Quinta, 17 Junho 2021 17:48

 

Nesta semana, a CSP-Conlutas tem como principal desafio impulsionar a participação nas grandes manifestações deste sábado (19) como centro de sua intervenção. É urgente o fortalecimento da luta em defesa da vida e para botar fora Bolsonaro e Mourão, já. Também atuaremos intensamente nas demais lutas unitárias do próximo período, rumo à preparação e construção uma Greve Geral Sanitária em defesa da vida no Brasil.

 

Card de divulgação

 

Na preparação deste grande dia de luta, a unidade em todos os processos de mobilização e resistência de nossa classe é fundamental por parte da Central, sindicatos, movimentos populares e contra as opressões que integram a CSP-Conlutas com entidades e movimentos em todo o país que vêm organizando a data.

 

Somos parte da grande campanha nacional por FORA BOLSONARO e da grandiosa manifestação nas ruas ocorrida no último dia 29 de maio. É nesse contexto, que o dia 18 convocado pelas Centrais Sindicais, deve nos servir como um verdadeiro esquenta para o 19J, com debate no local de trabalho, assembleias, protestos e paralisações, bem como para levarmos a discussão sobre a necessidade da greve geral sanitária, assim como orientar trabalhadores e trabalhadores a participarem dos atos com máscara, uso constante de álcool em gel e garantir o distanciamento social.

 

Coloque na capa do Facebook

 

O #29M, Dia Nacional de Lutas e Mobilizações pelo Fora Bolsonaro, foi muito importante para a conjuntura política do Brasil. As ruas entraram em cena contra o governo, a pandemia, a crise social e ecoaram com força o grito “Fora Bolsonaro”. As manifestações do #29M ocorreram em mais de 200 cidades em todas as regiões do Brasil, ocorrendo no momento em que o governo está novamente acuado pela crise social, sanitária, política e econômica.

 

Por isso, a CSP-Conlutas está estimulando: “Organize um comitê no seu bairro, local de trabalho, convoque nos grupos de redes sociais, estimule iniciativas com cartazes, visuais criativos, palavras de ordem e muito barulho”.

 

“Vamos juntar quilombolas, indígenas, operários, funcionalismo público, negros e negras, LGBTs, trabalhadores e trabalhadoras em geral e estudantes”, frisa o integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Atnágoras Lopes.

 

Entre as bandeiras de luta estão o retorno dos 600 reais de auxílio emergencial, garantia de emprego e direitos, o apoio ao pequeno proprietário, vacina com quebra de patentes e a demanda urgente de colocar para fora esse governo genocida.

 

A CSP-Conlutas, mais uma vez, está integrada a essa luta e irá impulsioná-la em todos os locais em que atua, buscando a construção cada vez mais unitária dessa luta que vem ganhando força em todo o país. Não dá mais para assistirmos, vivermos na carne, essas 500 mil mortes, nosso povo passando fome, sofrendo toda essa violência. O tamanho de nossa luta precisa ser maior que os ataques. E precisa ser agora!

 

Mais uma vez, apoiada na ampla unidade dessa campanha, a CSP-Conlutas faz o chamado às Centrais Sindicais para que convoquem urgentemente uma Greve Geral Sanitária. “A disposição de luta da população mostra que é possível. É tarefa vital expurgarmos esse governo e todos os seus asseclas e ferir o capitalismo que financia o genocídio em nosso país”, ressalta o dirigente.

 

Acesse arte de faixa de 2,0X1,5m para impressão – a ser usada no 19J

 

 

 

Acesse arte de faixa de 3,0X1,2m para impressão – a ser usada no 19J

 

 

Abaixo, o calendário das manifestações que já estão marcadas para o 19J.

Faremos atualizações diárias

 

Norte
AC – Cruzeiro do Sul – Caminhada Escola São José | 8h
AC – Rio Branco – Caminhada Gameleira até o Palácio Rio Branco | 15h
AM – Manaus – Caminhada Praça da Saudade | 15h
AP – Macapá – Praça da Bandeira | 16h
PA – Belém – Caminhada Mercado de São Brás até Praça da República | 8h
PA – Bragança – Praça das Bandeiras | 8h
PA – Santarém – Praça São Sebastião | 16h
RO – Cacoal – Parte de Baixo da Praça da Prefeitura | 9h
RO – Guajará-Mirim – Parque Circuito | 9h
RO – Ji-Paraná – Casa do Papai Noel | 9h
RO – Porto Velho – Caminhada Praça das 3 caixas d’água | 8h
RO – Porto Velho – Carreata 7 de setembro com a Farquar | 8h
RR – Boa Vista – Carreata e ato Centro Cívico até Jaime Brasil | 9h
TO – Araguaína – Praça das Bandeiras | 16h
TO – Palmas – JK Entrada Leste do Palácio Araguaia (Lado da Serra) | 8h30

 

Nordeste
AL – Arapiraca – Praça Luiz Pereira | 9h
AL – Delmiro Gouveia – Praça do Coreto | 9h
AL – Maceió – Carro, moto ou a pé Praça Centenário | 9h
AL – Palmeira dos Índios – Praça São Cristovão | 9h
BA – Camaçari – Praça Monte Negro | 9h
BA – Ilhéus – Praça Cairú | 9h
BA – Itabuna – Jardim do Ó | 9h
BA – Itapetinga – Em frente ao Moacir Moura | 8h30
BA – Jacobina – Praça do Garimpeiro | 8h30
BA – Jequié – Praça Ruy Barbosa | 9h
BA – Juazeiro – Av. Adolfo Viana na Praça Dedé Caxias | 9h
BA – Juazeiro – Carreata Orla Nova | 9h
BA – Feira de Santana – Em frente à prefeitura | 9h
BA – Paulo Afonso – Carreata | 9h (*Aguardando Infos)
BA – Poções – Praça do Divino | 9h
BA – Senhor do Bonfim – Carreata Sindiferro | 9h
BA – Santo Antônio de Jesus – Carreata Concentração Espaço do São João | 14h
BA – São Luís do Curu – Saída de ônibus rumo à Fortaleza (*Aguardando Infos)
BA – Salvador – Largo do Campo Grande até Farol da Barra | 14h
BA – Santa Cruz Cabrália – Caminhada e carro de som Praça do Coração | 9h
BA – Santo Antônio de Jesus – Carreata Concentração no Espaço do São João | 14h
BA – Serrinha – Passeata Praça da Estação rumo à Praça Luiz Nogueira | 9h
BA – Serrinha – Carreata | 14h (*Aguardando Infos)
BA – Vale do Capão – Caminhada Rufino Rocha até o Coreto da Vila | 15h
BA – Vitória da Conquista – Praça 09 de Novembro | 8h30
CE – Brejo Santo – Praça da Aldeota | 16h
CE – Caucaia – Carreata Praça do Remo | 8h
CE – Crato – Passeata Praça São Vicente | 9h
CE – Fortaleza – Carreata Av. Leste Oeste Santa Edwiges | 15h
CE – Fortaleza – Praça da Gentilândia | 15h30
CE – Iguatu – Carreata, Motocada e Bicicletada na Av. Fransquinha Dantas | 17h30
CE – Limoeiro do Norte – Praça do BNB | 7h30
CE – Maracanaú – Praça da Estação | 16h
CE – Russas – Em frente ao STR ao lado do Mercado Novo | 8h
CE – Sobral – Passeata Praça de Cuba | 8h
CE – Tauá – Passeata Praça Capitão Citó | 7h30
CE – Tianguá (Região da Ibiapaba) – Em frente ao Mix Atacarejo | 7h
MA – São Luís – Praça Deodoro até a Maria Aragão | 8h
PB – Campina Grande – Praça da Bandeira | 9h
PB – Cajazeiras – Praça das Oiticicas | 9h
PB – João Pessoa – Caminhada e carreata Lyceu Paraibano, rumo ao ponto de Cem Réis | 9h
PB – Monteiro – Carreata saindo do Portal | 9h
PB – Patos – Em frente aos Correios | 8h30
PE – Caruaru – Grande Hotel | 9h
PE – Petrolina – Praça Dom Malan/Catedral | 9h
PE – Recife – Praça do Derby indo pela Conde da Boa Vista até Guararapes | 9h
PE – Salgueiro – Av. Agamenon Magalhães (entrada da feira livre) | 08h
PE – São José do Egito – Rua da Baixa – em frente a estátua do poeta | 9h
PE – Serra Talhada – Praça do Pajeú /Igreja N.Sra da Penha | 15h30
PE – Surubim – Praça Dídimo Carneiro | 8h30
PI – Parnaíba – Semáforo da Av. Pinheiro Machado com Samuel Santos | 16h
PI – Picos – Praça Félix Pacheco | 8h
PI – Piripiri – Praça da Bandeira | 10h
PI – Teresina – Praça Rio Branco | 8h
RN – Mossoró | praça Cícero Dias em frente ao Teatro Municipal | 16h
RN – Natal – Midway Mall até Natal Shopping Center | 15h
RN – Pureza – Ato na Feira Livre | 6h
SE – Aracaju – Praça da Bandeira | 9h
SE – Capela – Praça da Matriz | 08h
SE – Itabaiana – Carreata, Calçadão Airton Teles (Anfiteatro) | 16h

