Segunda, 13 Setembro 2021 12:02

 

 

Na sexta-feira (10), a coordenação da Campanha Fora Bolsonaro reuniu-se para fazer um balanço das manifestações convocadas no último dia 7 de setembro e definir os próximos passos da mobilização pelo impeachment.

 

As organizações avaliaram positivamente os atos realizados conjuntamente com o 27º Grito dos Excluídos. Também foi debatida a escalada golpista de Jair Bolsonaro, a conivência do presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) e todos os desdobramentos na atual conjuntura.

 

Ao final, a coordenação da Campanha reafirmou a continuidade da luta pelo fim imediato deste governo criminoso, genocida e autoritário e se aprovou o dia 2 de outubro como data da próxima mobilização por Fora Bolsonaro e Impeachment Já!

 

A CSP-Conlutas, que integra a coordenação da campanha, participou da reunião. “Ainda na sexta-feira, a Secretaria Executiva Nacional da nossa central esteve reunida e aprovou uma nota com um chamado à construção de um ato unitário pelo Fora Bolsonaro que possa reunir todos e todas que se opõem a esse governo e estejam dispostos a fazer a luta direta para por para fora Bolsonaro já”, relata o dirigente da SEN Atnágoras Lopes, que participou da reunião.

 

Confira nota da SEN da CSP-Conlutas:  Pela construção de um novo ato unitário pelo Fora Bolsonaro e em defesa das liberdades democráticas

 

“Esse dia deve ser construído com todas as organizações sindicais, populares e os partidos políticos que estiverem dispostos a levantar o Fora Bolsonaro e a defesa das liberdades democráticas. Além disso, seguimos defendendo e fazendo o chamado às demais centrais. É preciso preparar a construção de uma Greve Geral que coloque de fato o governo em xeque”, continuou.

 

“Nesse marco de unidade para a ação direta, nossa Central preservará sua autonomia, independência de classe e a defesa das pautas classe trabalhadora, por empregos, direitos e por um programa contra a crise e o ajuste neoliberal”, destacou.

 

Confira a íntegra da nota da Campanha Fora Bolsonaro

 

1. Saudamos as cerca de 300 mil pessoas que, em mais de 200 cidades, atenderam ao chamado conjunto da Campanha Fora Bolsonaro e do 27o Grito dos Excluídos e foram às ruas na última terça-feira, 7 de setembro, em luta por participação popular, democracia, saúde, comida, moradia, trabalho, renda e Fora Bolsonaro Já! Nas redes sociais foram majoritárias as interações contrárias ao governo e ao discurso golpista, em especial através das hashtags #ForaBolsonaro e #7SForaBolsonaro.

 

2. Sem ódio, sem medo e com muita garra, fizemos mais um importante dia de luta. Levamos a todo o país a denúncia dos problemas mais urgentes do povo brasileiro e nossa luta em defesa da vida e da democracia. Nos manifestamos por empregos, vacina, contra a fome, o racismo, a violência e a alta geral nos preços de alimentos, energia e combustíveis através de atos que ocorreram com tranquilidade e segurança demonstrando o acerto político da campanha no engajamento nesse tradicional dia de luta, mesmo coincidindo com as manifestações antidemocráticas convocadas pelo bolsonarismo.

 

3. Jair Bolsonaro renovou no dia 7 de setembro seu repertório golpista e criminoso de ataque à democracia e às instituições. Desesperado para manter-se no poder e fugir da responsabilidade por seus crimes e de seus familiares, procura culpados para sua própria incompetência e para os problemas urgentes que não tem capacidade nem deseja enfrentar, como o desemprego, a inflação e a volta da fome. Nesse movimento tem contado com a vergonhosa conivência do Procurador Geral da República, Augusto Aras e com a inércia do Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL) que ignora mais de uma centena de pedidos de impeachment.

 

4. A continuidade deste governo genocida e de seu projeto autoritário de destruição do país e das conquistas da classe trabalhadora cobra reação imediata de toda a sociedade comprometida com os direitos sociais, com a soberania nacional e com os valores democráticos. Nesse sentido, saudamos todas as mobilizações e iniciativas que venham a somar forças na luta pelo fim imediato do governo Bolsonaro, mas não organizamos ou convocamos as manifestações anunciadas para o próximo domingo, 12 de setembro. As organizações que constroem a campanha, no entanto, têm autonomia para decidir participar ou não destes atos.

 

5. O Brasil é maior e melhor que o Bolsonaro e que as poderosas forças econômicas e políticas que permanecem sustentando seu governo criminoso. Conclamamos todos os movimentos, organizações, ativistas e a população brasileira a somar-se na pressão pelo fim deste governo e na luta que unifica a todos nós: #ForaBolsonaro, Impeachment Já!

 

6. Indicamos o sábado, 2 de outubro, como data da nossa próxima mobilização e referência para o diálogo com o conjunto de partidos e setores da oposição defensores da democracia e que reconhecem a conduta criminosa do Presidente da República.

 


Fora Bolsonaro! Impeachment Já

Nem bala! Nem fome! Nem Covid!

Vacina no braço e comida no prato!

 

 

Coordenação da Campanha Nacional Fora Bolsonaro, 10/09/2021

 

Fonte: CSP-Conlutas

Segunda, 06 Setembro 2021 17:57

 

 

 

Convocado como o quinto dia nacional de lutas pelo Fora Bolsonaro, o dia 7 de setembro deverá levar novamente manifestantes às ruas de norte à sul do país.  Mais de 200 atos já estão programados, inclusive no Exterior.

 

As manifestações estão sendo chamadas unitariamente pelo 27° Grito dos Excluídos e pela Campanha Fora Bolsonaro. A CSP-Conlutas também convoca as mobilizações e orienta as suas entidades e movimentos filiados que fortaleçam os protestos.

 

Devemos seguir adotando todos os protocolos e medidas de higiene em relação à Covid-19 ( uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social), bem como atentos para garantir a segurança dos manifestantes. E, novamente, mostrar a indignação contra o governo genocida, corrupto e autoritário de Bolsonaro.

 

Com o mote “Grito por Fora Bolsonaro, vida em primeiro lugar”, vamos levantar nossas bandeiras em defesa dos empregos, dos direitos e contra todos os ataques deste governo de ultradireita. Acima de tudo, no momento em que Bolsonaro e setores de ultradireita fazem ameaças golpistas e antidemocráticas, vamos dizer bem alto: Ditadura nunca mais!

 

Quanto mais se agrava a crise social e sanitária, fruto da política ultraliberal e genocida de seu governo, Bolsonaro aumenta o tom de seus ataques antidemocráticos, comprovando que se depender dele seu projeto é fazer um auto-golpe para impor uma ditadura.

