, porque é um povo alegre, orgulhoso da sua pátria, da sua comunidade. É uma solidariedade que não se resume a uma questão da doação, mas de viver Cuba, de aprender sobre a importância da Revolução Cubana. Foi uma formação política integral", destacou.

A programação da Pasantía se encerrou em 2 de maio com o Encontro de Solidariedade Internacional e o Simpósio Internacional “O direito dos povos a decidir seu destino no cenário internacional contemporâneo”. No Palácio das Convenções de Havana, durante o Encontro de Solidariedade, delegações de todo o mundo se uniram em apoio a Cuba e à Palestina, pedindo a liberdade imediata para o ativista brasileiro Thiago Ávila e o palestino-espanhol Saif Abu Keshek, detidos arbitrariamente por forças navais israelenses durante uma missão humanitária da Flotilha Global Sumud em 29 de maio, nas proximidades da Grécia.
À tarde, o Simpósio apresentou mesas com diferentes temáticas que reafirmaram a necessidade e a perspectiva de unidade da América Latina, ponto crucial reivindicado nas atividades da Pasantía.

Solidariedade concreta
Além dos debates políticos, a delegação realizou entregas de medicamentos e insumos hospitalares em unidades de saúde de Havana e outras províncias, como o Hospital Manuel Fajardo, a Policlínica Docente Elpidio Berovides e o Hospital Dermatológico Dr. Guillermo Fernández Hernández-Baquero. Entre as doações, destacaram-se medicamentos e insumos básicos, além de itens de saúde menstrual, como absorventes comuns e reutilizáveis.
Parte da delegação docente também participou de trabalho voluntário em hortas comunitárias no projeto agroecológico El Rincón.
Claudio Mendonça reforçou que essas ações simbolizam a união entre os trabalhadores e as trabalhadoras do Brasil e de Cuba. "A participação do ANDES-SN e de suas seções sindicais cumpriu inúmeros papéis importantes. Um deles foi demonstrar, de forma concreta, por meio das doações, que estamos irmanados na luta e que permaneceremos mobilizados para contribuir dentro das possibilidades objetivas", disse.

Letícia Carolina também ressaltou o impacto do bloqueio imperialista na saúde local, notado durante a visita ao Hospital Manuel Fajardo. "Você começa a ver o cuidado que as pessoas têm e a excelência da medicina cubana, mas também a dureza que é ter uma saúde pública limitada pela falta de insumos. São médicos formados, de qualidade, mas que muitas vezes não conseguem cuidar da população porque não têm material básico devido ao bloqueio", observou.

Além do presidente e da 2ª vice-presidenta do ANDES-SN, compuseram a delegação de docentes Maria Aparecida de Carvalho, diretora da Adufes SSind., Rafael Bellan, da base da Adufes SSind., Mariza Oliveira e Fernanda Nocam, diretoras da Adufu SSind., Kathiuça Bertollo, Gabriela Gomes e Pedro Henrique de Abreu, da diretoria da Adufop SSind., Breno Santos, diretor-geral da Adufmat SSind., e Lélica Lacerda, base da Adufmat SSind.
Fonte: Andes-SN (com informações das seções sindicais)
Fotos: Delegação ANDES-SN
Reunião tratou de apoio a estudantes refugiados, cooperação acadêmica e cultural, além da defesa da liberdade.Fotos: Bruna Yunes / Imprensa ANDES-SN
O ANDES-SN esteve presente, na manhã desta quarta-feira (29), na Embaixada da Palestina, em Brasília (DF), para reafirmar seu compromisso de solidariedade ao povo palestino e se apresentar formalmente ao novo embaixador da Palestina no Brasil, Marwan Jebril.
O Sindicato Nacional foi representado pela encarregada de Relações Internacionais e 1ª vice-presidenta, Caroline Lima; pela 1ª secretária, Jacqueline Lima; e pelas 1ª e 2ª vice-presidentas da Regional Planalto, Lívia Gomes dos Santos e Muna Muhammad Odeh, respectivamente.
Durante a reunião, foram debatidas iniciativas de apoio a estudantes palestinas e palestinos no Brasil, especialmente aqueles e aquelas em situação de refúgio. Relatos apresentados indicam dificuldades de integração, como barreiras linguísticas, adaptação cultural e acesso a condições adequadas de moradia e permanência estudantil. Também foi destacada a experiência de um projeto que trouxe estudantes da Palestina ao país, cuja execução evidenciou a necessidade de políticas institucionais mais estruturadas para garantir suporte contínuo.

