Segunda, 16 Maio 2016 17:09

 

 

A chapa "Unidade Na Luta" foi eleita para estar à frente da diretoria do ANDES-SN durante o biênio 2016-2018 com 90,66 % dos votos. Do total de 9807 de votantes, 8891 votaram na chapa única; 623, em branco (6,35%); e 293, nulos (2,99%). A votação foi realizada nos dias 10 e 11 de maio em todo do território nacional, nos diversos campi das Instituições Federais e Estaduais de Ensino Superior, bem como nos Instituto Federais onde há docentes sindicalizados ao ANDES-SN.

 

A presidente eleita, Eblin Joseph Farage, da Universidade Federal Fluminense (UFF) assume o cargo pela primeira vez. Para o cargo de secretário-geral, foi eleito Alexandre Galvão Carvalho, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), que atualmente ocupa o cargo de 3º Secretário do Sindicato Nacional. Amauri Fragoso de Medeiros da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) foi reeleito 1° tesoureiro do Sindicato Nacional. A nominata completa com os nomes que integram a nova diretoria foi divulgada por meio daCircular 002/CEC/2016.

 

Segundo Sônia Meire, presidente da Comissão Eleitoral Central (CEC), há um período de 24h após a divulgação preliminar do resultado para que os docentes entrem com recursos. Após esse período, a CEC divulgará os resultados finais oficiais e promulgará a chapa eleita.

 

"Durante esse processo eleitoral houve aumento no número de sindicalizados e aumento também na participação dos docentes em relação à eleição passada. Vivemos uma conjuntura complexa, e, mesmo assim, tivemos participação importante. Isso demonstra a disposição da categoria em intensificar o enraizamento do ANDES-SN na base", afirma Sônia Meire, presidente da CEC.

 

A diretoria que estará à frente do Sindicato Nacional durante os próximos dois anos será empossada durante o 61º Conad do ANDES-SN, que acontecerá em Boa Vista (RR), entre os dias 30 de junho e 3 de julho.

 

 Fonte: ANDES-SN (Foto: Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind)

 

Segunda, 16 Maio 2016 16:47

Circular nº 020/CEC/2016                                                           

 

Brasília, 16 de maio de 2016

 

Às seções sindicais e secretarias regionais do ANDES-SN

CC aos Membros Titulares da CEC e à candidata a Presidente do ANDES-SN

 

Companheiros(as)

 

Em cumprimento ao calendário das eleições para Diretoria do ANDES-SN, biênio 2014/2016, encaminhamos o resultado final da computação dos votos,  segundo o qual foi eleita a Chapa 1 – UNIDADE NA LUTA.

Segue abaixo o Mapa Eleitoral Geral e, no arquivo anexo, o mapa de apuração das eleições ANDES-SN por seção sindical e por secretaria regional.

 

NÚMERO DE ELEITORES: 70.473

TOTAL DE VOTANTES

9.807

13,92%*

VOTOS NA CHAPA 1

8.891

90,66%**

VOTOS EM BRANCO

623

6,35%**

VOTOS NULOS

293

2,99%**

* Percentual calculado em relação ao número de eleitores

** Percentuais calculados em relação ao número de votantes.

Sendo o que temos para o momento, enviamos nossas cordiais saudações sindicais e universitárias.

 

Sonia Meire Santos Azevedo de Jesus

Presidente da CEC/Eleições ANDES-SN/2016

 

 **** RELATÓRIO DETALHADO NOS ANEXOS ABAIXO.

Sexta, 06 Maio 2016 14:48

 

 

Circular nº 018/CEC/16                                                    Brasília, 6 de maio de 2016

 

 

 

 

 

Às seções sindicais, secretarias regionais e aos Diretores do ANDES-SN

CC aos Membros Titulares da CEC e à Candidata a Presidente do ANDES-SN

 

 

 

 

Companheiros

 

 

 

Em cumprimento ao Regimento Eleitoral encaminhamos, em anexo, o Colégio Eleitoral final e a Composição das Comissões Eleitorais Locais para as eleições da Diretoria do ANDES-SN, Biênio 2016-2018.