 

Centro-Oeste
DF – Brasília – Carreata Praça do Buriti em direção à Esplanada) | 8h
DF – Brasília – Caminhada Biblioteca Nacional em direção ao Congresso Nacional | 9h
GO – Anápolis – Praça do Ancião | 9h
GO – Aurilândia – Ginásio de Esportes | 17h
GO – Catalão – Praça do Eldorado (Castelo Branco) | 8h
GO – Ceres – Parque Curumim | 8h
GO – Cidade de Goiás – Praça do Chafariz | 9h30
GO – Goiânia – Caminhada e Carreata Praça Cívica | 9h
GO – Jataí – Carreata e Bicicletada Lago Diacuy | 9h
GO – Pirenópolis – Carreata concentração Residencial Luciano Peixoto | 9h30
GO – São Luís de Montes Belos – Praça da República | 14h30
MT – Cáceres – Caminhada e Carreata Praça da Cavalhada | 8h
MT – Cuiabá – Prainha – Ato Simbólico | 6h
MT – Cuiabá – Carreata SESC Arsenal – Sentido Santa Isabel | 8h
MT – Cuiabá – Praça Alencastro | 10h
MT – Juína – Carreata Ginásio de Esportes | 16h
MT – Tangará da Serra – Carreata Corpo de Bombeiros | 14h30
MS – Bonito – Praça da Liberdade | 16h
MS – Campo Grande – Praça do Rádio | 9h
MS – Corumbá – Concentração na Frei Mariano com a Dom Aquino | 8h30
MS – Dourados – Ato simbólico | 9h30
MS – Três Lagoas – Praça do Relógio | 9h

 

Sudeste
ES – Aracruz – Praça São João Batista | 9h
ES – Cachoeiro – Antiga estação ferroviária | 11h
ES – Marataízes – Rotatória da Barra | 15h
ES – Vitória – Carro, Bike e a pé UFES até Assembléia Legislativa | 15h
MG – Alfenas – Praça da Rodoviária Antiga | 15h30
MG – Araçuaí – (*Aguardando infos)
MG – Araguari – em frente ao Bosque John Kennedy |10h
MG – Além Paraíba – concentração da carreata no Bairro da Saúde a partir dar 10h
MG – Bambuí – Carreata na entrada da cidade | 11h
MG – Barbacena – em frente à Policlínica | 10h
MG – Belo Horizonte – Praça da Liberdade até Praça da Estação | 13h30
MG – Betim – Viaduto do Jacintão | 9h
MG – Bocaiúva – Praça Wandick Dumont | 8h
MG – Brumadinho- Concentração no Letreiro e caminhada até a Praça da Rodoviária | 10h
MG – Campo Belo – Praça dos Expedicionários | 9h30
MG – Caratinga – Praça da Estação | 15h
MG – Conselheiro Lafaiete – Praça Barão de Queluz | 13h
MG – Divinópolis – Rua São Paulo | 9h
MG – Divinópolis – Praça Santuário | 10h
MG – Formiga – Praça da Rodoviária | 7h
MG – Goianá – Praça Aimbré de Paula Andrade | 15h
MG – Gonçalves – Portal da Cidade | 11h
MG – Governador Valadares – Praça da Estação | 10h
MG – Itajubá – Praça Wenceslau Braz | 10h
MG – Ipatinga Praça Primeiro de Maio | 9h
MG – Itabira – Rodoviária | 9h
MG – Itabirito – em frente a Prefeitura | 9h
MG – Itaúna – Praça da Matriz | 9h
MG – Ituiutaba – Praça da Prefeitura | 8h30
MG – João Monlevade – Câmara Municipal | 09h
MG – Juiz de Fora – Parque Halfeld | 10h
MG – Lavras – Praça Dr. Augusto Silva | 10h
MG – Leopoldina – Praça Felix Martins | 9h
MG – Montes Claros – Praça do Automóvel Clube | 9h
MG – Muriaé – Parque de Exposições | 10h
MG – Ouro Branco – Praça da Prefeitura | 9h
MG – Ouro Preto – Praça Tiradentes | 10h
MG – Patos de Minas – Praça do Coreto | 9h30
MG – Passos – Estação Cultura | 10h
MG – Poços de Caldas – Parque Afonso Junqueira | 15h
MG – Ponte Nova – Praça Palmeiras | 9h
MG – Pouso Alegre – Catedral | 9h30
MG – Raposos – No Cruzeiro | 8h
MG – Ribeirão das Neves – Praça de Justinópolis | 9h
MG – Santa Bárbara – Praça Leste de Minas | 10h
MG – São Sebastião do Paraíso – Carreata CAIC Rua José Braz Neves n° 100 | 15h
MG – São João Del Rei – Em frente ao Dom Bosco | 10h
MG – São Lourenço – Calçadão II | 14h30
MG – Serro – Parque de Exposições da Cidade | 16h
MG – Sete Lagoas – Praça Tiradentes | 9h
MG – Ubá – Av. Comendador Jacinto Soares de Souza Lima | 15h30
MG – Uberaba – Praça Rui Barbosa | 9h
MG – Uberlândia – Praça Ismene Mendes | 9h30
MG – Varginha – Praça do ET | 10h
MG – Viçosa – 4 Pilastras | 9h30
SP – Assis – Praça da Catedral | 9h
SP – Araçatuba – Praça Rui Barbosa, Centro | 10h
SP – Barretos – Praça da Igreja de Sant’Ana e São Joaquim, Bairro Nadir Kenan | 15h
SP – Bauru – Praça Rui Barbosa | 14h
SP – Botucatu – Largo São José | 15h
SP – Bragança Paulista – Carreata Concha Acústica | 10h
SP – Cajamar – Carreata Rua atrás do Ginásio do Polvilho | 9h
SP – Campinas – Caminhada Largo do Rosário até Centro | 10h
SP – Caraguatatuba – Carreata Quiosque 32 Indaiá | 9h
SP – Carapicuíba – Ato Simbólico na Vila Dirce e ida à Av. Paulista | 10h
SP – Diadema – Terminal Diadema | 14h
SP – Franca – Em frente ao SENAI | 9h
SP – Garça – Carreata em frente a Praça da Prefeitura | 14h
SP – Guaratinguetá – Praça Condessa de Frontin (estação) | 9h
SP – Ilhabela – Praça da Mangueira | 15h
SP – Ilhéus – Praça Cairú | 9h
SP – Indaiatuba – Av. Francisco de Paula Leite esquina do SESI em frente ao posto BR | 14h
SP – Itanhaém – Boca da Barra | 15h
SP – Itapetininga – Concentração Carreata SESI sentido Paróquia N.S.das Estrelas |(*Aguardando infos)
SP – Jacareí – Pátio dos Trilhos – 9h30
SP – Jaú – Em frente ao Cemitério | 9h
SP – Jundiaí – Carreata Paço Municipal | 9h30
SP – Jundiaí – Ato na Ponte Torta | 11h
SP – Laranjal Paulista – Carreata Cemitério da Saudade | 13h30 e Ato Simbólico Largo São João | 14h30
SP – Lorena – Praça Arnolfo Azevedo | 9h
SP – Mairiporã – Praça do Rosário (Antiga Rodoviária) | 9h30
SP – Marília – Praça Saturnino de Brito (em frente à Prefeitura) | 10h
SP – Mogi das Cruzes – Largo do Rosário | 10h
SP – Peruíbe – Rua Colombo Americano dos Santos, entre o MC Donald’s e a Praça Flórida | 10h
SP – Piracicaba – Praça José Bonifácio | 10h
SP – Piracaia – Praça do Rosário | 15h
SP – Praia Grande – Av. Pau Brasil em frente ao Krill no Samambaia | 10h
SP – Presidente Prudente – HALF Pista de Skate no Parque do Povo | 16h30
SP – Ribeirão Preto – Caminhada Esplanada do Teatro Pedro II | 9h
SP – Registro – Praça dos Expedicionários | 15h
SP – Rio Preto – Em frente à Câmara Municipal | 16h
SP – Santo André – Praça do Carmo | 10h
SP – Santo André – Paço Municipal | 13h
SP – São Bernardo – Carreata Rua Odeon (Colégio Vereda atrás do Terminal Ferrazópolis) | 10h
SP – São Carlos – Praça dos Voluntários, Mercadão e semáforos no entorno | 10h
SP – São Roque – Carreata Brasital, Av. Aracaí 250 com arrecadação de alimentos | 10h30
SP – Santos – Estação da Cidadania | 16h
SP – São José dos Campos – Praça Afonso Pena | 9h
SP – São Luiz do Paraitinga – Carreata – Bairro do Orris | 15h
SP – Bicicletada Praça do Ciclista | 13h30
SP – São Paulo – MASP | 16h
SP – São Sebastião – Costa Sul – Praça Pôr do Sol SP – Boiçucanga | 16h
SP – Socorro – Carreata Praça do Fórum | 14h30
SP – Sorocaba – Praça Coronel Fernando Prestes (Catedral) | 10h
SP – Taubaté – Bolsão Avenida do Povo | 9h
SP – Tatuí – Carreata Av. das Mangueiras | 10h
SP – Tupã – Praça da Imigração Japonesa | 13h
SP – Ubatuba – Rotatória do Pescador | 16h
SP – Osasco – Caminhada Rua Antônio Agu/Estação de Osasco | 13h30
RJ – Angra dos Reis – Praça do Papão | 10h
RJ – Barra do Piraí – Carreata Rua Angélica (Light) | 8h30
RJ – Barra Mansa | Praça da Matriz | 11h
RJ – Barra do Piraí – Carreata Rua Angélica (Light) | 8h30
RJ – Bom Jesus de Itabapoana | Praça Governador Portela | (*Aguardando Infos)
RJ – Campos – Praça São Salvador | 9h
RJ – Itaperuna | Concha Acústica | 16h
RJ – Macaé – Praça Veríssimo de Melo | 9h30
RJ – Nilópolis – Praça dos Estudantes | 9h
RJ – Nova Friburgo – Praça Demerval Barbosa | 14h
RJ – Nova Iguaçu – Praça Direitos Humanos Via Light | 9h
RJ – Petrópolis | Praça da Inconfidência | 11h
RJ – Resende – Mercado Popular | 10h
RJ – Rio das Ostras – Posto de saúde da Família ncora | 9h
RJ – Rio de Janeiro – Monumento Zumbi dos Palmares até Candelária | 10h
RJ – Santo Antônio de Pádua | Concentração Bar Cariocando | 11h
RJ – Silva Jardim – Igreja Católica do Centro | 14h
RJ – Teresópolis | Praça do Sakura | 9h
RJ – Três Rios – Praça São Sebastião | 16h
RJ – Valença – Jardim de Cima | 10h
RJ – Vassouras – Praça Eufrásia Teixeira Leite | 10h
RJ – Visconde de Mauá – Campo de Futebol | 16h
RJ – Volta Redonda – Vila UFF | 9h