Outro ponto discutido foi a possibilidade de realização, no Brasil, de uma exposição fotográfica na capital federal e, também, em outros estados, com o objetivo de dar visibilidade à situação do povo palestino. O embaixador solicitou o apoio do ANDES-SN para viabilizar a iniciativa.
A reunião também abordou a importância de fortalecer a cooperação acadêmica internacional, incluindo parcerias com universidades palestinas, como a Universidade de Birzeit, uma das principais instituições de ensino superior da Palestina, além de iniciativas voltadas à reconstrução do sistema educacional em Gaza, severamente impactado pelos conflitos.
No campo político e jurídico, foi manifestada preocupação com a crescente judicialização de manifestações públicas em defesa do povo palestino no Brasil. Um dos casos citados foi a condenação, em primeira instância, de José Maria de Almeida, presidente do PSTU, a dois anos de reclusão em regime aberto por declarações feitas em ato realizado em 2023, em São Paulo, contra os ataques de Israel à Faixa de Gaza. Ainda cabe recurso da decisão.
Solidariedade e mobilização
O ANDES-SN reafirmou seu compromisso histórico com a luta pela autodeterminação do povo palestino. Além de buscar mecanismos concretos de apoio a estudantes e demais pessoas refugiadas, o Sindicato Nacional incentiva as seções sindicais a implementarem ações relacionadas à campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), por meio de atividades como debates, palestras e mobilizações. A entidade também defende que as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas, institutos federais e Cefets sejam espaços comprometidos com os direitos humanos, livres de qualquer forma de apartheid.

“Tivemos a oportunidade de conhecer o novo embaixador, Marwan Jebril, e dialogar sobre a necessidade de cobrar do Estado brasileiro políticas efetivas de acesso e permanência para estudantes refugiados em nossas universidades. Na ocasião, o ANDES-SN reafirmou seu compromisso em contribuir e apoiar o povo palestino. Além das ações no âmbito do Sindicato Nacional, como a garantia de passagens e o apoio à vinda de estudantes refugiados palestinos ao país — algo que está em curso desde 2025 —, ampliamos o diálogo com a Embaixada da Palestina para fortalecer iniciativas que apresentem ao povo brasileiro a história, a resistência, a memória e a cultura palestina. Reafirmamos, ainda, a luta do nosso sindicato na defesa da autodeterminação do povo palestino”, destacou a encarregada de Relações Internacionais e 1ª vice-presidenta do ANDES-SN, Caroline Lima.
Fonte: Andes-SN
Docentes da Adufmat-Ssind participam de jornada de solidariedade a Cuba e do 1º de Maio em Havana
Representantes do sindicato integraram atividades internacionais, levaram doações e participaram de atos com trabalhadores de diversos países
Conforme deliberação de assembleia, entre os dias 23/04 e 02/05, o diretor-geral da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (Adufmat-Ssind), professor Breno Santos, e a professora Lélica Lacerda, militante de base da seção sindical, participaram de uma jornada internacional de solidariedade ao povo cubano e de defesa da Revolução Cubana.
A atividade ocorreu a partir de deliberação do 44º Congresso do ANDES-SN, que indicou a participação do sindicato nacional e de suas seções sindicais nas mobilizações do 1º de Maio, Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora. Durante a agenda em Cuba, os representantes da Adufmat-Ssind manifestaram solidariedade diante do cenário de intensificação do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos à ilha.
Formação sindical internacional
A programação incluiu a participação em uma formação sindical promovida pela Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), no Centro de Formação “Lázaro Peña”, em Havana. A atividade reuniu mais de 100 participantes de diversos países da América Latina, fortalecendo o intercâmbio entre organizações sindicais.