 

A CSP-Conlutas defende que, além da intensificação das manifestações de rua, as demais centrais sindicais precisam avançar para construir uma Greve Geral para barrar todos os ataques do governo, mas também a política ultraliberal que vem sendo aplicada com o apoio do Congresso.

 

“Em meio à pandemia que já matou quase 600 mil pessoas, o país vive uma combinação de crises sanitária, econômica, social, política e institucional, e quem está pagando essa conta com desemprego, inflação, perda de direitos, entre outros problemas, é o povo”, avalia o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha.

 

“Sem falar que estão passando a boiada com vários ataques aos direitos trabalhistas, às estatais, aos serviços públicos, ao meio ambiente. E para essa política, governo Bolsonaro, Congresso e setores empresariais, financeiro e do agronegócio estão juntos contra os trabalhadores. Uma Greve Geral é a única forma de barrar estes ataques e derrotar os planos golpistas de Bolsonaro”, afirmou.

 

Confira a relação completa com os locais e horários:

 

Norte
AC – Rio Branco – Gameleira | 16h
AM – Manaus – Bicicletada do Grito, Concentração no T1 | 15h (Horário de Brasília)
AM – Manaus – Ato Central Av. Lourenço da Silva Braga Centro (Largo do Mestre Chico) | 15h (Horário de Brasília)
AM – Humaitá – Praça da Matriz | 17h
AP – Macapá – Praça Veiga Cabral | 9h
PA – Altamira – Em frente à Equatorial Energia | 8h
PA – Belém – Largo do Redondo, Av. Nª Sra. de Nazaré com Trav. Quintino | 8h
PA – Santarém – Praça da Matriz | 17h
RO – Porto Velho – Centro Político Administrativo (CPA) na av. Farquar | 16h
RR – Boa Vista – Praça Fábio Marques Paracat | 7h30
TO – Araguaína – Praça São Luís Orione | 7h

 

Nordeste
AL – Maceió – Praça Sete Coqueiros | 9h
BA – Eunápolis – Praça do Gusmão | 15h
BA – Feira de Santana – Em frente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais | 7h
BA – Ilhéus – Praça do Teotônio Vilela | 9h
BA – Itapebi – Praça do Táxi | 9h
BA – Itabuna – Em frente a Igreja Santa Rita de Cássia | 10h
BA – Itacaré – Bairro Novo | 9h
BA – Paulo Afonso – Praça da Tribuna | 9h
BA – Pindobaçu – Rod. BA 131 (saída p Senhor do Bonfim) | (Aguardando infos)
BA – Porto Seguro – Ao lado da Rodoviária | 15h
BA – Salvador – Praça do Campo Grande | 10h
CE – Crato – Praça São Vicente | 8h
CE – Fortaleza – Praça da Cruz Grande | 15h
CE – Guaraciaba do Norte – Praça do Guaracy | 8h
CE – Ipu – Praça de Iracema | 8h
CE – Maranguape – R. Maranguape esquina com João Chimelo, Flamingo | 9h
CE – Limoeiro do Norte – Rodoviária de Limoeiro do Norte | 7h
CE – Tauá – Parque da Cidade | (Aguardando infos)
CE – Tianguá – Bairro Terra Prometida | 8h
MA – Açailândia – Praça dos Pioneiros | 19h
MA – São Luís – Caminhada Vila Embratel – Praça das 7 Palmeiras (Traga 1 kg de Feijão) | 8h
MA – São Luís – Carreata – Praça do Viva (Traga 1 kg de Feijão) | 8h
PB – Campina Grande – MOnumento Pioneiros do Açude Velho (com arrecadação de alimentos) | 9h
PB – João Pessoa – Carreata e Caminhada Praça das Muriçocas – Miramar até Sesc Praia Cabo Branco | 9h
PB – Patos – Praça João Pessoa em frente a sede do SINFEMP | 8h
PB – Santa Rita – Praça do Chafariz Tibiri II | 9h
PB – Sousa – Igreja Matriz | 17h
PE – Afogados da Ingazeira – Ato Unificado Sertão do Pajeú – Av. Rio Branco (Ato em 04/09)
PE – Caruaru – Morro Bom Jesus | 14h
PE – Ouricuri – Praça do Banco do Nordeste | 8h
PE – Petrolina – Panfletagem Feira Cohab Massangano | 8h (Ato 04/09)
PE – Petrolina – Encontro Ocupação Santa Isabel | 16h30 (Ato 04/09)
PE – Petrolina – Panfletagem Feira João de Deus | 8h (Ato 05/09)
PE – Petrolina – Encontro Ocupação Vila da Paz | 16h30 (Ato 05/09)
PE – Petrolina – Pré Grito no Bambuzinho, Centro | 8h (Ato 06/09)
PE – Petrolina – Encontro Ocupação Luiz Inácio | 19h (Ato 06/09)
PE – Petrolina – Café da manhã e concentração na Praça da Juventude | 6h (Ato 07/09)
PE – Petrolina – Ato público Praça da Juventude | 8h (Ato 07/09)
PE – Recife – Praça do Derby até Pátio do Carmo | 10h
PI – Paraíba – Mercadão da 40 | 8h
PI – Picos – Praça Félix Pacheco | 7h30
PI – Teresina – Em frente à Assembleia Legislativa | 8h
RN – Natal – Caminhada Praça das Flores | 9h
RN – Mossoró – Concentração na Cobal | 7h
SE – Aracaju – Paróquia São José e Santa Tereza de Calcutá, Conjunto Marivan | 8h

 

Centro-Oeste
DF – Brasília – Torre da TV (com arrecadação de alimentos) | 9h
GO – Alto Paraíso de Goiás – Concentração na BR no Disco Voador | 14h
GO – Anápolis – Praça Dom Emanuel | 16h
GO – Catalão – Feira próx. Prefeitura | 8h
GO – Catalão – Carro de som nos bairros | A tarde toda
GO – Catalão – Feira da Vila Liberdade | 19h
GO – Goiânia – Praça do Bandeirante | 9h
GO – Goiás – Panfletagem e Cartazaço nas feiras e bairros | 8h (Ato em 06/09)
GO – Goiás – Carreata Coopar/Estádio de Futebol | 9h
GO – Hidrolândia – Faixaço Praça do Cruzeiro | 8h
GO – Itumbiara – Manifestação com recebimento de cestas básicas, Rotatória do Estádio JK | 9h
GO – Jaraguá – Caminhada Praça N.S. do Rosário | 7h
GO – Jataí – Praça Dyomar Menezes | 9h
GO – Luziânia – Caravana para BSB concentração frente a Prefeitura | 7h
GO – Rio Verde – Ato Político Cultural | Bairro Céu Azul | 15h
GO – Valparaíso de Goiás – Panfletagem Passarelas BR 040 | 17h (Ato em 06/09 ato unificado com Novo Gama)
GO – Valparaíso de Goiás – Faixaço BR 040 | 16h30 (Ato unificado com Novo Gama)
MS – Campo Grande – Caminhada Praça Ary Coelho | 15h
MS – Dourados – Parque Antenor Martins | 14h30
MS – Três Lagoas – Roda de conversa no barracão da Ocupação São João | 14h
MT – Barra do Garças – Caminhada, café e conversa com a população em situação de rua | 7h
MT – Cuiabá – Caminhada Fundação Bradesco | 16h
MT – Rondonópolis – Caminhada Praça dos Carreiros | 7h
MT – Várzea Grande – Conversa e entrega de cesta básica Acampamento dos sem teto no Ginásio Mapim | 9h