 

Sendo o que temos para o momento, enviamos nossas cordiais saudações sindicais e universitárias

 

 

 

Sonia Meire Santos Azevedo de Jesus

Presidente da CEC/Eleições ANDES-SN/2016


 

 

 

 

COLÉGIO ELEITORAL

ELEIÇÕES DO ANDES-SN – BIÊNIO 2016/2018

SEÇÃO SINDICAL

Nº de sindicalizados conferido pela CEC a partir da lista enviada pelas Seções Sindicais

REGIONAL NORTE I

1

ADUFAC

517

2

ADUA

920

3

SIND-UEA

279

4

SESDUF-RR

415

5

ADUNIR

380

Total

2.511

REGIONALNORTE II

6

ADUFPA

1.525

7

ADUFRA

100

8

SINDUNIFESSPA

66

9

SINDUFAP

231

Total

1.922

REGIONAL NORDESTE I

10

APRUMA

1.109

11

ADUFPI

1.979

12

ADCESP

398

13

SINDCEFET-PI

329

14

ADUNIFOR

288

15

SINDUECE

292

16

SINDURCA

194

Total

4.589

REGIONAL NORDESTE II

17

ADUFERSA

350

18

ADFURRN

935

19

ADUFPB

2.385

20

ADUFCG

679

21

ADUEPB

515

22

ADUFCG-PATOS

95

23

ADUC

77

24

ADUFEPE

2.316

25

ADUFERPE

688

26

ADESA-PE

30

27

SINDUNIVASF

26

Total

8.096

REGIONAL NORDESTE III

28

ADUFAL

1.493

29

ADUFS

1.359

30

ADUNEB

1.043

31

ADUFS-BA

596

32

ADUSB

871

33

ADUSC

540

34

APUR

232

Total

6.134


 


REGIONAL PLANALTO

 

35

ADUnB

2.287

 

36

ADCAC

216

 

37

ADCAJ

65

 

38

APUG

174

 

 

39

SESDUFT

304

 

Total

3.046

 

REGIONAL PANTANAL

 

40

ADUFMAT

1.427

 

41

ADUFMAT-ROO

158

 

42

ADUEMS

353

 

43

ADUFDOURADOS

385

 

44

ADLeste

25

 

Total

2.348

 

REGIONAL LESTE

 

45

SINDCEFET-MG

547

 

46

ADUFU

1.352

 

47

ADFMTM

200

 

48

APESJF

1.090

 

49

ASPUV

1.081

 

50

ADUFLA

673

 

51

ADUNIFEI

362

 

52

ADUFOP

677

 

 

53

ADUFSJ

571

 

54

ADUNIMONTES

546

 

55

ADUNIFAL

130

 

56

ADUFVJM

33

 

 

57

ADUEMG

38

 

 

58

ADUFES

1.612

 

Total

8.912

 

REGIONAL RIO DE JANEIRO

 

59

ASDUERJ

1.619

 

60

ADUFRJ

3.659

 

61

ADUNI-RIO

800

 

62

ADCEFET-RJ

453

 

63

ADUFF

2.551

 

64

ADUR-RJ

884

 

65

ADOPEAD/RJ

26

 

Total

9.992

 

 

REGIONALSÃO PAULO

 

66

ADUSP

2.869

 

67

ADUNIFESP

678

 

68

ADUNESP

1.121

 

69

ADUNICAMP

2.219

 

70

ADFMM

224

 

71

ADUFABC

4

 

Total

7.115

 


 


REGIONALSUL

72

SEÇÃO SINDICAL DO ANDES-SN NA UFSC

199

73

APRUDESC

188

74

APUFPR

3.036

75

SINDUTF-PR

954

76

SINDUEPG

312

77

ADUNICENTRO

235

78

ADUNIOESTE

382

79

SESDUEM

393

80

SINDUNESPAR

227

Total

5.926

REGIONAL RIO GRANDE DO SUL

 