Entrega de doações
Como parte da ação solidária, a delegação da Adufmat-Ssind levou quatro malas com doações, incluindo medicamentos e alimentos. Os itens foram destinados a clínicas, hospitais, escolas, asilos e instituições de acolhimento em Havana e região, sob coordenação da CTC. Segundo os participantes, muitos desses produtos enfrentam dificuldades para chegar ao país em razão das restrições econômicas.

Participação no 1º de Maio
No dia 1º de Maio, os docentes participaram das mobilizações do Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora em Havana. A marcha reuniu centenas de milhares de pessoas na capital cubana e milhões em todo o país, com concentração na tradicional Tribuna Anti-imperialista.

Conferência internacional encerra programação
Encerrando a agenda, no dia 02/05, foi realizada a Conferência de Solidariedade Internacional, também organizada pela Central de Trabalhadores de Cuba. O encontro reuniu mais de mil lideranças sindicais e representantes de movimentos sociais e de juventude de diferentes países.
Durante a conferência, representantes sindicais cubanos manifestaram interesse em ampliar o diálogo e a cooperação com entidades brasileiras, incluindo o ANDES-SN e suas seções sindicais.
As atividades foram concluídas com um simpósio internacional promovido pela Federação Sindical Mundial (FSM), que debateu temas relacionados à soberania dos povos e à unidade da classe trabalhadora no cenário global.
Avaliação da participação
Por meio de aplicativo de mensagens, a delegação da Adufmat-Ssind afirmou que volta dessa grandiosa experiência com uma convicção ainda maior de que só haverá soberania popular no Brasil se toda a América Latina for igualmente soberana, e que a Revolução Cubana segue sendo um farol fundamental para os povos de luta do mundo. Para os docentes, defender a Revolução Cubana e suas conquistas é defender a humanidade e a classe trabalhadora!

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind
CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE A CUBA - doações de medicamentos até 20/04/2026
Companheiros e companheiras da UFMT
A Adufmat-Ssind, a partir da deliberação de base, aderiu à campanha de solidariedade ao povo cubano contra o bloqueio criminosos dos EUA à ilha, que dura mais de 60 anos, e às agressões imperialistas do Governo Trump.
Hoje Cuba se encontra sem insumos médicos necessários para atendimentos dos mais básicos aos mais complexos, se encontra com racionamento radical de luz e água, além de uma violenta restrição de acesso a combustíveis. O que os EUA fazem hoje em Cuba é um bloqueio genocida!
Por isso, a Adufmat-Ssind está recebendo em sua sede em Cuiabá (na Oca, campus Cuiabá), doações de medicamentos (nas caixas e dentro da validade) e equipamentos médicos (veja aqui a lista dos mais essenciais, embora todos sejam bem-vindos). As doações devem ser feitas até o dia 20 de abril, para que sejam enviadas por meio de uma delegação solidária a Cuba.
Além disso, divulgamos também a chave pix para doações financeiras diretas, que ajudarão na compra de painéis solares para a ilha: 34.131.511/0001-64. Elas são feitas à Câmara Empresarial Brasil-Cuba, uma das entidades que têm sido responsáveis por recolher doações no Brasil.
A luta sindical também é de solidariedade entre os povos!
Cuba Vive!
Cuba sim! Bloqueio não!
Fora yankees!
Adufmat-Seção Sindical do Andes - Sindicato Nacional
ANDES-SN participa do IX Encontro Continental de Solidariedade com Cuba
Uma delegação do ANDES-SN participou, entre 9 e 12 de outubro, do IX Encontro Continental de Solidariedade com Cuba. A atividade aconteceu na Cidade do México (MX) e reuniu 556 delegados e delegadas de 35 países da América Latina e do Caribe. Participaram também representações dos Estados Unidos, Canadá, Espanha, França, Escócia, Irã e Polônia.