 

Sudeste
ES – Aracruz – Barra do Sahy – Praça dos Corais | 8h
ES – Vitória – Praça Getúlio Vargas | 8h30
MG – Alfenas – Praça Dr. Emílio Silveira ( antiga Rodoviária) | 15h
MG – Barbacena – Praça da Rua Bahia | 10h
MG – Belo Horizonte – Praça Afonso Arinos | 10h
MG – Carmópolis de Minas – Próximo ao Pampeiro | 10h (ato em 04/09)
MG – Congonhas – passeata com concentração na Basílica | 10h30
MG – Divinópolis – Praça Candidés | 15h30
MG – Extrema – Praça Coronel Simeão (em frente à escola Odete Valadares) | 10h
MG – Governador Valadares – Praça do Vigésimo | 8h
MG – Itabira – Paróquia N. Senhora da Piedade | 9h
MG – Itaúna – Praça Vânia Marques | 9h
MG – Juiz de Fora – Praça Santa Luzia | 10h
MG – Ouro Preto – Praça Tiradentes | 8h
MG – Poços de Caldas – Pista de Skate Conjunto Habitacional | 10h
MG – Santos Dumont – Calçadão da Cidade | 16h (Ato em 06/09)
MG – São João del-Rei – Teatro Municipal | 10h
MG – São Lourenço – Calçadão II Próx. ao Parquinho | 15h
MG – São Sebastião do Paraíso – Praça da Prefeitura | 15h
MG – Três Pontas – Praça da Fonte | 15h
MG – Uberaba- Praça Céu das Artes, Residencial 2000 | 10h
MG – Uberlândia – Praça Sérgio Pacheco | 9h30
RJ – Búzios – Em frente ao Zanine (ao lado da Prefeitura) | 16h
RJ – Macaé – Paróquia São Pedro Na Fronteira | 9h30
RJ – Resende – Parque das Águas | 10h
RJ – Rio das Ostras – Praça dos 3 Morrinhos (Centro) | 13h
RJ – Rio de Janeiro – Uruguaiana/Presidente Vargas | 9h
SP – Águas de Lindóia (ato unificado com Socorro) | 9h
SP – Assis – Praça da Igreja Catedral | 10h
SP – Atibaia – Praça da Matriz | 16h
SP – Baixada Santista – Ato Unificado Praça das Bandeiras, Gonzaga, Santos | 15h
SP – Bauru – Câmara Municipal | 9h30
SP – Bragança Paulista – Praça Raul Leme-Centro | 10h
SP – Campinas – Largo do Rosário | 9h
SP – Catanduva – Rua Maranguape esquina com João Chimelo, Flamingo | 9h
SP – Cubatão – Paróquia Nossa Senhora da Lapa (Ato Unificado Baixada Santista) | 10h30
SP – Fernandópolis – Praça da Matriz | 11h
SP – Guarujá – Praça Horácio Laifer Jd. Tejereba (Ato Unificado Baixada Santista) | 9h30
SP – Ilha Bela – Caminhada Praça da Mangueira | 15h
SP – Indaiatuba – Ário Barnabé praça do lago em frente a Guarda municipal | 15h
SP – Itanhaém – Paróquia Matriz Santana de Itanhaém (Ato Unificado Baixada Santista) | 12h
SP – Jaguariúna – Centro Cultural | 10h
SP – Jaú – Carreata Beco em frente ao Poupa Tempo) | 9h30
SP – Jundiaí – Praça do Coreto da Matriz (Praça Floriano Peixoto | 14h30
SP – Lençóis Paulista – Concha Acústica | 16h
SP – Limeira – Praça Toledo Barros | 9h30
SP – Marília – Bicicletada – Praça da Emdurb | 16h
SP – Marília – Praça Saturnino de Brito (em frente à Prefeitura) | 17h
SP – Mogi das Cruzes – Caminhada Largo do Rosário | 10h30
SP – Peruíbe – Paróquia São João Batista (Ato Unificado Baixada Santista) | 12h30
SP – Piracicaba – Praça José Bonifácio, escadaria da Catedral | 8h
SP – Praia Grande – Paróquia Santo Antônio (Ato Unificado Baixada Santista) | 10h30
SP – Ribeirão Preto – Praça 7 de Setembro | 9h
SP – Santos – Em frente ao Bom Prato, Art no Dique (Ato Unificado Baixada Santista) | 11h30
SP – São Carlos – Praça do Mercadão | 10h
SP – São José do Rio Preto – Rua José J. Gonçalves em frente ao CRAS do Pinheirinho | 9h30
SP – São Paulo – Vale do Anhangabaú | 14h
SP – São Paulo – Bicicletada Theatro Municipal | 13h30
SP – São Vicente – Praça Barão do Rio Branco (Ato Unificado Baixada Santista) | 8h30
SP – Socorro (Ato unificado com Águas de Lindóia) | 15h
SP – Sorocaba – Parque das Águas, Jd. Abaete | 15h
SP – Tupã – Praça da Bandeira | 15h
SP – Várzea Paulista – Av. Bertioga em frente ao BOA | 9h30

 