81

SEÇÃO SINDICAL DO ANDES-SN NA UFRGS

69

82

APROFURG

798

83

ADUFPEL

1.193

84

SEDUFSM

1.218

85

SESUNIPAMPA

151

Total

3.429


 

SECRETARIAS REGIONAIS

Nº de Sindicalizados

86

Regional Norte I

SINDUERR

 

97

87

Regional Nordeste I

SINDIUVA

SINDCENTEC

 

151

49

88

Regional Nordeste II

ADURN

 

 

89

Regional Nordeste III

ADUCSAL

APUB

 

 

1.914

90

Regional Planalto

ADUFG

 

1.939

91

Regional Rio de Janeiro

ADUEZO

 

48

92

Regional Sul

SINDUFSS

 

117

Total

4.315

Total Geral

68.335

 

 

 

 

ELEIÇÕES DO ANDES-SN 2016/2018

COMPOSIÇÃO DAS Comissões Eleitorais Locais

 

Seções Sindicais

Diretoria

Chapa 1

Titular

Suplente

1º Titular

2º Titular

1º Suplente

2º Suplente

N º SINDICALIZADOS

Região Norte I

517

ADUFAC

X

X

X

 

 

 

920

ADUA

X

X

X

X

 

 

279

SIND-UEA

X

X

X

 

X

 

415

SESDUF-RR

X

X

X

X

X

X

380

ADUNIR

X

X

X

 

X

 

 

 

Região Norte II

1.525

ADUFPA

X

X

X

 

X

 

100

ADUFRA

X

X

X

X

X

X

231

SINDUFAP

X

X

X

 

 

 

66

SINDUNIFESSPA

X

X

X

 

 

 

 

 

 

 


Seções Sindicais

Diretoria

Chapa 1

Titular

Suplente

1º Titular

2º Titular

1º Suplente

2º Suplente

N º SINDICALIZADOS

Região Nordeste I

1.109

APRUMA

X

X

X

X

X

X

1.979

ADUFPI

X

X

X

 

X

 

398

ADCESP

X

X

X

 

 

 

329

SINDCEFET-PI

X

X

X

X

X

X

288

ADUNIFOR

X

X

 

 

 

 

292

SINDUECE

X

X

 

 

 

 

194

SINDURCA

X

X

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Região Nordeste II

350

ADUFERSA

X

X

X

 

 

 

935

ADFURNN/ADUERN

X

X

X

 

 

 

2.385

ADUFPB

X

X

X

 

X

 

679

ADUFCG

X

X

X

 

X

 

515

ADUEPB

X

X

X

X

X

X

95

ADUFCG-PATOS

X

X

X

X

X

X

77

ADUC

X

X

X

 

X

 

2.316

ADUFEPE

X

X

X

 

X

 

688

ADUFERPE

X

X

 

 

 

 

30

ADESA-PE

X

X

X

X

X

X

26

SINDUNIVASF

X

X

X

 

 

 

 

 

 

 


Seções Sindicais

Diretoria

Chapa 1

Titular

Suplente

1º Titular

2º Titular

1º Suplente

2º Suplente

N º SINDICALIZADOS

Região Nordeste III

1.493

ADUFAL

X

X

X

X

X

X

1.359

ADUFS

X

X

X

X

X

X

1.043

ADUNEB

X

X

X

 

 

 

596

ADUFS-BA

X

X

X

 

X

 

871

ADUSB

X

X

X

X

X

X

540

ADUSC

X

X

X

X

X

X

232

APUR

X

X

 

 

 

 

 

 

Região Planalto

2.287

ADUnB

X

X

X

X

X

X

216

ADCAC

X

X

 

 

 

 

65

ADCAJ

X

X

X

 

 

 

174

APUG

X

X

X

 

 

 

304

SESDUFT

X

X

X

X

X

X

 