De acordo com a organização do evento, os quatro dias de debates proporcionaram novos caminhos e iniciativas para promover o fortalecimento, a expansão e a coordenação de ações em apoio à ilha, que é alvo de uma política criminosa de cerco econômico e de guerra midiática por parte dos Estados Unidos e seus aliados.
"Foram dias intensos de reflexão, compromisso e fraternidade; dias de trabalho frutífero que reafirmaram que Cuba não está sozinha”, declarou Marcos Rodríguez Costa, embaixador cubano no México, no encerramento do Encontro.
Caroline Lima, 1ª vice-presidenta do ANDES-SN e encarregada de Relações Internacionais da entidade, contou que a atividade no México foi um momento de articulação internacional de diversas entidades sindicais, coletivos e movimentos sociais. Segundo ela, além do Sindicato Nacional, houve a presença de outras entidades e movimentos brasileiros, como o MST.
“Houve também uma presença muito grande de entidades sindicais e dos movimentos sociais mexicanos no encontro, o que demonstrou, inclusive para nós do ANDES-SN, um espaço importante de articulação política, pensando a luta da educação. E foi também um espaço para nós, do ANDES-SN, convidar os educadores e as educadoras para a construção e participação do IV Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação”, comentou.
Alguns encaminhamentos aprovados foram: aprofundar a denúncia ao bloqueio econômico a Cuba; incentivar o turismo à ilha; criar mais comitês de solidariedade à Cuba; usar a criatividade nas formas de defesa de Cuba e das conquistas da revolução; conquistar mais pessoas que possam defender Cuba e o povo cubano; ampliar a presença nas universidades, sugerindo cátedras como a José Martí; e participar, em 2026 em Cuba, das atividades que marcarão o centenário de nascimento de Fidel Castro.
De acordo com a 1ª vice-presidenta do Sindicato Nacional, o Encontro teve um papel importante para denunciar como o bloqueio contra Cuba vem inviabilizando a sobrevivência da população cubana, impedindo a chegada de medicamentos e o desenvolvimento de qualquer tecnologia.

“Para nós, do ANDES-SN, foi um espaço importante para divulgarmos as últimas políticas internacionais que aprovamos em nossas instituições deliberativas, como, por exemplo, a nossa parceria com o MST para o envio de medicamentos para Cuba”, avaliou. “Foi um evento muito positivo e a presença do ANDES-SN aqui contribuiu para que pudéssemos acessar e ter contatos com outras entidades sindicais, para que a gente avance ainda mais para uma política internacionalista de defesa da educação pública gratuita, laica e de qualidade”, acrescentou Lima.
Marcos Soares, 1º vice-presidente da Regional São Paulo e encarregado de Relações Sindicais do ANDES-SN, que também esteve no IX Encontro Continental de Solidariedade com Cuba, classificou o evento como muito significativo. Conforme o diretor, a atividade referendou posições que o ANDES-SN já tem em relação à defesa da Revolução Cubana, um processo histórico muito importante, fundamental para a luta dos trabalhadores e trabalhadoras na América Latina, e que impactou também outros movimentos sociais pelo mundo.
“A defesa inconteste do povo cubano, que sofre com um bloqueio imposto pelo imperialismo estadunidense, que tem produzido muitas dificuldades da reprodução social da população cubana. A denúncia também muito enfática do bloqueio e a discussão de mecanismos possíveis para furar esse bloqueio econômico”, elencou.
Segundo Soares, no segundo dia do evento, os participantes foram divididos em quatro grupos de trabalho temáticos. “Nos três grupos que nós [delegação do ANDES-SN] conseguimos participar, nós apresentamos as exposições do ANDES-SN, e falamos também do IV Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação, inclusive convidando companheiros e companheiras que queiram se somar a nós do ANDES-SN na construção.
Além de Caroline Lima e Marcos Soares, também esteve presente no IX Encontro Continental de Solidariedade com Cuba a 1ª vice-presidenta da Regional Pantanal do Sindicato Nacional, Luciana Henrique da Silva, representando a coordenação do Grupo de Trabalho de Política Educacional (GTPE) do ANDES-SN.
IV Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação
A delegação do ANDES-SN seguiu com agenda na Cidade do México para tratar da organização do IV Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação, que ocorrerá na capital mexicana em 2026. No dia 13, as diretoras e o diretor do Sindicato Nacional se reuniram com representantes da Coordenação de Trabalhadores da Educação Básica (CNTE) do México.
“Os companheiros também demonstraram bastante interesse e animação na construção coletiva desse evento para o ano que vem. Hoje, dia 14, nós fizemos uma reunião, pela manhã, com professores e professoras palestinos de uma universidade palestina. Nessa reunião, nós também, cumprindo uma tarefa aprovada nas instâncias deliberativas do ANDES-SN, falamos do apoio à Palestina, da denúncia do genocídio impetrado pelo Estado de Israel, também falamos de uma política aprovada pela nossa categoria que é a possibilidade de um número específico da revista Universidade Sociedade reproduzir artigos de companheiros e companheiras palestinos e palestinas, ou seja, a produção teórica, acadêmica de colegas da Palestina. Eles ficaram bastante animados com isso”, relatou Marcos Soares.