 

Sul

PR – Antonina – Carreata e Bicicletada Praça Coronel Macedo | 9h
PR – Apucarana- Carreata Rodoviária de Apucarana | 9h
PR – Campo Mourão – Carreata Escola CAIC | 9h30
PR – Cascavel – Carreata em frente ao Tuiutí sentido à Prefeitura | 9h
PR – Cianorte – Carreata Praça Duque de Caxias (Av. Arthur Tomas) | 9h30
PR – Curitiba – Praça Santos Andrade | 15h
PR – Foz Iguaçu – Praça da Paz | 9h
PR – Francisco Beltrão – Praça da Matriz | 10h
PR – Guarapuava – Praça Cleve | 10h
PR – Irati – Rua da Cidadania | 10h
PR – Irati – Av. Paraná | 14h
PR – Laranjeiras do Sul – Av. Santos Dumont (Super creche 2) | 9h
PR – Londrina – Em frente ao Teatro Ouro Verde | 16h
PR – Maringá – Praça Raposo Tavares | 14h
PR – Matinhos- Rotatória | 9h
PR – Morretes – Carreata concentração na Copel | 15h
PR – Paranaguá – Praça dos Leões | 9h
PR – Pato Branco- Em frente a Igreja Matriz | 16h
PR – Ponta Grossa – Praça Barão de Guaraúna | 15h
PR – Umuarama – Praça Arthur Thomas | 11h
PR – União da Vitória – Praça Coronel Amazonas | 15h
RS – Caxias do Sul – Praça Dante | 15h
RS – Erechim – Esquina Democrática | 13h30
RS – Pelotas – Largo do Mercadinho | 10h
RS – Porto Alegre – Ato 150 anos da CARRIS (Aguardando Infos)
RS – Porto Alegre – Largo Glênio Peres | 15h
RS – Porto Alegre – Mercado Municipal em marcha até Largo Zumbi dos Palmares | 15h
RS – São Leopoldo – Caminhada Praça do Imigrante | 10h
RS – Torres – Praça XV | 14h30
SC – Araranguá – Relógio do Sol | 9h
SC – Balneário Camboriú – Praça Tamandaré | 15h
SC – Blumenau – Praça do Teatro Carlos Gomes | 10h
SC – Brusque – Ato distribuição de máscaras e arrecadação de alimentos Praça Gilberto Colzani (Praça do Chafariz) | 10h
SC – Caçador – Carreata concentração em frente ao IFSC | 9h30. Seguindo para atos simbólicos na Praça do Berger | 10h30, e no centro do bairro Martello | 11h30
SC – Chapecó – Carreata Praça Coronel Bertaso em frente à Catedral | 9h30
SC – Criciúma – Praça da Chaminé | 9h
SC – Florianópolis – Praça Tancredo Neves (Praça da ALESC) | 9h
SC – Garopaba – Carreata e Bicicletada Rua Álvaro E. Nascimento | 15h
SC – Herval d’Oeste – Praça Daniel Olímpio da Rocha | 14h
SC – Itajaí – Calçadão da Hercílio Luz | 10h
SC – Jaraguá do Sul – Ato na Praça ngelo Piazera | 9h
SC – Joinville – Praça da Bandeira | 10h
SC – Laguna – Cais do Centro | 9h30
SC – Lages – Praça João Costa (Calçadão) | 15h
SC – Porto União – Praça Amazonas | 15h
SC – Rio do Sul – Ato e Arrecadação de alimentos Praça Ermembergo Pellizzetti | 9h30
SC – São Bento do Sul – (*Aguardando infos)
SC – São Cristóvão do Sul – Ato nas margens da BR 116 | 10h
SC – São Lourenço do Oeste – Carreata Centro de Eventos | 10h
SC – São Miguel do Oeste – Ato no Trevo | 10h
SC – Tubarão – Carreata e Caminhada Praça da Arena Multiuso | 13h30
SC – Xanxerê – Ato na Praça | 9h30