 

 

 

Seções Sindicais

Diretoria

Chapa 1

Titular

Suplente

1º Titular

2º Titular

1º Suplente

2º Suplente

N º SINDICALIZADOS

Região Pantanal

1.427

ADUFMAT

X

X

X

 

X

 

158

ADUFMAT-ROO

X

X

X

X

X

 

535

ADUEMS

X

X

 

 

 

 

385

ADUFDOURADOS

X

X

X

 

X

 

25

ADLeste

X

X

 

 

 

 

N º SINDICALIZADOS

Região Leste

547

SINDCEFET-MG

X

X

X

X

X

X

1.352

ADUFU

X

X

X

 

 

 

200

ADFMTM

X

X

X

X

X

X

1.090

APESJF

X

X

X

X

X

X

1.081

ASPUV

X

X

X

X

X

X

673

ADUFLA

X

X

 

 

 

 

362

ADUNIFEI

X

X

X

 

X

 

677

ADUFOP

X

X

 

 

 

 

571

ADUFSJ

X

X

X

 

X

 

546

ADUNIMONTES

X

X

X

 

 

 

130

ADUNIFAL

X

X

 

 

 

 

33

ADUFVJM

X

X

 

 

 

 

38

ADUEMG

X

X

 

 

 

 

1.612

ADUFES

X

X

X

 

 

 

 

 

 

 

Seções Sindicais

Diretoria

Chapa 1

Titular

Suplente

1º Titular

2º Titular

1º Suplente

2º Suplente

N º SINDICALIZADOS

Região Rio de Janeiro

1.619

ASDUERJ

X

 

X

 

 

 

3.659

ADUFRJ

X

X

X

X

X

X

800

ADUNI-RIO

X

X

 

 

 

 

453

ADCEFET-RJ

X

X

X

 

 

 

2.551

ADUFF

X

X

X

 

X

 

884

ADUR-RJ

X

X

 

 

 

 

26

ADOPEAD/RJ

X

X

 

 

 

 

 

 

N º SINDICALIZADOS

Região São Paulo

2.869

ADUSP

X

X

 

 

 

 

678

ADUNIFESP

X

X

X

 

 

 

1.121

ADUNESP

X

X

 

 

 

 

2.219

ADUNICAMP

X

X

X

 

X

 

224

ADFMM

X

X

X

X

X

X

4

ADUFABC

X

X

 

 

 

 

 

 

 

 

Seções Sindicais

Diretoria

Chapa 1

Titular

Suplente

1º Titular

2º Titular

1º Suplente

2º Suplente

N º SINDICALIZADOS

Região Sul

199

Seção Sindical na UFSC

X

X

X

X

X

X

188

APRUDESC

X

X

X

X

X

X

3.036

APUFPR

X

 

X

 

 

 

954

SINDUT-PR

X

X

X

 

X

 

312

SINDUEPG

X

X

X

X

X

 

235

ADUNICENTRO

X

X

 

 

 

 

382

ADUNIOESTE

X

X

 

 

 

 

393

SESDUEM

X

X

 

 

 

 

227

SINDUNESPAR

X

X

X

X

X

X

 

 

N º SINDICALIZADOS

Região Rio Grande do Sul

69

Seção Sindical na UFRGS

X

X

X

 

 

 

798

APROFURG

X

X

X

 

 

 

1.193

ADUFPEL

X

X

 

 

 

 

1.218

SEDUFSM

X

X

X

X

X

 

151

SESUNIPAMPA

X

X

X

 

 

 

 

 

 

 

 

Secretarias Regionais

Diretoria

Chapa 1

Titular

Suplente

1º Titular

2º Titular

1º Suplente

2º Suplente

 

Norte 1

X

X

X

X

X

X

 

Nordeste I

X

X

 

 

 

 

 

Nordeste II

X

X

X

 

 

 

 

Nordeste III

X

X

X

 

X

 

 

Planalto

X

X

X

X

X

X

 

Rio de Janeiro

X

X

 

 

 

 

 

Sul

X

X

 

 

 

 

 

 

Quarta, 20 Abril 2016 17:54

 

  

As  eleições para a diretoria do ANDES-SN ocorrerão numa conjuntura de ataques violentos à classe trabalhadora, às lutas sociais e às nossas organizações.  Entendemos que nossa resposta a esses ataques deve ser o fortalecimento da paixão para lutar pela construção de uma sociedade sem o jugo do capital, na qual seja possível materializar o nosso projeto de educação pública.