Além da delegação que se encontra no México, também participaram da reunião online com docentes da Palestina, a 2ª vice-presidenta da regional Planalto do ANDES-SN, Muna Muhammad Odeh, e o 1º tesoureiro do Sindicato Nacional, Sérgio Barroso.
“[Nessa reunião] Nós também falamos do IV Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação, dentro de uma concepção de que o combate ao neoliberalismo é o combate ao imperialismo, uma vez que o imperialismo tem utilizado desse mecanismo, dessa forma de organização do capitalismo, para impor suas políticas de precarização da vida como um todo e de morte, como foi o caso de Israel na Palestina. Nós fizemos um chamado a esses companheiros para se somarem a nós na construção e participação deste IV Congresso”, explicou o 1 vice-presidente da Regional SP do ANDES-SN.
“Foi uma conversa muito boa e eu penso que a gente cumpriu a tarefa para a qual fomos designados aqui no México: a participação no encontro de solidariedade à Cuba e as reuniões bilaterais para a construção do IV Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação”, concluiu Soares.
Confira a declaração final do IX Encontro Continental de Solidariedade com Cuba
Fonte: Andes-SN| Fotos: arquivo pessoal
Ulysses X Ulysses
Em meados da década de 1980, quando a população brasileira amargava 21 anos de uma ditadura empresarial-militar que matou, torturou e calou centenas de pessoas, além de estabelecer políticas que impactaram concretamente a vida de milhões, um nome se destacou em meio às ações em defesa da reabertura democrática: Ulysses Guimarães.
O então deputado federal presidiu a Assembleia Nacional Constituinte, estabelecida pela luta coletiva dos trabalhadores organizados que dedicaram suas vidas à construção do que ficou conhecida mundialmente como “Constituição Cidadã” – muito embora já estivesse, naquela época, muito aquém do que os trabalhadores, de fato, desejavam.
Como todos sabem – ou deveriam saber – nada nesta vida é dado. Assim, mesmo não sendo a ideal, a Constituição Federal de 1988 foi resultado de muito trabalho e suor; em outras palavras, de muitas disputas entre classes. Mas em 2025, com apenas 37 anos, a mesma Constituição Federal já está quase irreconhecível pela ação sistemática de grupos políticos que trabalham contra a população, representando notadamente o setor privado, e atuando pela derrubada de qualquer tipo de direito.
Permanece na Carta Magna, no entanto, o Art. 5º, que versa sobre as liberdades fundamentais. Entre elas estão as democráticas: de livre manifestação e expressão de pensamento, atividade intelectual, científica, de comunicação. Oficialmente, ainda é permitida a livre manifestação política no Brasil, desde que não seja anônima, racista e que não atente contra as próprias liberdades democráticas.
Ulysses Guimarães não foi nenhum revolucionário, mas morreu em 1992 levando consigo o reconhecimento histórico de ter sido um homem que atuou contra o autoritarismo e pela democracia.
Nos dias atuais, faz parte do grupo que trabalha pelo esvaziamento dos direitos um outro Ulysses: o Moraes. Ele se orgulha em dizer que foi o deputado estadual mais jovem do Brasil, quando ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, entre 2019 e 2023. Este Ulysses não tinha nem nascido quando o outro Ulysses fez história. Aparentemente, desconhece este processo e não estabelece qualquer analogia entre seu nome e do Ulysses da Constituição.
Talvez seus pais tenham se inspirado no primeiro Ulysses para nomeá-lo. Seria uma grande ironia, porque, apesar de ser advogado de formação (mais uma coincidência com o outro Ulysses), Moraes parece ignorar o Art. 5º da Constituição, citado acima. Esta semana, ele entrou na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e arrancou uma faixa de solidariedade ao povo palestino assinada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), pela Associação dos pós-graduandos/as/es (APG), pelo Sindicato dos Trabalhadores Técnicos-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado de Mato Grosso (Sintuf-MT) e pela Associação dos Docentes (Adufmat-Ssind). E mais: cometeu este atentado às liberdades democráticas registrando o ato com uma câmera, como se fosse algo digno e aceitável para ser divulgado.
Moraes também ignora completamente o fato de que os conflitos entre Israel e Palestina não tiveram início com o ataque do Hamas em 2023. Ele demonstra isso no vídeo, deixando claro que desconhece a origem dessa longa guerra, anterior até à formação do próprio Estado de Israel, em 1948. Com a criação do Estado de Israel, no entanto, os conflitos já existentes se agravaram, porque Israel se esparramou pelo território palestino, ocupando 78% dele.
Se não houvesse história no ensino regular, poderíamos atribuir o equívoco à pouca idade, mas Ulysses Guimarães foi deputado estadual pela primeira vez, em São Paulo, aos 30 anos; o Moraes assumiu aos 29, já bastante seguro com relação à defesa de setores empresariais na Casa de Leis, mas hoje, ao censurar uma comunidade acadêmica inteira, poderia ser considerado um homem maduro, de 35 anos de idade. Quem sabe ao alcançar os 70, idade que o primeiro Ulysses tinha ao presidir a Assembleia Nacional Constituinte, algo tenha mudado em Moraes. Mas até agora, todas essas coincidências colocaram os dois Ulysses em campos opostos: um atuou pela democracia, o outro contra ela.
Em meio a tantas atrocidades, alguns parecem, de fato, ter perdido o senso de humanidade. O mundo, no entanto, reconhece o terror que Israel promove sobre o povo palestino. A solidariedade se manifesta na força do coletivo. São milhares nas ruas e nos mares, por todo o mundo. Embora o Ulysses da atualidade acredite que o interesse individual se sobrepõe aos coletivos, sua atitude apenas expõe sua intolerância com os que pensam diferente e seu distanciamento do Ulysses que promulgou a Constituição Cidadã.