 

Atos no Exterior

18/06
EUA – Washington – Consulado do Brasil em Washington – 1030 15th St NW | 12h (horário local)

19/06
Alemanha – Berlim – Pariser Platz Brandenburger Tor | 11h45 (horário local)
Alemanha – Colônia – Roncalli Platz | 16h (horário local)
Alemanha – Frankfurt – Romënberg (descer na Estação Römer)| 15h (horário local)
Alemanha – Leipzig – (*Aguardando Infos)
Alemanha – Munique – Geschwister-Scholl-Platz | 16h (horário local)
Bélgica – Bruxelas – em frente à Embaixada do Brasil | 16h (horário local)
Canadá – Montreal – no Monument à George-Étienne Cartier| (*Aguardando Infos)
Canadá – Quebec – (*Aguardando Infos)
Dinamarca – Aarhus – Mølleparken | 15h (horário local)
Espanha – Barcelona – Plaça Sant Jaume | 19h (horário local)
Espanha – Madrid – Saída de Cibeles até Sol| 18h (horário local)
Espanha – Palma de Maiorca – Parc de la Mar (em frente ao Painel Joan Miró) | 20h (horário local)
EUA – Nova York – Union Square| 16h (horário local)
EUA – Boston – Consulado do Brasil em Boston| 14h (horário local)
EUA – Chicago – (*Aguardando Infos)
EUA – Los Angeles – em frente ao Federal Building (11000 Wilshire Blvd, LA) | 10h (horário local)
EUA – Flórida – Delray Beach | 9h (horário local)
EUA – Flórida – Deerfield Beach | 10h (horário local)
França – Paris – (*Aguardando Infos)
Grécia – Atenas – (*Aguardando Infos)
Holanda – Amsterdam – Dam 1 | 14h30 (horário local)
Inglaterra – Londres – Embaixada do Brasil | 12h (horário local)
Inglaterra – Londres – Embaixada do Brasil | 14h (horário local)
Inglaterra – Oxford – Fernando’s Cafe City Center | 13h (horário local)
Irlanda – Dublin – Spire| 10h (horário local)
Irlanda – Cork – Dount Square| 10h (horário local)
Irlanda – Galway – Spanish Arch | 14h (horário local)
Itália – Bolonha – (*Aguardando Infos)
Portugal – Braga – Praça da República | 18h (horário local)
Portugal – Coimbra – Praça 8 de Maio | 11h (horário local)
Portugal – Lisboa – Parque Eduardo VII (Junto à Bandeira de Portugal) | 15h30 (horário local)
Portugal – Porto – Centro Português de Fotografia, Largo Amor de Perdição | 16h (horário local)
Portugal – Porto – Av. dos Aliados | 18h (horário local)
Reino Unido – Londres – Embaixada do Brasil | 12h (horário local)
Reino Unido – Londres – Embaixada do Brasil | 14h (horário local)
Reino Unido – Oxford – Fernando’s Cafe City Center | 13h (horário local)
República Tcheca – Praga – Národnímu Muzeu | 15h
Suíça – Zurich- LandesMuseum| 11h (horário local)
Suíça – Genebra – (*Aguardando Infos)

20/06
Itália – Roma – Piazzale Del Verano 20h (horário local)

 

 

Fonte: CSP-Conlutas

Quinta, 17 Junho 2021 15:07

 

A Adufmat-Ssind estará presente nos atos contra as políticas de Bolsonaro no dia 19 de junho. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quarta-feira, 16/06. Os manifestantes estarão nas ruas para defender políticas que favoreçam a vida em tempos de pandemia: vacinas para todos e auxílio emergencial digno.  

 

Além da participação, o sindicato contribuirá, junto a outras entidades, para a viabilização do evento nos municípios da sede e subsedes, com carro de som, água, máscaras, entre outros. Confira os horários e locais das atividades:

 

Cuiabá

 

6h: Ato simbólico em homenagem às vítimas da Covid-19 na Prainha.

8h: Carreata saindo do Sesc Arsenal, sentido Santa Isabel.

10h: Ato presencial na Praça Alencastro.   

 

Sinop:

 

15h: Carreata saindo do Estádio Gigante do Norte.

 

Barra do Garças:

 

9h: Praça Sebastião Junior (ainda em construção)

 

Em Mato Grosso, há ainda atos previstos em:

 

Cáceres – Caminhada e Carreata saindo da Praça da Cavalhada às 8h

Juína – Carreata saindo do Ginásio de Esportes às 16h

Rondonópolis – Praça bom Jesus Vila Operária às 15h

Tangará da Serra – Carreata saindo do Corpo de Bombeiros às 14h30

 

A exemplo dos atos realizados em 29/05, dos quais a Adufmat-Ssind também participou e contribuiu na organização nos municípios da sede (Cuiabá) e subsedes (Sinop e Araguaia), os atos desse sábado, 19/06, serão realizados em âmbito nacional. Confira mais informações no site do ANDES-Sindicato Nacional (clique aqui).

 

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Quarta, 16 Junho 2021 19:26

 

Em assembleia geral realizada nessa quarta-feira, 16/06, os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) associados à Adufmat-Ssind decidiram participar e construir os atos Fora Bolsonaro que estão programados nacionalmente para o próximo sábado, 19/06. Em Cuiabá, a programação será: às 6h, um ato simbólico em homenagem às vítimas da Covid-19 na Prainha; às 8h, carreata, saindo do Sesc Arsenal; às 10h, ato presencial com concentração na Praça Alencastro. Em Sinop haverá carreata às 15h, saindo do Estádio Gigante do Norte. Ainda não há informações sobre as atividades em Barra do Garças.

 

Durante o ponto de pauta Informes, o professor Maelison Neves fez o repasse da reunião do Setor das Federais do ANDES-Sindicato Nacional, que desta vez foi conjunta com os setores Estadual e Municipal, e tiveram como pauta o Plano de Lutas da categoria, com foco na defesa da autonomia universitária, contra as intervenções nas universidades e pela democratização e paridade nas eleições, além da organização da luta contra o Ensino à Distância.

 

O ponto sobre análise da conjuntura foi rápido, e girou em torno das mobilizações pró e contra Bolsonaro. A categoria avaliou que o presidente tem demonstrado pouca força, e que as mobilizações contrárias às suas políticas têm hegemonizado as ruas. A falta de força em número, no entanto, faz com que seus apoiadores tentem impor suas ideias por meio da força, o que é preocupante. Diversos relatos de ameaças e agressões por parte de bolsonaristas indicam que é preciso ter cuidado nas mobilizações.

 

A categoria avaliou ainda que parte das entidades que constroem a luta, especialmente as ligados ao Partido dos Trabalhadores, tem se empenhado em propagandear a candidatura de 2022, o que acaba limitando as mobilizações pelas demandas reais da classe. A leitura, no entanto, é que os atos realizados no dia 29 de maio evidenciaram que os trabalhadores são, de fato, a maioria, e estão recuperando o fôlego para a luta. É preciso, agora, intensificar o trabalho político para ampliar ainda mais as mobilizações.


Com relação à participação nos atos marcados para o próximo sábado, 19 de junho, a Adufmat-Ssind aprovou a participação e o apoio na construção das atividades em Cuiabá, em Sinop e também Barra do Garças. Além disso, no dia 26/06, quando a censura aos outdoors de Sinop completará um mês, o sindicato promoverá um “projetaço” das artes retiradas em diversos pontos da capital mato-grossense. Em Sinop também deverá circular um carro de som com mensagens combatendo a censura e a intolerância política.   

 

Seguindo o edital de convocação para a assembleia, para representar a Adufmat-Ssind no 12° Conad Extraordinário, que será realizado nos dias 02, 03 e 10/07, com o tema “Em defesa da vida, da Educação Pública e dos Serviços Públicos: Resistir é Preciso!”, foram indicadas as professoras Maria Luzinete Vanzeler, como delegada, e Gerdine Sanson e Cláudia dos Reis, como observadores, primeira e segunda suplentes, respectivamente.