Sul
PR – Campo Magro – Nova Esperança | 9h30
PR – Colombo – Praça Santos Andrade | (Aguardando infos)
PR – Curitiba – Praça Santos Andrade | 16h
PR – Guarapuava – Comunidade Santa Rita de Cássia, Bairro Residencial 2000 | 14h
PR – Londrina – União da Vitória | 9h
PR – Maringá – Estádio Willie Davis | 15h
PR – Matinhos – Calçadão Beira Mar (Matinhos/Caiobá) | 9h
PR – Pinhais – Praça Santos Andrade (Aguardando infos)
PR – Renascença – Horta Comunitária Três Marias | 16h
PR – Umuarama – Praça Miguel Rossaffa | 9h30
SC – Florianópolis – Largo da Alfândega | 14h
SC – Garopaba – Caminhada e Carreata – Rua Alvaro. E. Santos (Na Lata)
SC – Joinville – Parque da Cidade (Setor Sambaqui, próx. Ponte do Trabalhador) | 14h
SC – Mafra – Praça Laura Müller | 14h30
SC – Timbó – Praça Frederico Donner, em frente a antiga Thapyoca-Timbó | 10h
RS – Alegrete – Parque Porto dos Aguateiros | 9h
RS – Cassino – Arte Estação, Av. Rio Grande) | 14h
RS – Caxias do Sul – Caminhada EMEF Castelo Branco | 14h
RS – Passo Fundo- Praça da Capitão Jovino (praça da Imed) | 14h
RS – Pelotas – Mercado Público | 15h
RS – Porto Alegre – Parque da Redenção/Espelho d’Água – Ato Ecumênico e arrecadação de alimentos | 11h
RS – Porto Alegre – Marcha com concentração no Parque da Redenção/Espelho d’Água | 13h30
RS – Santa Cruz do Sul – Praça do Bairro Santa Vitória (R.Abrelino Pedroso 321) | 9h
RS – Santa Maria – Feira da Economia Solidária, Espaço Rádio Vozes da Esperança (João Veigas) | 9h30
RS – Santa Maria – Caminhada Praça Saldanha Marinho | 14h
RS – São Francisco de Assis – Praça da Independência | 14h
RS – Vacaria – Praça Santa Teresinha | 14h30

 

No Exterior

– Alemanha – Frankfurt – Piquenique “FORA BOLSONARO” em Frankfurt Am Main! | 13h30 (Horário local e Ato em 05/09)

– Alemanha – Frankfurt – Ato “FORA BOLSONARO” na Flösser Brücke | 16h (Horario local e Ato em 05/09)

– Áustria – Viena

-Espanha – Madri | ato em frente à Embaixada Brasileira

– Inglaterra – Londres – (Aguardando infos)

– Itália – Roma – (Aguardando infos)

– Portugal – Lisboa – Praça D. Pedro IV (Rossio) | 18h30 (horário local)

– Portugal – Porto | 18h – Porto – Praça dos Leões em frente à Reitoria da Universidade do Porto (horário local)

  

Fonte: CSP-Conlutas (sistematização: Central de Mídia das Frentes)

Terça, 06 Julho 2021 17:10

 

Pouco a pouco as mobilizações contra as políticas e os escândalos que envolvem o Governo Bolsonaro ganham força. No último sábado, três de julho, as ruas de mais de 400 municípios dentro de fora do país foram novamente ocupadas por manifestantes. Com pouquíssimo tempo para organização, a quantidade de pessoas que responderam ao chamado de centrais sindicais, movimentos sociais e partidos políticos chegou a superar expectativas.

 

Em Cuiabá a concentração foi, mais uma vez, na Praça Alencastro, região central. Por volta das 10h30, os manifestantes começaram a percorrer algumas das principais avenidas da capital – Getúlio Vargas, Isaac Póvoas e Tenente Coronel Duarte-, provocando o debate sobre a conjuntura entre a população, que filmava tudo e, vez por outra, manifestava concordância ou discordância.

 

Mais de 23 entidades locais e nacionais fizeram falas sobre os motivos do ato, que envolveram desde a falta de ações do Governo Federal para combater a pandemia, até às imposições de políticas neoliberais que pioram as condições de vida da população, como a privatização da Eletrobrás e dos Correios, o Marco Temporal e a PL 490 contra os povos indígenas, e os ataques sistemáticos à Educação, ao SUS, à Previdência e aos direitos trabalhistas, especialmente por meio da proposta de Reforma Administrativa (PEC 32). As denúncias de corrupção na compra das vacinas, num dos piores momentos para a população, também marcaram o tom de repúdio do ato.

 

“Estamos aqui, em unidade, todas as forças progressistas, de esquerda, comunistas, socialistas, em defesa do nosso protagonismo na derrubada desse governo. Temos que tomar as rédeas dos rumos dos acontecimentos e defender que esse Governo não fique nem mais um minuto no poder. Não devemos nos contentar com impeachment ou processo eleitoral burguês como fim último do nosso processo de construção popular. O poder popular se faz nas ruas, com a juventude, com as entidades sindicais, movimentos sociais, partidos políticos, e este aqui é um movimento por essa construção. Quero cumprimentar a todos, desejar uma marcha belíssima, chamar os trabalhadores e as trabalhadoras do centro de Cuiabá e da cidade inteira para somar ao esforço de derrubar esse processo de morte, desse governo genocida, e desse partido fardado. Saudações, companheiros. Fora Bolsonaro!”, disse o diretor da VPR Pantanal, Vice-presidência do ANDES-Sindicato Nacional no Centro Oeste, Bruno Santos.

 

Com a participação da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (Adufmat-Ssind), foram realizados também atos em Sinop e Barra do Garças.   

 

Novos atos já estão oficialmente convocados para o dia 24 de julho.

 

Confira as fotos na GALERIA DE IMAGENS.

 

 

Luana Soutos

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Quarta, 02 Junho 2021 12:16

 


Ato em Brasília. Foto: Renata Maffezoli/ANDES-SN

“Se o povo protesta em meio a uma pandemia é porque o governo é mais perigoso que o vírus”. Essa afirmação esteve presente em diversos cartazes e retrata o clamor das manifestações de rua que ocorreram, dia 29 de maio, em mais de 100 cidades brasileiras e em outras tantas no exterior.

Apesar da pandemia ainda estar registrando alto índice de contaminação, a indignação com as mais de 450 mil mortes, muitas das quais poderiam ser evitadas caso medidas eficazes de prevenção tivessem sido adotadas e a vacinação acelerada, levou milhares de brasileiros e brasileiras às ruas no último sábado. Além de vacina no braço e comida no prato, cobravam também auxílio emergencial de pelo menos R$ 600, mais recursos para a educação e saúde públicas, defesa dos povos indígenas e da Amazônia, a não aprovação da Reforma Administrativa e o impeachment do governo de Jair Bolsonaro.

As seções sindicais do ANDES-SN e as secretarias regionais do Sindicato Nacional marcaram presença em todos os estados do país e na capital federal, com as bandeiras, cartazes e faixas com as pautas locais e nacionais da categoria docente e da classe trabalhadora.

 

Ato em Belém (PA). Foto: Priscila Duque / Adufpa SSind.