A máxima que afirma “quem não conhece sua história está fadado a cometer os mesmos erros” é verdadeira. Por isso, a atitude lamentável de Moraes evidencia a importância de conhecer a história do Guimarães, da Palestina, das disputas entre trabalhadores e patrões, do Brasil, além do conteúdo da própria Constituição Federal. No Inciso XLI do mesmo Art. 5º encontramos: "A lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais". Sendo a liberdade de manifestação e expressão uma das liberdades fundamentais, esse é o mínimo que a comunidade da UFMT espera que aconteça agora.
Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind
Nota de repúdio às ações truculentas dentro da UFMT e de solidariedade ao povo palestino
Há 726 dias o mundo assiste, em boa parte indiferente, ao massacre de um povo inteiro pelas mãos de um projeto racista e fascista: o sionismo de Israel, apoiado pelo imperialismo dos Estados Unidos e pela conivência de boa parte dos países da Europa.
Há 726 dias o povo palestino amarga a fase mais violenta do genocídio que não começou em 2023, mas que se manifesta na ocupação de Israel sobre as terras palestinas desde 1947.
Diante do martírio cotidiano de mais de 70 mil pessoas (em número oficiais, mas certamente muito mais do que isso), muitas dessas crianças e mulheres, não há outra atitude aceitável do que a de prestar imediata e irrestrita solidariedade ao povo palestino e repúdio ao projeto sionista e genocida de Israel.
E isso é que as entidades representativas dos e das discentes, docentes e técnicos(as) da UFMT têm feito desde o primeiro dia dessa fase do genocídio. É nossa responsabilidade política e nossa obrigação diante de tamanha barbárie.
Mas uma simples faixa de solidariedade ao povo palestino e de repúdio às tentativas de interferência do governo Trump contra a soberania popular no Brasil é suficiente para atiçar a ira autoritária daqueles que dizem defender a vida, mas que defendem um Estado que mata cruelmente crianças, mulheres, inocentes de todo o tipo, num massacre desenfreado. É a ira autoritária de quem pretende provocar a universidade, seus espaços democráticos e sua comunidade - para ganhar likes, ganhar votos e ganhar mídia. O que essas pessoas ganham, no entanto, é apenas o desprezo dessa comunidade, e a certeza, dessa mesma coletividade, de que esses estão do lado da barbárie, da violência, contra a educação pública e a paz para os trabalhadores e trabalhadoras de todo o mundo.
O DCE, a APG, a Adufmat-Ssind e o Sintuf-MT - entidades representativas das três categorias, discentes, docentes e técnicos-administrativos em educação (TAEs), da UFMT - repudiam veementemente a invasão ao espaço democrático e de livre expressão política que é a UFMT, repudiam as agressões fascistas que sempre acompanham esse tipo de ato, mascaradas pela performance midiática de “rasgar uma faixa”, e reafirmam sua defesa e solidariedade irrestrita ao povo palestino e contra as ameaças autoritárias dos fascistas do Brasil dos EUA. Por fim, reivindicamos, por parte da Reitoria da UFMT, a adoção de medidas judiciais e administrativas cabíveis e necessárias para combater a ocorrência de atos autoritários como este dentro dos seus espaços.
Viva a luta do povo palestino!
Trump, tire suas mãos do Brasil e da América Latina!
Fascistas não passarão!
Cuiabá, 03 de outubro de 2025
Diretório Central dos Estudantes da UFMT de Cuiabá (DCE)
Associação dos Pós-graduandos/as/es da UFMT (APG)
Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado de Mato Grosso (Sintuf-MT)
Associação dos Docentes da UFMT- Seção Sindical do Andes - Sindicato Nacional (Adufmat-Ssind)
ANDES-SN vai à Embaixada da Palestina reafirmar solidariedade e apresentar resoluções do 68º Conad
Empossada em 11 de julho passado, a nova diretoria do ANDES-SN esteve, na manhã da última quinta-feira (14), na Embaixada da Palestina para reafirmar o compromisso de solidariedade com o povo palestino e se apresentar, formalmente, ao Embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben. Também foram levadas ao embaixador as resoluções mais recentes da categoria docente relativas à causa palestina, aprovadas no 68º Conad realizado no mês passado, em Manaus (AM).
Fotos: Eline Luz / Imprensa ANDES-SN
O Sindicato Nacional foi representado pela encarregada de Relações Internacionais e 1ª vice-presidenta, Caroline Lima, pelo encarregado de Imprensa e 2º tesoureiro, Diego Marques, pelo 2º secretário, Herrmann Muller, pela 2ª vice-presidenta da Regional Planalto, Muna Muhammad Odeh, e pela 1ª vice-presidenta da Regional Rio de Janeiro, Raquel Vega.
“Nós apresentamos as resoluções que aprovamos nesse último Conad, principalmente aquelas relacionadas aos estudantes refugiados que estão vindo para o Brasil. O debate foi muito importante porque o embaixador trouxe elementos políticos sobre o acolhimento a esses e essas estudantes, e como o Brasil não tem uma política de imigração, não tem uma política de Estado para atender refugiados e refugiadas”, disse Caroline Lima.
Conforme a encarregada de Relações Internacionais, o representante da Palestina afirmou que o governo brasileiro tem disposição de acolher as e os imigrantes, mas não tem uma política de Estado que garanta a permanência, principalmente para estudantes que virão para as universidades públicas. “Esse elemento foi importante porque nós colocamos, inclusive, para o embaixador Ibrahim Alzeben, o papel das universidades, IFs e cefets no debate sobre a construção de uma política de Estado para receber refugiados e refugiadas. Um outro elemento que nós debatemos é a construção, em diálogo com a embaixada e com o povo palestino, de políticas sindicais para que possamos avançar, no setor da Educação, pensando a luta contra o genocídio do povo palestino”, explicou.