 

Luana Soutos

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Terça, 15 Junho 2021 19:19

O Plenário do Senado decidiu nessa quinta-feira (10) adiar a análise do projeto de lei que classifica a educação como "serviço essencial" e proíbe a suspensão dos serviços presenciais durante emergências e calamidades públicas — caso da pandemia (PL 5.595/2020). O texto determina condições para retorno das aulas presenciais nas redes pública e privada de ensino durante a pandemia de Covid-19. Uma sessão de debates sobre o tema será realizada antes da votação.

O relator do projeto, senador Marcos do Val (Podemos-ES), apresentou um novo parecer em que estabelece a vacinação de professores como condição obrigatória para a reabertura das salas de aula.

Esta foi a terceira vez que o projeto entrou na pauta do Plenário e foi adiado. Recebido da Câmara dos Deputados em abril, ele foi pautado pela primeira vez no fim daquele mês, e depois novamente no início de maio. O segundo adiamento veio acompanhado da proposta de uma primeira sessão de debates com participação dos ministérios da Educação e da Saúde.

Ataque à vida e à autonomia
Se aprovado, o projeto colocará em risco a vida de todas e todos envolvidos na comunidade escolar e universitária. A alteração proposta pelo relator desconsidera que essa comunidade é composta por muitos outros trabalhadores e trabalhadoras, para além de professores e professoras. 

Além disso, o PL fere também a autonomia universitária, prevista na Constituição Federal, que assegura às instituições decidir sobre o funcionamento das instituições de ensino superior. Outro entrave para o retorno presencial em meio à pandemia é absurdo corte orçamentário imposto às instituições federais de ensino, que terão dificuldade em garantir as condições de segurança sanitária necessárias para a realização de atividades presenciais. 

“Esse projeto, ao obrigar o retorno presencial das nossas atividades, desconsidera a gravidade da pandemia. Nós não temos um processo amplo e ágil de vacinação, porque o presidente recusou por diversas vezes as ofertas para compra de vacinas. Voltar às atividades presenciais da Educação é provocar processos de aglomeração dentro de salas de aula, com exposição por várias horas, além de colocar milhares de pessoas para circular em transporte público. Isso é empurrar milhares de trabalhadores e trabalhadoras para o corredor da morte. Não vamos pactuar com esse projeto genocida. Não temos condições sanitárias organizadas nas instituições, então não podemos defender o retorno às atividades presenciais”, afirma Rivânia Moura, presidenta do ANDES-SN.

Desde que o projeto foi pautado, o ANDES-SN e demais entidades do setor da educação têm mobilizado as suas bases para pressionar os parlamentares a votarem contra a proposta. A orientação é para que a categoria e a sociedade como um todo continue enviando mensagem aos senadores e às senadoras para que derrubem o PL 5595/2020.

“Defendemos a vida e o retorno às atividades presenciais somente com segurança sanitária, a qual não está garantida nesse momento. Dizemos não a esse projeto genocida de querer o retorno às atividades presenciais em um momento grave da pandemia”, reforça Rivânia.

 

Fonte: ANDES-SN (com informações da Agência Senado) 

Quarta, 09 Junho 2021 19:06

 

Entidades ligas à Educação de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul realizaram, na última segunda-feira, 07/06, uma audiência pública conjunta com o tema “Vacinação e os desafios da Educação na pandemia”. O Objetivo foi pressionar os governos pela ampliação da vacinação, além de retomar o debate sobre a volta do ensino presencial, imposta pelos dois estados e também nacionalmente, a partir do Projeto de Lei 5595/21 – ainda em tramitação no Congresso Nacional.  

 

As audiências públicas, como espaço institucional reconhecido de manifestação popular, precisam ser requeridas por parlamentares. Assim, a pedido das entidades, os deputados Lúdio Cabral e Pedro Kemp, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT), foram os proponentes da sessão nas Casas de Leis de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, respectivamente.

 

A deputada federal também pelo PT, professora Rosa Neide, foi a primeira a falar. Ela destacou a falta de estrutura nas escolas, e afirmou que os professores nunca pararam de trabalhar. “Trabalho remoto também é trabalho, como fazem os deputados, senadores, vereadores. Nesse sentido, vale lembrar da lei de acesso à internet para o ensino básico, aprovada quase que por unanimidade no Congresso, mas vetada por Bolsonaro. Agora nós derrubamos o veto. Essa questão do acesso é muito importante, também nesse momento. O professor, o técnico da educação, nunca pararam. Muitas vezes tudo o que o estudante tem é a mão do profissional da educação”, disse a parlamentar.

 

O deputado estadual Pedro Kemp (PT/MS) falou que a Educação continua sofrendo desmonte, e foi duramente atacada com medidas que causaram retrocessos às conquistas dos educadores e da sociedade nos últimos anos, além dos cortes milionários de orçamento. “Nós precisamos nos organizar e intensificar nossa atuação, ombreados com as entidades da sociedade civil, estudantes, para fazer o enfrentamento. A pandemia nos pegou de calças curtas, não estávamos preparados para dar aulas remotas, mas a pandemia também aprofundou as desigualdades sociais. São muitos desafios”, pontuou.

 

A representante do ANDES – Sindicato Nacional, Raquel Brito, vice-presidente da Regional Pantanal, iniciou sua intervenção repudiando os projetos de lei que foram aprovados em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que trouxeram o engodo da Educação como essencial para impor o retorno das aulas presenciais sem vacinas, e garantiu que a Educação é, antes de tudo, um direito. “A Educação é um direito da população e um dever do Estado, que tem se furtado de suas responsabilidades. Ao contrário do que é necessário nesse momento, os governos cortam recursos da Educação. Não são apenas os professores e os servidores que estão sofrendo. Os estudantes estão profundamente impactados pelo aumento da pobreza, desemprego, exclusão tecnológica, e processo de adoecimento e perda das pessoas em geral, seus familiares”, disse.

 

Brito também demonstrou solidariedade à professora Gracielle, vereadora pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), em Sinop. O mandato de Gracielle assinou os outdoors críticos ao Governo Federal e em defesa da vacinação, censurados por bolsonaristas no final de maio (saiba mais aqui). Os integrantes dos comitês de ódio espalhados nacionalmente continuam perseguindo e ameaçando quem se coloca contrário à política genocida do presidente da República.

 

Para o representante estudantil, Ian Carlos, do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (DCE/UFMT), já é consenso entre as entidades que o Brasil “é um trem descarrilhado, guiado por um projeto genocida”, e que é preciso força e unidade entre trabalhadores e estudantes para enfrentar essa situação.

 

O deputado por Mato Grosso Valdir Barranco (PT), que ficou 52 dias entubado, e mais de 80 dias internado, disse que é uma prova viva dos perigos da Covid-19, pois mesmo fora do hospital há vários dias, sua última tomografia demonstrou que 70% dos pulmões ainda estão afetados, boa parte pela formação de fibrose nos tecidos.

 

Ao final, tratando dos encaminhamentos, o deputado Lúdio Cabral lembrou que o estado de Mato Grosso do Sul vacinou cerca de 33 mil trabalhadores da Educação, e Mato Grosso pouco mais de 11 mil, a grande maioria com a vacina da Astrazeneca, que exige ao menos 14 semanas, entre as duas doses e o período posterior para garantia da eficácia. Assim, além de aumentar o número de pessoas vacinadas, os estados precisam garantir também um Plano que inclua testagens em massa e o rastreamento da doença como rotina, com periodicidade para identificar casos assintomáticos que possam transmitir.  

 

“É preciso considerar ainda a evolução da curva epidêmica, a taxa de incidência alta. As medidas restritivas mais rigorosas na Europa têm como referência 100 casos de contaminação a cada 100 mil habitantes. Em Mato Grosso, hoje, nós temos 280 casos por 100 mil habitantes. Ou seja, a tendência é que os processos de contaminação se acelerem, inclusive devido à fase sazonal que estamos iniciando e às variantes que já circulam pelo país”, afirmou Cabral. 