 

O combate a esses ataques praticados pela burguesia e pelos governos seus aliados em reação à crise econômica e política institucional  que assola a sociedade brasileira exige a firmeza e  unidade dos trabalhadores (as) .

 

O ANDES_SN tem sido uma ferramenta essencial nesta luta! Neste sentido, convocamos todos a perseverar no fortalecimento de nossa entidade por meio de ações que afirmam os princípios da autonomia, da independência de classe, da solidariedade e da unidade  com os lutadores (as)  deste pais .

 
De acordo com a nossa concepção sindical, o que determina a força do nosso sindicato é a participação da categoria. Por essa razão, as eleições para a diretoria nacional são realizadas junto aos locais de trabalho e não em Congressos, nos quais só participam alguns representantes .

 

Neste momento político, o fortalecimento da nossa  luta requer, também, uma contundente votação nos dias 10 e 11 de maio próximos. A votação deve ser precedida por uma participação efetiva das sindicalizadas e dos sindicalizados nas atividades da campanha com: panfletagem  aos docentes  em salas de aula, colagem de cartazes, presença nos debates e demais atividades da campanha nas Instituições de Ensino em que trabalhamos.

 

Sabemos das inúmeras tarefas que cada uma e cada um realizam diariamente e que a prática militante não se faz sem sacrifícios. No entanto, comprometidas e comprometidos com a necessidade do fortalecimento do nosso sindicato, estamos convictos da imperiosidade de levá-la a diante. Neste sentido, propomos intensificar a nossa participação nas atividades chamadas pelo Sindicato Nacional contra o PLP 257/2016, estarmos presentes nas jornadas formativas que aprovamos no 35º Congresso e, ainda, nesse processo de luta precisamos divulgar  o programa da chapa “Unidade na Luta” . Assim, estaremos dando materialidade à concepção de trabalho de base e de democracia que nos consagram como organização sindical. Tarefa esta, que é cada vez mais, indispensável!

 

Reconhecemos a necessidade de ampliar a inserção da entidade com o conjunto das professoras e professores por meio do  estabelecimento de relações  que aprofundem a democracia e o diálogo  entre a diretoria e o corpo de sindicalizadas e sindicalizados de acordo com a tradição de militância classista da qual somos tributários. Neste sentido, compreendemos que é mister construir com a categoria uma resposta contundente à direita, aos governos e aos partidos que se colocam na contramão da manutenção de direitos conquistados e ferem princípios democráticos que nos sãos caros. Mais do que isto: têm na retirada de direitos da classe trabalhadora e da juventude  a alternativa para a crise que não criamos. Com independência e autonomia, urge fortalecer a entidade e por dentro de suas instâncias deliberativas seguir a luta política da qual nunca nos furtamos.

 

VOTE  em 10 e 11 de maio na chapa 1 “UNIDADE NA LUTA”  para o ANDES-SN  para efetivar os princípios da construção  pela base, da democracia interna e da autonomia e independência frente às reitorias, aos governos e aos partidos. 

 

 

Coordenação  nacional da Campanha 
Rio de Janeiro, 16 de abril de 2016
Sexta, 15 Abril 2016 17:29

 

O ANDES-SN divulgou, na última sexta (8), uma moção em apoio ao Movimento Nacional de Luta Antimanicomial que luta em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Militantes do movimento antimanicomial - trabalhadores em saúde mental, usuários dos serviços e familiares, ocupam uma sala da coordenação-geral de Saúde Mental do Ministério da Saúde, desde o dia 15 de dezembro de 2015, em protesto a indicação e nomeação do médico Valencius Wurch Duarte Filho para o cargo de Coordenador Geral de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas. 