Caroline avaliou que a reunião foi muito importante para abrir um canal de diálogo formal com a embaixada para diversas articulações, inclusive no Legislativo e Executivo, bem como para espaços formativos. “Nós findamos com uma solicitação do embaixador de levarmos para o MEC, e para os espaços deliberativos do ANDES-SN, uma discussão de intercâmbio entre docentes brasileiras e brasileiros e professores e professoras palestinos e palestinas, considerando a história da América Latina e da sua resistência, como também da resistência do povo palestino, a partir de uma perspectiva decolonial, reafirmando a necessidade do debate classista”, contou a docente.
A embaixada da Palestina também confirmou participação na reunião do Grupo de Trabalho de Política de Formação Sindical (GPFS) do ANDES-SN, que será realizada nos dias 5 e 6 de setembro. “No dia 5, nós vamos conversar sobre a rede de pesquisadores palestinos, tanto brasileiros e brasileiras que estudam Oriente Médio e o povo palestino, quanto professores e professoras palestinas que estão aqui no Brasil. Ficamos muito felizes com essa possibilidade. A embaixada informou que vai se fazer presente nessa atividade, para contribuir não só com a discussão, mas para fortalecer esse elo com o movimento sindical no Brasil e com o ANDES-SN”, acrescentou a 1ª vice-presidenta do Sindicato Nacional.