 

O parlamentar lamentou, ainda, a rejeição do Governo Federal às vacinas oferecidas ao Brasil desde 2020, que poderiam ter garantido a imunização de ao menos 50 milhões de pessoas até o momento. A recusa das vacinas resultou na vacinação de pouco mais de 20 milhões de brasileiros com as duas doses até o momento.

 

Entre os encaminhamentos da audiência também está a disponibilização da Carta Aberta (leia aqui) lançada no dia 29/05 pelas entidades de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que se articularam para essa e outras atividades, para novas assinaturas, e a revisão das decisões que impedem concursos públicos, como sugeriu a representante do ANDES-SN, Raquel Brito. “Nós precisamos de mais profissionais da Educação. Se vamos aumentar a infraestrutura, e o objetivo é ter menos estudantes em sala de aula, também precisamos de mais profissionais”, destacou.

 

Também deve ser criada uma comissão para acompanhar, recomendar e cobrar as ações que os governos precisam colocar em prática.

 

Participaram da audiência também representantes do Sindicato Nacional Servidores Federais da Educação Básica e Profissional (Sinasefe) seções de MT e MS, Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso, além de outros sindicatos e entidades estudantis dos dois estados.

 

Luana Soutos

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

 

Quarta, 02 Junho 2021 12:16

 


Ato em Brasília. Foto: Renata Maffezoli/ANDES-SN

“Se o povo protesta em meio a uma pandemia é porque o governo é mais perigoso que o vírus”. Essa afirmação esteve presente em diversos cartazes e retrata o clamor das manifestações de rua que ocorreram, dia 29 de maio, em mais de 100 cidades brasileiras e em outras tantas no exterior.

Apesar da pandemia ainda estar registrando alto índice de contaminação, a indignação com as mais de 450 mil mortes, muitas das quais poderiam ser evitadas caso medidas eficazes de prevenção tivessem sido adotadas e a vacinação acelerada, levou milhares de brasileiros e brasileiras às ruas no último sábado. Além de vacina no braço e comida no prato, cobravam também auxílio emergencial de pelo menos R$ 600, mais recursos para a educação e saúde públicas, defesa dos povos indígenas e da Amazônia, a não aprovação da Reforma Administrativa e o impeachment do governo de Jair Bolsonaro.

As seções sindicais do ANDES-SN e as secretarias regionais do Sindicato Nacional marcaram presença em todos os estados do país e na capital federal, com as bandeiras, cartazes e faixas com as pautas locais e nacionais da categoria docente e da classe trabalhadora.

 

Ato em Belém (PA). Foto: Priscila Duque / Adufpa SSind.

Manifestantes lotaram a Avenida Paulista, em São Paulo (SP), o centro do Rio de Janeiro (RJ), de Belo Horizonte (MG) e a Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). Docentes também estiveram nas ruas de Boa Vista (RR), Macapá (AP), Porto Velho (RO), Manaus (AM), Parauapebas (AM), São Luís (MA), Belém (PA), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Natal (RN), Mossoró (RN), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB), Recife (PE), Aracaju (SE), Maceió (AL), Salvador (BA), Ilhéus (BA), Vitória da Conquista (BA), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Palmas (TO), Goiânia (GO), Cidade de Goiás (GO), Catalão (GO), Uberlândia (MG), Lavras (MG), Ouro Preto (MG), Juiz de Fora (MG), São João Del Rey (MG), Vitória (ES), Niterói (RJ), Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Santa Maria (RS), Pelotas (RS) e Rio Grande (RS), entre outras tantas cidades do país e fora do Brasil.

Além de passeatas, diversas regiões realizaram também carreatas para garantir a participação de quem não sentiu segurança ou não tinha condições de estar nas marchas. Em quase todos os atos, foram distribuídas máscaras de proteção e álcool em gel para os e as manifestantes.

Ato no Rio de Janeiro. Foto: Asduerj SSind



Violência e invisibilidade


Embora quase todos os atos tenham sido acompanhados por equipes das polícias militares dos estados, poucos registraram intimidação ou repressão por parte das forças policiais. Em Brasília (DF), por exemplo, a PM realizou revista dos e das manifestantes, próximo ao Museu da República e recolheu mastros de bandeiras, por exemplo.

Em Recife (PE), no entanto, uma ação truculenta e coordenada da PM pernambucana encurralou manifestantes, resultando em diversas pessoas feridas. Além de fazer uso de bombas e spray de gás de pimenta, policiais dispararam com balas de borracha contra as pessoas que estavam na rua, participando ou não do ato. Dois trabalhadores, que não estavam na manifestação, foram feridos com tiros nos olhos e correm o risco de perder a visão. A vereadora Liana Cirne (PT) foi agredida com spray de pimenta borrifado diretamente em seu rosto ao pedir a identificação de PMs que reprimiam a manifestação. A vice-governadora do Pernambuco afirmou que não houve orientação do Estado para a ação da PM.

Em nota, a diretoria nacional do ANDES-SN repudiou veementemente a violência da PM pernambucana. "O governador do PSB, Sr. Paulo Câmara e sua vice do PCdoB, Luciana Santos, precisam se explicar. Exigimos punição aos responsáveis pela truculência, abuso de poder que fez vítimas e toda a repressão contra aquele(a)s que lutam pelo direito a Vida!". Confira aqui a íntegra da nota.

Apesar da grande repercussão nas redes sociais das manifestações em todo o país, graças especialmente às coberturas de equipes de jornalismo alternativo e sindical, os veículos tradicionais de imprensa, em especial os nacionais, deram pouca visibilidade aos atos que reuniram milhares de pessoas. A ausência de cobertura ficou explícita nas capas dos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Estado de Minas desse domingo (30), bem como na cobertura televisiva jornalística de redes como Globo, CNN, SBT e Record.

Avaliação


Rivânia Moura, presidenta do ANDES-SN, avalia que o 29 de maio teve uma grande importância para expressar o sentimento de boa parte da população e, que foi possível, mantendo distanciamento e protocolos sanitários, retomar as manifestações de rua.

“No país inteiro, a gente teve mobilizações para dizer fora governo genocida, fora Bolsonaro e Mourão e toda sua tropa, que têm sido um atentado à vida, um atentado à educação, à saúde e aos serviços públicos. Estamos na rua com proteção, porque acreditamos que esse governo é o grande responsável pelas 450 mil mortes no Brasil e, por isso, esse dia é muito importante. No país inteiro e fora do Brasil também, teve muita gente na rua gritando Fora Bolsonaro e isso é muito expressivo”, pontua.

 

Fonte: ANDES-SN

Sábado, 29 Maio 2021 15:43

 

Na assembleia geral convocada pela Adufmat-Ssind para a quinta-feira, 27/05, os docentes da Universidade Federal de Mato Grosso aprovaram, entre outras coisas, a participação dos atos “Fora Bolsonaro”, convocados nacionalmente para o dia 29/05.

 

Durante os informes, a professora Gerdine Sanson falou sobre os outdoors publicados em Sinop contra as políticas do Governo Federal –as repercussões e retaliações (saiba mais aqui). A professora Lélica Lacerda lembrou que a PEC 32/20 foi aprovada esta semana na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, e destacou algumas ações da Comunicação do sindicato na campanha contra a aprovação da PEC.

 

No ponto de pauta sobre a Análise de Conjuntura, os docentes falaram sobre o sentimento de abandono na universidade, não só com relação aos estudantes, mas também gestores, além das dificuldades do ensino remoto. Ainda não há uma sistematização do que está sendo essa experiência, e os docentes, muitas vezes, se sentem perdidos.

 

A categoria reclamou, ainda, do calendário reduzido aprovado na UFMT, e citaram reitores que demonstraram compromisso com o ensino público superior fazendo alertas e denúncias à Imprensa, como ocorreu com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

 

A professora Lélica Lacerda se disse incomodada com a possibilidade da universidade parar por falta de recursos, e não pelo protesto digno dos servidores, que foram se adaptando às condições impostas pelos governos. Nesse sentido, a professora Paula citou a baixa adesão dos docentes à paralisação do dia 19/05, contra o PL 5595/20, que é um ataque frontal à universidade.  