Manifestantes lotaram a Avenida Paulista, em São Paulo (SP), o centro do Rio de Janeiro (RJ), de Belo Horizonte (MG) e a Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). Docentes também estiveram nas ruas de Boa Vista (RR), Macapá (AP), Porto Velho (RO), Manaus (AM), Parauapebas (AM), São Luís (MA), Belém (PA), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Natal (RN), Mossoró (RN), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB), Recife (PE), Aracaju (SE), Maceió (AL), Salvador (BA), Ilhéus (BA), Vitória da Conquista (BA), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Palmas (TO), Goiânia (GO), Cidade de Goiás (GO), Catalão (GO), Uberlândia (MG), Lavras (MG), Ouro Preto (MG), Juiz de Fora (MG), São João Del Rey (MG), Vitória (ES), Niterói (RJ), Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Santa Maria (RS), Pelotas (RS) e Rio Grande (RS), entre outras tantas cidades do país e fora do Brasil.

Além de passeatas, diversas regiões realizaram também carreatas para garantir a participação de quem não sentiu segurança ou não tinha condições de estar nas marchas. Em quase todos os atos, foram distribuídas máscaras de proteção e álcool em gel para os e as manifestantes.

Ato no Rio de Janeiro. Foto: Asduerj SSind



Violência e invisibilidade


Embora quase todos os atos tenham sido acompanhados por equipes das polícias militares dos estados, poucos registraram intimidação ou repressão por parte das forças policiais. Em Brasília (DF), por exemplo, a PM realizou revista dos e das manifestantes, próximo ao Museu da República e recolheu mastros de bandeiras, por exemplo.

Em Recife (PE), no entanto, uma ação truculenta e coordenada da PM pernambucana encurralou manifestantes, resultando em diversas pessoas feridas. Além de fazer uso de bombas e spray de gás de pimenta, policiais dispararam com balas de borracha contra as pessoas que estavam na rua, participando ou não do ato. Dois trabalhadores, que não estavam na manifestação, foram feridos com tiros nos olhos e correm o risco de perder a visão. A vereadora Liana Cirne (PT) foi agredida com spray de pimenta borrifado diretamente em seu rosto ao pedir a identificação de PMs que reprimiam a manifestação. A vice-governadora do Pernambuco afirmou que não houve orientação do Estado para a ação da PM.

Em nota, a diretoria nacional do ANDES-SN repudiou veementemente a violência da PM pernambucana. "O governador do PSB, Sr. Paulo Câmara e sua vice do PCdoB, Luciana Santos, precisam se explicar. Exigimos punição aos responsáveis pela truculência, abuso de poder que fez vítimas e toda a repressão contra aquele(a)s que lutam pelo direito a Vida!". Confira aqui a íntegra da nota.

Apesar da grande repercussão nas redes sociais das manifestações em todo o país, graças especialmente às coberturas de equipes de jornalismo alternativo e sindical, os veículos tradicionais de imprensa, em especial os nacionais, deram pouca visibilidade aos atos que reuniram milhares de pessoas. A ausência de cobertura ficou explícita nas capas dos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Estado de Minas desse domingo (30), bem como na cobertura televisiva jornalística de redes como Globo, CNN, SBT e Record.

Avaliação


Rivânia Moura, presidenta do ANDES-SN, avalia que o 29 de maio teve uma grande importância para expressar o sentimento de boa parte da população e, que foi possível, mantendo distanciamento e protocolos sanitários, retomar as manifestações de rua.

“No país inteiro, a gente teve mobilizações para dizer fora governo genocida, fora Bolsonaro e Mourão e toda sua tropa, que têm sido um atentado à vida, um atentado à educação, à saúde e aos serviços públicos. Estamos na rua com proteção, porque acreditamos que esse governo é o grande responsável pelas 450 mil mortes no Brasil e, por isso, esse dia é muito importante. No país inteiro e fora do Brasil também, teve muita gente na rua gritando Fora Bolsonaro e isso é muito expressivo”, pontua.

 

Fonte: ANDES-SN

Quinta, 04 Fevereiro 2021 15:24

 

Mais uma vez, milhares de pessoas saíram às ruas em diversas cidades do país, no domingo (31), para exigir o impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), vacinação para todas e todos e a volta do auxílio emergencial aos mais vulneráveis. Diante da pandemia da Covid -19, os manifestantes estavam em carros, motos e bicicletas em pelo menos 17 capitais, além de outras cidades de norte a sul do país.

As seções sindicais e a base do ANDES-SN fizeram coro pelo #ForaBolsonaro. O Sindicato Nacional transmitiu ao vivo os protestos nas cidades de Fortaleza (CE), Uberlândia, Diamantina e Juiz de Fora (MG), Belém (PA), São Luís (MA), Niterói (RJ), São Paulo (SP), Brasília (DF), Maceió (AL), Cascavel (PR) e Porto Alegre (RS). As manifestações foram organizadas por movimentos sociais, sindicais, partidos e organizações da classe trabalhadora.

 

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O descaso frente aos impactos da pandemia e o atraso na apresentação de um plano nacional de vacinação foram as pautas mais destacadas nos atos. As e os docentes também denunciaram a imposição do retorno às aulas presenciais antes da imunização da população e sem garantir condições de segurança sanitária à comunidade escolar.

“O ANDES-SN se somou ao conjunto da classe trabalhadora, pois compreende que esse é o papel de um sindicato classista que defende a nossa categoria e, para além dela, as lutas do conjunto da classe trabalhadora. Não temos mais condição de conviver com a política da morte do meio ambiente, das nossas crianças que não tem perspectiva de um futuro, do serviço público, dos trabalhadores sem emprego, das milhares de famílias que passam fome sem o auxilio emergencial. O governo Bolsonaro não enxerga essas famílias e diz: ‘E daí? Eu não posso fazer nada’. Se ele não pode governar, que saia”, ressalta Rivânia Moura, presidenta do ANDES-SN.

Em relação ao retorno das atividades presenciais nas instituições de ensino, a presidenta do Sindicato Nacional afirma que apenas a vacinação das e dos docentes não é o suficiente.  “A nossa luta precisa ser pela vacinação de todas e todos e de forma gratuita. Nós não podemos arriscar a vida de tantas pessoas e suas famílias por conta dessa imposição do retorno presencial sem as devidas condições sanitárias. Por isso que a nossa luta, pela imunização, deve ser unificada, de forma coletiva e respeitando os critérios da vacinação”, avalia.

Além das carreatas, em Brasília, por exemplo, um grupo realizou uma performance artística em frente ao Congresso Nacional. Com jalecos e sacos de plásticos cobrindo as cabeças, a apresentação fez referência às vítimas de Covid-19 que faleceram em Manaus (AM), devido à falta de oxigênio nos hospitais públicos. Foram estendidas ainda faixas com os dizeres "stop Bolsonaro", "vacina para todos" e "impeachment já", além de cartazes em homenagem aos mortos durante a pandemia do novo coronavírus.