68º Conad
Além de buscar mecanismos de solidariedade e apoio a estudantes palestinos no Brasil, o 68º Conad também aprovou que o Sindicato Nacional incentive as Seções Sindicais a adotarem iniciativas para concretizar as deliberações em relação ao Boicote, Desenvolvimento e Sanções (BDS).
Para intensificar a denúncia da guerra contra a Palestina, foi indicado, ainda, às seções sindicais que, junto à campanha BDS, realizem manifestações, palestras e debates que possam ajudar na propaganda em defesa do povo palestino. Também reafirmaram a luta para fazer das Instituições de Ensino Superior (IES), dos institutos federais e cefets territórios livres de apartheid.

Fonte: Andes-SN
Sindicato Nacional demonstra apoio a pesquisadoras e pesquisadores na Argentina
O ANDES-SN manifestou apoio às trabalhadoras e aos trabalhadores do sistema científico e tecnológico da Argentina, em especial às pesquisadoras e aos pesquisadores do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), diante dos graves ataques à ciência pública perpetrados pelo governo do presidente Javier Milei. O Conicet é uma autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação da Argentina, destinada a promover o desenvolvimento da ciência e da tecnologia no país.
De acordo com a nota divulgada nessa quarta-feira (14), por meio da Circular 213/2025, o recente Relatório nº 142 da Chefia de Gabinete do governo argentino, apresentado ao Congresso Nacional em abril, confirma o descumprimento deliberado da Lei 27.614, que estabelece o financiamento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O documento aponta uma drástica redução dos recursos destinados à área: de 0,302% do PIB em 2023 para apenas 0,157% em 2025.
O Sindicato Nacional denunciou ainda a paralisação da contratação de pesquisadoras e pesquisadores aprovados nas últimas chamadas do Conicet, o congelamento de bolsas de formação científica e os cortes em programas estratégicos, medidas que comprometem seriamente o presente e o futuro da produção de conhecimento no país.
Segundo o ANDES-SN, as universidades públicas também têm sido afetadas, o que ameaça a articulação entre pesquisa, ensino e sociedade. O sindicato alertou que o desmonte da ciência e da educação integra um projeto mais amplo de destruição do Estado, alinhado à política ultraliberal do governo Milei, com impactos profundos no ambiente acadêmico, científico e universitário.
“Reafirmamos que não há soberania científica sem investimento público, comprometido com as necessidades do povo. A destruição da pesquisa científica e da educação superior é parte de um projeto mais amplo de desmonte do Estado e do projeto ultraliberal de Milei, com consequências estruturais profundas no ambiente acadêmico, científico e universitário”, afirmou o Sindicato Nacional.
Leia aqui a nota na íntegra
Fonte: Andes-SN