 

O debate sobre a conjuntura alimentou os argumentos que levaram à aprovação da participação da categoria nos atos “Fora Bolsonaro” programados para Cuiabá no dia 29/05, terceiro ponto de pauta. Os docentes decidiram participar tanto a carreata pela manhã, que sairá da UFMT às 9h, quanto do ato presencial na Praça Alencastro, às 15h. “Diante do convite para morrer, de Bolsonaro, só nos resta ir para as ruas apoiar o Fora Bolsonaro”, afirmou o diretor geral do sindicato, Aldi Nestor de Souza.

 

Em Sinop o sindicato também participará da carreata, que terá concentração na Catedral às 15h.  

 

O advogado José Formiga explicou que o processo referente ao ponto de pauta quatro, ajuizamento de ação coletiva sobre alíquota de contribuição previdenciária dos aposentados, é bastante abrangente e a tramitação será longa, mas que a assembleia precisaria ratificar o ajuizamento da ação para que ela possa avançar. Após explicação, a redação aprovada pela assembleia a pedido da Assessoria Jurídica foi: aprovar a propositura da ação, visando reconhecer o direito do substituído a não sofrerem as medidas visando o equacionamento atuarial do regime própria de previdência social (majoração da base de cálculo das contribuições devidas por pensionistas e aposentados de forma a incidiram sobre a parcela dos proventos e pensões que superem o salário mínimo e igualmente instituições de contribuições extraordinárias).

 

A discussão sobre o ponto de pauta de número cinco, delegação que representará o sindicato no Conad, foi adiada para assembleia futura, porque o evento será realizado em julho.

Sobre a participação da Adufmat-Ssind na Associação Nacional de Apoio às Vítimas da Covid-19, a professora Liliane Capilé explicou que a ideia da entidade é apoiar, especialmente no âmbito jurídico, as vítimas da Covid-19, com o objetivo de garantir o acesso a direitos. No entanto, o Estatuto da Associação não ficou pronto até a data da assembleia, o que prejudicou a avaliação e possível adesão do sindicato. Assim, esse debate também foi adiado, com a sugestão de consultar o ANDES-Sindicato Nacional sobre a questão, por se tratar de uma associação nacional.

 

Por fim, com relação ao posicionamento da entidade sobre a emancipação do campus de Sinop, solicitado pela base da categoria, ficou decidido que o sindicato não se posicionará, mas apoiará o debate sobre o tema com materiais da Comunicação e também em outros espaços da instituição. A categoria tem consciência de que a falta de estrutura da universidade não será diferente a partir da emancipação, mas concorda que a decisão tem de partir dos trabalhadores da universidade. O debate teve a participação do pró-reitor do campus da UFMT em Sinop, Fábio Lourenço.  

 

Luana Soutos

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Quarta, 26 Maio 2021 09:49

 

 

 

Pandemia, desemprego, falta de vacina no braço e de comida no prato. O povo brasileiro está passando fome e a redução do valor e do alcance do auxílio emergencial, um crime cometido pelo governo federal, levou essa situação ao extremo. Por isso, nesta quarta-feira (26), a partir das 10h, as Centrais Sindicais e os Movimentos Sociais, de forma unitária, farão ato nacional e presencial em Brasília, em frente ao Congresso Nacional.

 

Foto: Sérgio Lima/Poder360

 

Apesar de ser presencial, não haverá aglomeração e ocorrerá sob todos os protocolos sanitários para evitar contágio e propagação do coronavírus, em respeito à vida, à ciência e às famílias de quase meio milhão de pessoas que morreram de Covid-19 e em consequência do negacionismo e incompetência do governo federal.

 

O ato será integralmente transmitido, ao vivo, para todo o Brasil, via redes sociais e Youtube dos organizadores, além de TVs comunitárias.

 

CSP-Conlutas, CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, Pública, CGTB, CONTAG, MST e Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo organizaram o ato 26M em defesa do auxílio emergencial de R$ 600,00, contra a fome e a carestia, por vacina no braço e comida no prato. Também ratearam o custo da doação de três toneladas de alimentos agroecológicos a catadores de material reciclável cooperativados.

 

A mobilização terá as presenças e falas dos presidentes nacionais das centrais sindicais e das lideranças dos movimentos sociais, além de parlamentares. Todos falarão do alto de um caminhão de som, voltados ao Parlamento.

 

O ato também marcará o lançamento e a entrega a lideranças partidárias no Congresso Nacional da primeira Agenda Legislativa das Centrais Sindicais para a Classe Trabalhadora. Os sindicalistas solicitaram audiência com os presidentes Arthur Lira (Câmara dos Deputados) e Rodrigo Pacheco (Senado) para entregar o documento.

 

Elaborada em conjunto com o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), a Agenda é um documento de resistência e atuação propositiva junto ao Congresso Nacional, que traz o posicionamento e faz propostas do movimento sindical a 23 projetos em tramitação na Câmara dos Deputados e Senado. A maioria desses projetos afeta negativamente a vida e os direitos da classe trabalhadora, como a reforma administrativa, privatizações, auxílio emergencial, reduz a geração de emprego e renda.

 

Ato começa na colheita

Ao final do ato, serão doados alimentos, cultivados sem agrotóxicos, pela agricultura familiar em áreas da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares) e assentamentos do MST.

 

Serão mais de 600 cestas com, ao mínimo, 16 itens colhidos na véspera (terça-feira, 25) do ato e transportados em quatro caminhões até a frente do Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, onde serão expostos simbolicamente no gramado, em forma de mosaico. Serão doados a 600 catadores de material reciclável da CENTCOOP, cooperativa na periferia do Distrito Federal, trabalhadores atingidos pela falta de emprego e redução do auxílio emergencial.

 

30 milhões sem auxílio

Em 2020, o auxílio emergencial foi de R$ 600, chegando até 1,2 mil para mães chefes de família com filhos menores de 18 anos. Neste ano, por decisão do governo federal, esse valor vai de R$ 150 a R$ 375, no máximo.

 

No ano passado, 68 milhões de brasileiros tinham direito ao auxílio por conta da pandemia. Neste ano, esse número, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), baixou para 38,6 milhões de beneficiados. Em consequência das novas regras impostas pelo governo federal, quase 30 milhões de brasileiros passaram a viver em insegurança alimentar.

 

Oficialmente, o Brasil tem 14,5 milhões de famílias vivendo em extrema pobreza registradas no CadÚnico (Cadastro Único do governo federal), ou seja 40 milhões de pessoas, mas milhões estão fora das estatísticas oficiais nessa pandemia.

 

Os R$ 600,00 garantiram a segurança alimentar e a roda da economia girando, em 2020, quando a cesta básica nas maiores capitais do país era de R$ 500,00. Neste ano, subiu e custa R$ 600,00, enquanto o auxílio, para milhões, baixou a menos de um terço do valor do ano passado.

 

O valor vergonhoso do auxílio

Durante o ato, em frente ao caminhão de som, serão colocados três carrinhos de compras (aqueles de supermercado) com produtos possíveis de comprar com o auxílio emergencial (R$ 600 reais e R$ 1,2 mil), de 2020, e com o valor médio atual, R$ 250,00. Faixas com o mote do ato – Vacina no Braço/Comida no Prato; Pelo auxílio de R$600 – também estarão dispostas no gramado.

 

Programação do ato (sujeita a alterações)

TAG #600ContraFome

– 7h: Chegada dos caminhões com as cestas do MST e da CONTAG no estacionamento

em frente à Praça do Buriti.

– 8h: Os caminhões partem para a Esplanada dos Ministério, atravessando todo Eixo

Monumental, pela faixa mais à esquerda

– 8h30: Chegada dos caminhões com as cestas verdes na Esplanada dos Ministérios

– 9h: Passagem dos dirigentes que vão falar pela tenda de protocolo sanitário

– 10h: início das falas de convidados

– 10h30: início das falas dos organizadores do ato (Centrais, MST, CONTAG, Frentes)

– 11h30/12H: Fim das falas (caminhão)

– 12h: Ato de entrega da Agenda Legislativa das Centrais Sindicais a lideranças do

 

Protocolo

Ao lado do caminhão de som, haverá barraca para reforçar o respeito aos protocolos sanitários: distribuição e orientação ao uso de máscaras e álcool gel, medição de temperatura e instruções para manter distanciamento.