 

Este é o segundo dia de mobilização nacional pelo "Fora Bolsonaro" realizado este ano. O dia 23 de janeiro também foi marcado por carreatas que tomaram as ruas de todas as capitais e de mais de 50 outras cidades, de norte a sul do Brasil.

Jornada de lutas
Nesta segunda-feira (1º), estão previstas novas manifestações para marcar o Dia Nacional de Lutas em defesa da vacina para todas e todos, com carreatas em diversos estados e ato em Brasília (DF), na Câmara dos Deputados. As e os manifestantes farão uma vigília em frente ao Anexo 2 da Câmara dos Deputados, para acompanhar a eleição à presidência da Casa, que será realizada presencialmente.

O Dia Nacional de Lutas em defesa da vacina para todas e todos faz parte da Jornada de Lutas, iniciada no dia 24 de janeiro com a manifestação em defesa dos serviços públicos, da vida a frente dos lucros e pela vacinação imediata de toda a população. As atividades foram convocadas pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), pelas coordenações dos fóruns estaduais, reunindo ainda servidores estaduais e municipais, e também centrais sindicais e movimentos sociais. Durante a última semana do mês de janeiro foram realizadas atividades nos estados, incluindo a participação nos debates do Fórum Social Mundial deste ano.

Necropolítica
Prestes a completar 11 meses de pandemia no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro segue minimizando a gravidade da Covid-19 e tem propagado a desconfiança sobre as vacinas, preferindo continuar a apostar em medidas ineficazes com o "tratamento precoce" do novo coronavírus por cloroquina e hidroxicloroquina. Bolsonaro repetiu diversas vezes nos últimos meses, sem nenhuma base científica, que a pandemia estava chegando ao fim, além de criticar o uso de máscaras e sabotar medidas de isolamento social. Além disso, seu governo é alvo de duras críticas por causa da inabilidade em garantir vacinas para toda a população.

 

Fonte: ANDES-SN (com informações de agências de notícias)

Sexta, 24 Maio 2019 17:06

 

Neste domingo (26), a partir das 10h, no Posto 8,  em Ipanema (RJ), haverá um protesto contra as mortes de negros (as) no estado. O ato #ParemDeNosMatar está sendo convocado por mais de 40 movimentos e associações do Rio de Janeiro, inclusive pelo setorial de Negras e Negros da CSP-Conlutas e Quilombo Raça e Classe.

 

 

As organizações convocantes alertaram que o ato será pelo o fim do genocídio do povo nas favelas, potencializado por ações de policiais, sobretudo, em territórios periféricos.

 

Um dos casos mais recentes de mortes de negros no Rio de Janeiro foi em 7 de abril, quando mais de 80 tiros foram disparados por militares do Exército contra um carro na zona norte do Rio de Janeiro. O alvo foi uma família negra, que se dirigia para um chá de bebê. O resultado levou à morte Evaldo Costa Ramos, de 51 anos, que dirigia o veículo.

 

Estudo lançado pelo Fórum de Segurança, em 2018, concluiu que homens, negros e jovens são os principais alvos das mortes por policiais. A análise foi feita com base em 3.107 registros, de 20 municípios do estado de São Paulo, entre 2013 e 2016. No período, 67% dos mortos por policiais eram pretos e pardos, e 16% tinham menos de 17 anos.

 

Mortes que podem crescer caso o pacote anticrime apresentado pelo ministro Sérgio Moro que prevê a isenção de pena a policiais que matam em serviço. O projeto potencializa e respalda a ação policial que nas periferias já mata indiscriminadamente. Bolsonaro e Moro, junto com o governador Witzel do Rio de Janeiro, querem oficializar a política do mata e depois pergunta.

 

A manifestação irá acontecer no mesmo dia do protesto convocado por pró-bolsonaristas e pode representar um contraponto importante contra o racismo e preconceito fomento por muitas dessas pessoas, que apoiam o presidente, assim como ministros, e seus discursos de ódio contra os negros.

 

Entidades que organizam o ato:

Associação de moradores do Vidigal

Politilaje

Favela no Feminino

Coletivo Jararaca RJ

Instituto Todos na Luta

Movimento popular de favelas

Movimento Moleque

B’nai B’rith

Redes da Maré

Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro

Coletivo Juntos pela Paz

Nós do Morro

Bando Cultural Favelados da Rocinha

Associação de Moradores da Rocinha

Mães e Familiares Vítimas de Violência do Estado

Rede de Comunidades

Movimentos Contra a Violência

Rede de Mães e Familiares da Baixada

Levante Popular da Juventude

Favelação

Funperj

MTST

Fórum de Educação de Jovens e Adultos

Comissão Popular da Verdade

Movimento Negro Unificado

Favela não se cala

Frente Brasil Popular

Radio Estilo Livre Vidigal

Frente de Juristas Negras e Negros do Estado do Rio de Janeiro

Frente Democrática da Advocacia

UNEGRO – União de negras e negros por igualdade

Movimento Nosso Jardim

Coletivo União Comunitária

Ser Consciente

Frente Favela Brasil

Militantes em Cena

Frente Povo Sem Medo

Quilombo Raça e Classe

Torcedores pela Democracia

Comitê Volta Dilma

FAFERJ

FAM-RIO

 

 

 Fonte: CSP-Conlutas

Terça, 14 Maio 2019 20:39

 

Quarta-feira é dia de Greve Nacional da Educação

Confira os atos marcados para o dia 15 de maio

Acre

Rio Branco. Ato público, às 8h, em frente ao Palácio Rio Branco. Trabalhadores da educação estão participando da Greve Geral.

 

Alagoas
Maceió. Ato unificado no Centro Educacional de Pesquisa Aplicada (Cepa), às 9h, no bairro do Farol. À tarde, 13:30, uma Feira de Ciências com exposição de cartazes e apresentações de projetos de pesquisa desenvolvidos dentro da universidade, será realizada no calçadão do comércio.

 

Amapá  
Macapá - 16h ato na Praça das Bandeiras.

 

Amazonas

Manaus. UFAM - Ato dos estudantes às 7h na Universidade Federal do Amazonas.

IFAM - 16h – No Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia do Amazonas. Avenida 7 de setembro, 1975, Centro.

UEA Às 15h participação em Ato Público na Praça 5 de setembro (Praça da Saudade). Fonte: Sind-uea

Ato unificado: Trabalhadores da Educação e estudantes farão ato público em Manaus, às 15h, na Praça do Congresso.

Bahia
Salvador - As redes estadual e municipal de Salvador e do interior, universidades federais e estaduais, rede privada, técnicos das universidades, movimento estudantil vão parar suas atividades e participar do ato às 9h, no Largo do Campo Grande, centro.