 

Fonte: CSP-Conlutas

Quinta, 20 Maio 2021 21:58

 

Cruzar os braços é uma alternativa do setor para tentar barrar políticas genocidas

 

A pandemia não permite a realização de grandes mobilizações, mas servidores públicos e estudantes marcaram presença nas ruas de Cuiabá nessa quarta-feira, 19/05. Em mais um Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação, e diante da iminência de mais uma ação genocida dos governos local e nacional, movimentos sociais se uniram e distribuíram uma carta aberta à população que passou pela Praça Alencastro durante a manhã, denunciando irresponsabilidades e reivindicando comida no prato e vacina no braço.

 

O documento, assinado por entidades de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul cita o Projeto de Lei 5595/20, que está tramitando no Congresso Nacional, com o objetivo de obrigar que a Educação mantenha as atividades presenciais mesmo durante os picos da pandemia, sob o argumento de que se trata de serviço essencial. Nos dois estados, também foram aprovadas leis no mesmo sentido. Em Mato Grosso, o Governo já publicou o cronograma planejando retomar as aulas presenciais na primeira semana de junho, enquanto especialistas anunciam a possibilidade de uma terceira onda de contaminação no país.     

 

“Ao passo que governos estaduais e federal estão naturalizando o retorno às atividades escolares usando o argumento de que a Educação é um serviço essencial, as entidades, sindicatos e movimentos sociais reafirmam inapelavelmente que a Educação é um direito social que só pode existir se houver vida. Essencial é salvar a vida da população e a vacina para todos/as”, explicou a professora Raquel de Brito, vice-presidente da Regional Pantanal do ANDES-SN, que representa os dois estados. 

 

Para o professor Reginaldo Araújo, o ato foi um importante movimento de diálogo com a população. “O movimento teve o objetivo de demonstrar à população que nós, professores - até pelo compromisso e responsabilidade com a formação dos nossos estudantes -, temos toda a disposição para voltar para a sala de aula, mas não queremos fazer isso colocando em risco nem as nossas vidas, nem as vidas dos estudantes. Retornar sem que professores, técnicos, trabalhadores terceirizados e estudantes estejam vacinados é trabalhar com a possibilidade de estar contribuindo para a propagação do vírus”, afirmou.

 

Assim, as entidades chamaram a atenção para o fato de o Congresso Nacional e as Assembleias Legislativas se movimentam no sentido de obrigar o retorno presencial, mas sem obrigar o Estado a garantir a vacinação de todos. “É uma denúncia, inclusive, contra os políticos que demonstram um senso de irresponsabilidade absurda, e ao mesmo tempo demonstrar que a gente quer voltar para a sala de aula de forma segura para toda a população”, disse Araújo.

 

A carta termina com a possibilidade de construção de uma greve, caso os projetos avancem.

 

Em âmbito nacional, além dos atos em diversas cidades do país, o ANDES – Sindicato Nacional realizou uma Live para debater o PL 5595/20, e o Twitter teve a hashtag #AEducacaoPrecisaResistir no topo em dois períodos do dia.

 

AUDIÊNCIA PÚBLICA

 

A carta registra ainda que as entidades solicitam, para o dia 27/05, audiências públicas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul com o objetivo de promover um debate com os deputados sobre os motivos que os levaram a aprovar um Projeto de Lei que autoriza o retorno presencial, em um contexto de aumento dos casos de infecção e mortes por Covid-19, encerramento de produção de vacina no Brasil e altos índices de ocupação dos leitos de enfermarias e UTI’s.  

 

CLIQUE AQUI PARA LER A ÍNTEGRA DA CARTA

 

 

GALERIA DE IMAGENS

 

 

Luana Soutos

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Quarta, 19 Maio 2021 11:44

 

 

 

Os metroviários de São Paulo iniciaram greve desde a zero hora desta quarta-feira (19). A paralisação foi aprovada em assembleia online realizada na noite de ontem (18), com a participação de mais de 3 mil trabalhadores e em uma votação por ampla maioria (77,4%), depois que a direção do Metrô e o governo João Doria não apareceram à audiência de conciliação no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), em mais uma demonstração de intransigência para impor ataques aos trabalhadores.

 

A paralisação foi inevitável diante do desrespeito com a categoria. A proposta indecente apresentada pela empresa e pelo governo foi recusada por 88% da assembleia.

 

Doria e o Metrô têm a cara de pau de propor rasgar o acordo coletivo dos metroviários em plena pandemia, depois de entregar bilhões para a Via Quatro-CCR, prever 15,8 bi em isenção fiscal e garantir super salários para a alta chefia do Metrô.

 

Já para os trabalhadores, o governo deu calote e não pagou a participação nos resultados de 2019 e 2020, propôs reajuste salarial de apenas 2,6% não retroativo, menos até mesmo que os 9,7% propostos pelo Ministério Público do Trabalho, e quer retirar vários direitos, como vale-transporte e adicional de risco de vida, entre outros.

 

O Metrô seguiu funcionando mesmo durante a pandemia graças à dedicação de seus funcionários, que estão expostos diariamente ao coronavírus, mas mantêm a qualidade do serviço prestado à população. A empresa tem que aprender a valorizar o serviço prestado por seus trabalhadores. Já foram confirmadas 25 mortes de metroviários e cerca de 700 casos de Covid-19 na categoria.

 

A desculpa de Doria para dar calote na categoria é uma grande mentira. Ele alega queda na arrecadação, mas repassa dinheiro público aos bilionários do setor de transportes. A empresa CCR, que já administra as Linhas 4 e 5 do metrô, agora também “ganhou o leilão” de privatização das Linhas 8 e 9 da CPTM.

 

Num país cuja somatória das fortunas dos bilionários equivale ao PIB do Chile e que o número dessa seleta lista aumentou 71%. Em um estado que transfere bilhões para o metrô privado (CCR) e prevê 15,8 bilhões em isenções fiscais para as grandes empresas, não há justificativa aceitável para não repor perdas salariais dos trabalhadores, quando a inflação é galopante e estamos em meio à pandemia.

 

Cinicamente, o governo ataca a greve acusando os trabalhadores de promoverem “aglomeração” com a greve.  Aglomeração quem promove todos os dias é o governo que obriga milhões de trabalhadores a se locomoverem em transportes lotados, pois não há metrô e ônibus suficientes para atender a população, sem falar que em meio à pandemia se negam a decretar um lockdown de verdade para reduzir a transmissão do vírus.  O fato é que Doria aplica a mesma política genocida e negacionista de Bolsonaro e se aproveita da pandemia para prejudicar trabalhadores e sucateia o transporte público.

 

Doria tem de vacinar toda a população e cessar com a privatização e a terceirização, já! Vale lembrar que a tarifa paga pelo usuário segue altíssima. É necessária ainda a contratação, por meio de concurso público, de funcionários para o Metrô, ampliação de linhas e garantia de um serviço público e de qualidade.

 

A Central Sindical e Popular CSP-Conlutas e seus sindicatos, entidades e movimentos afiliados manifestam total apoio à greve dos metroviários de São Paulo, repudiam a intransigência do Governador João Doria e exigem a imediata abertura de negociações.

 

O dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Atnágoras Lopes manifestou solidariedade à mobilização dos metroviários de SP. Confira no site da Central.

 

Fonte: CSP-Conlutas

 

Saiba mais:

 

Moção de apoio da CSP-Conlutas, entidades e movimento filiados: Todo apoio a greve dos metroviários de São Paulo

 

 Metroviários de SP prometem greve para esta quarta (19) caso Doria mantenha ataque a direitos e salários

 

Em campanha salarial, metroviários protestam e realizam assembleia nesta terça (11) para decidir sobre greve