Feira de Santana - Ato Unificado Praça Tiradentes (em frente ao Instituto de Educação Gastão Guimarães), às 8h30.

Vitória da Conquista – às 8h, na Praça 9 de novembro.

Itapetinga - Manifestação Praça Dairy Valley, às 8h. Roda de conversa no Moacir Moura às 16h.

Jequié - Praça Ruy Barbosa, às 15h.

Ilhéus - 9h, Estádio Mario Pessoa.

Itabuna - 15h, "Jardim do Ó".

 

Distrito Federal
Brasília. Ato unificado: Concentração no Museu Nacional, às 10h, e marcha ao Congresso Nacional às 11h. Organizado por ampla frente com as entidades da educação.

 

Ceará
Fortaleza - Ato na Praça da Bandeira, às 8h.

 

Espírito Santo
Vitória. Ato unitário com trabalhadores, alunos e professores na Praça do Papa, às 8h30.

Na Ufes, a concentração para o ato será às 16h30, em frente ao Teatro Universitário, no campus de Goiabeiras. No mesmo horário, haverá também concentração no Instituto Federal de Educação (Ifes/Vitória), próximo à Pracinha de Jucutuquara. Durante todo o dia, haverá panfletagem na Ufes. Início da manifestação nas ruas: 17 horas. 

 

Goiás
Goiânia. Ato público, às 15h, na Praça Cívica em Goiânia. Fonte: CNTE. Antes, estudantes da UFG e IFG  convocam todos a participarem de uma assembleia às 13h na Praça Universitária e em seguida participarem de Ato Nacional em Defesa da Educação e da Universidade Pública.

 

Maranhão
São Luis. As entidades estudantis, sindicais e movimentos sociais realizam na capital maranhense dois grandes atos:  às 6h, concentração na Entrada do Campus do Bacanga da UFMA. Às 15h, Grande Ato em Defesa da Educação, na Praça Deodoro.

 

Mato Grosso
Cuiabá - Ato Público será na Praça Alencastro, às 14 horas. Mais cedo, às 6h a categoria fará mobilização nas guaritas da UFMT. 13h concentração no RU para seguir em carreata, até a Praça Alencastro.

Sinop - 15h - Ato Unificado na Praça da Bíblia e caminhada até a Praça Plínio Callegaro.

Araguaia - 09h às 11h30 - Mesa-redonda no Espaço Multiuso II - Campus do Araguaia - Barra do Garças; 14h às 18h30 - Exposição de trabalhos de Pesquisa, de Extensão e de Ensino na Praça Sebastião Júnior (ao lado do Mercado Municipal) - Barra do Garças; 20h às 22h30 - Mesa-redonda no Auditório do Campus do Araguaia - Pontal do Araguaia.

 

Mato Grosso do Sul

Campo Grande. Estão sendo organizados atos por município, por região e um estadual. Os professores da vão parar e outras categorias profissionais vão se somar à luta. Ato na rotatória do Morenão, às 9h.

 

Minas Gerais

Belo Horizonte  - Ato público na Praça da Estação, às 14h, e atos locais nos municípios. Também terá um debate sobre a reforma da previdência na UFMG.

Às 9:30, Praça da Estação – BH

Viçosa - Concentração às 07h30 nas Quatro Pilastras.

Uberlândia – 15h - Praça Ismene Mendes.

Lavras - Praça Dr. Augusto Silva, 10h.

 

Pará
Belém - Professores da UEPA e UFPA, com demais educadores e estudantes, irão participar, em conjunto com as demais categorias, de um ato público a partir das 8h, na Praça da República.

 

Paraíba

João Pessoa – 9h. Ponto de Cem Réis. 14h. Audiência Pública na Assembleia.

Sumé – 8h. Escola Agrícola da UFCG.

Campina Grande – 8h. Praça da Bandeira.

 

Paraná

Curitiba – Marcha em direção ao Centro Cívico está marcada para às 9 horas, com saída da Praça Santos Andrade, no Centro da cidade. Os docentes da UTFPR farão uma concentração própria para a manifestação a partir das 8 horas no pátio interno da Sede Centro do campus Curitiba, com partida programada para 8h30 em direção ao ato.

Ponta Grossa – Piquete na UEPG às 7h. Ato às 18h no Parque Ambiental.

Marechal Cândido Rondon – Manifestação às 17h30 na Praça Willy Barthy.

Foz do Iguaçu - 15h30 no Terminal de Transporte Urbano.

Cascavel – 9h na Catedral Nossa Senhora Aparecida.

Guarapuava - às 9h, mobilização na rua XV de novembro, com som e, às 11h, integração com a passeata de estudantes. As 19h, vigília com luzes em ambos os campi (Santa Cruz e CEDETEG), junto com estudantes; além de realização de demais atos criados em conjunto entre Estudantes + ADUNICENTRO, em ambos os campi.

Irati - às 9h, mobilização na esquina do Supermercado Gcenter, juntamente com o IFPR, estudantes e professores das escolas públicas.

Londrina - Calçadão, centro da cidade, em frente ao Banco do Brasil, a partir das 9h.

 

Pernambuco

Recife – 8h no portão de entrada do CEGOE da UFRPE.

15h Ginásio Pernambucano com passeata até a Praça do Carmo.

Garanhuns - 8h - Ato Unificado - Adupe e demais sindicatos e entidades; Local: Praça da Fonte Luminosa.

Petrolina - 8:30h – Grande ato da Greve Nacional da Educação. Local: Praça do Bambuzinho.

 

Piauí

Teresina – 8h. Caminhada do INSS até o Palácio de Karnak.

 

Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – 12h. Praça XV.

Rio de Janeiro - 15h. Candelária.

Niterói – 10h. Praça Arariboia.

Volta Redonda – 10h. Praça da Prefeitura. 16h na Praça Brasil.

Macaé – 9h. Praça Veríssimo de Melo.

Campos dos Goytacazes – 10h. Pelourinho. 15h. Tenda da UFF.

Angra dos Reis – 10h. Praça do Papão.

 

 

Rio Grande do Norte

Natal – 15h. Em frente ao Shopping Midwei.

Mossoró – 6h30. Mobilizações na UERN e IFRN. 8h. Ato na UFERSA.

 

Rio Grande do Sul

Porto Alegre - 13h30min - Concentração em Frente à Faced (Quarteirão da Reitoria da UFRGS). Após a concentração, temos uma sequência programada de ações:

1) Abraço à Faculdade de Educação da UFRGS

2) Abraço ao IE - Instituto Estadual de Educação General Flores da Cunha (Av. Osvaldo Aranha, 527)

3) Caminha com panfletagem até o centro de Porto Alegre, passando pelos campi centro da UFRGS, UFCSPA e IFRS PoA (R. Cel. Vicente, 281).

4) Ato em frente ao INSS no Centro (Tv. Mário Cinco Paus, 20, esquina com a Uruguai).

Osório – 7h40 – Em frente ao IFRS.

Palmeira das Missões – 13h30 – Saída do campus da UFSM até o Largo Westfalen.

Frederico Westphalen – 14h – Praça da Matriz.

Santa Maria – 16h – Praça Saldanha Marinho.

Pelotas – 14h no Mercado Central. 16h Caminhada até o IF Sul.

Rio Grande – 17h15. Largo Dr Pio.

 

Rondônia

Porto Velho – 9h. Sede do Sintero.

 

Roraima

Boa Vista – 14h. Caminhada da UFRR até o Centro Cívico.

 

Santa Catarina

Florianópolis – 7h. Panfletagem na UFSC. 15h. Largo da Catedral.

Chapecó – 18h. Praça Coronel Bertaso.

Camboriú – 12h. Na rótula entre as ruas Joaquim Garcia, Gustavo Richard e Avenida Santa Catarina.

 

São Paulo

São Paulo – 14h. Encontro na Praça do Ciclista. Ato na avenida Paulista. Docentes da Unicamp, Unesp, Unifesp e da UFABC também se somam com ônibus saindo das cidades.

São José dos Campos – 9h. Praça Alfonso Pena.

Diadema – 10h. Igreja da Matriz.

Osasco – 9h30. EPPEN.

São Carlos – 9h. Praça Coronel Salles.

 

Sergipe

Aracaju – 14h. Praça General Valadão.

 

Tocantins

Palmas – 16h. Passarela de Taquaralto.

 

Fonte: ANDES-SN (com edição da Adufmat-Ssind)

Terça, 05 Abril 2016 13:21

 

Tribunal Popular em Belo Horizonte julgou os crimes da Samarco, Vale e BHP

 

 

Milhares de manifestantes saíram às ruas no dia 1° de abri (sexta-feira), Dia Nacional de Lutas convocado pela CSP-Conlutas e pelo Espaço de Unidade de Ação. Paralisações, manifestações e atos públicos, em diversos estados do país, marcaram a posição contrária as políticas de retiradas de direitos dos trabalhadores e o ajuste fiscal em curso - promovidos pelos governos federal, estaduais e municipais.



 

Pela manhã, as atividades se concentraram em panfletagens e agitação. Já no período da tarde, as entidades realizaram atos de rua em diversas capitais do país. Foram registrados atos em capitais como São Paulo (SP), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), Salvador (BA) e Belo Horizonte (BH).


 Para Amauri Fragoso de Medeiros, 1º tesoureiro do ANDES-SN e encarregado de relações sindicais da entidade, as atividades pelo país afora foram importantes para marcar posição de uma parcela importante da classe trabalhadora e dar evidência aos inúmeros ataques aos trabalhadores do serviço público e da inciativa privada. “Os atos foram organizados a partir de um processo de construção de unidade de setores da classe trabalhadora, da qual o ANDES-SN faz parte, e representam os anseios de uma parcela da classe trabalhadora que não está compactuando com o processo posto. É importante que a sociedade tenha conhecimento da possibilidade de construção de um terceiro campo como uma alternativa que represente os reais interesses dos trabalhadores”, ressaltou o diretor do  Sindicato Nacional.


 
Não foi acidente!


Em Belo Horizone, a CSP-Conlutas e o Espaço de Unidade de Ação realizaram um Tribunal Popular como parte da campanha de responsabilização da Samarco/Vale/BHP pelo rompimento das barragens de Santarém e Fundão.


Foi montado um palanque na Praça Sete, no centro da capital mineira, ao lado do Cine Teatro Brasil, às 18h30. No banco dos réus estavam a Samarco, os governos atual e anterior do Estado de Minas Gerais e o governo federal, responsáveis por tal crime. O ato reuniu cerca de 300 ativistas.

 

Fonte: ANDES-SN (com informações e imagens da CSP-Conlutas )

Sexta, 11 Março 2016 09:03

Mobilizações devem ganhar força no próximo período; no dia 31 de março acontece greve geral e manifestações


 

 

 

Nesta quarta-feira (9), mais de 500 mil estudantes e trabalhadores franceses foram às ruas para protestar contra a reforma trabalhista que o governo quer impor. Somente na capital francesa, mais de cem mil pessoas ocuparam a Praça da República, ponto alto das grandes manifestações em Paris. 

Hoje, 7 em cada 10 pessoas na França que reprovam a reforma trabalhista proposta pelo governo. A União Sindical Solidaires, parceira da CSP-Conlutas e que também compõe a Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas, marcou presença nos atos desta quarta.


Para a Solidaires, as leis trabalhistas propostas pelo governo significam um declínio sem precedentes dos direitos individuais e coletivos dos trabalhadores assalariados, e aceitar o projeto de lei implica em questões muito delicadas e importantes para os trabalhadores, como o tempo limite de 35 horas semanais. 

Segundo a entidade, não há nada de positivo ou necessariamente complementar nestas leis propostas. “Este é um ataque sem precedentes contra os assalariados, o que permitirá em curto prazo a flexibilidade (para empresas contratarem e demitirem) e a precariedade no trabalho”, denuncia em nota pública.



Mobilizações devem ganhar força


Neste sábado (12), acontecerão novas manifestações da qual a Solidaires fará parte, “contra o fim do estado de emergência e medidas draconianas que não combatem o terrorismo, mas reforçam a repressão antissindical e a todos aqueles que lutam contra o capitalismo”. Atos estão previstos contra o ataque aos diretos de aposentadoria. Trabalhadores dos correios, do serviço social e médicos da rede pública também devem ir às ruas nos próximos dias.

Paralisação geral


No dia 31 de março, a CGT, FO (Confederação Geral do Trabalho), Solidaires e FSU (Federação Sindical Unitária) convocam um dia nacional de mobilizações com greves e manifestações, contra a reforma, para exigir direitos e a redução da jornada sem redução salarial.
Mulheres trabalhadoras: as mais atingidas pela reforma.


Em um ranking de 145 países, a França ocupa o 132º lugar em igualdade salarial quando se considera gênero. A mulher ainda é muito mal paga mesmo tendo um cargo profissional igual ou similar ao de um homem.


 
O setorial de mulheres da Solidaires publicou nota em defesa das trabalhadoras, explicando que aceitar que o governo aumente o limite de 35 horas semanais significa uma carga de trabalho ainda mais pesada para as mulheres, “uma vez que 80% das tarefas domésticas são executadas pelas mulheres”.

 

Fonte: CSP-Conlutas (com edição do ANDES-SN)