 

O médico é ex-diretor da Casa de Saúde Doutor Eiras, Paracambi, localizado na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, fechado por ordem judicial em 2012, após denúncias sobre violações dos Direitos Humanos e das condições subumanas a que os pacientes eram submetidos. Na tarde desta sexta-feira (15) a Polícia Federal está realizando um processo de reintegração de posse na ocupação.

 

Walcyr de Oliveira Barros, 3º tesoureiro do ANDES-SN e um dos coordenadores do Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria Sindicato Nacional (GTSSA) do Sindicato Nacional, explica que a moção é em apoio à ocupação e à luta de um movimento que desde os anos de 1970 atua para modificar o cenário da atenção no setor de saúde mental, historicamente usado como um significativo instrumento de lucratividade no mercado da saúde. “Tanto o setor privado de ‘atenção à saúde mental’ quanto as indústrias farmacêuticas vêm lucrando com a ‘loucura’ sistematicamente. Para estes, a loucura passa a ser uma ótima 'matéria prima' para se ganhar dinheiro”, afirma.

 

Para o diretor do ANDES-SN, a nomeação do Valencius, que dirigiu o maior hospício da América Latina, é mais uma prova de que a saúde mental é tratada como mercadoria de alta lucratividade por diversos governos. “Vivemos uma situação de desmonte do serviço público, um processo de privatização e de entrega do fundo público ao espaço financeiro. E a saúde publica e saúde mental, é um mostra disso”, explicou Walcyr, que reafirmou o compromisso do Sindicato Nacional com a defesa da saúde pública, do serviço público e da luta contra qualquer forma de precarização e privatização destes espaços. Ele concluiu ressaltando que, estrategicamente, esse setor vem sendo utilizado para a reprodução desta lógica privatista , através de seu atrelamento ao dispositivo das Organizações Sociais (OS's).

 

 Fonte: ANDES-SN

Segunda, 11 Abril 2016 14:46

 

Moção de apoio ao Movimento Nacional em defesa do SUS e da Reforma Psiquiátrica, aprovada na reunião da Diretoria do ANDES-SN, realizada no dias de 1 a 3/4/2016.

 

ANDES-SN APOIA MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DO SUS E DA

REFORMA PSIQUIÁTRICA

 

O ANDES-SN, vem a público, manifestar seu apoio ao movimento nacional em defesa do SUS e da Reforma Psiquiátrica Brasileira, que em um ato pacífico, ocupa a sala da coordenação-geral de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Entendemos o movimento como legítimo, em sua luta contra a privatização e desmonte impostos ao setor e suas políticas públicas. Nesse sentido, vemos a indicação de Valencius Wurch (ex-diretor clínico do Hospital Dr. Eiras – Maior Manicômio da América Latina), à Coordenação de Saúde Mental do Ministério da Saúde, em decorrência da posse de Marcelo Castro para o Ministério da Saúde, como representativa do projeto político assumido pelo governo federal, de ataque ao mundo do trabalho, retirada de direitos historicamente conquistados, subfinanciamento crônico das áreas sociais, e de transformar o Estado Brasileiro em uma grande plataforma de valorização financeira internacional. Assim, por entender a Reforma Psiquiátrica Brasileira como um cenário sanitário da luta classista, como foi construída em seus primórdios – I Conferência Nacional de Saúde Mental – dispensamos nosso apoio ao movimento presente.

 

SAÚDE NÃO É MERCADORIA!

POR UM SISTEMA DE SAÚDE ESTATAL, SOB CONTROLE POPULAR.

POR UMA SOCIEDADE SEM MANICÔMIOS!

NEM UM PASSO ATRÁS!! MANICÔMIO NUNCA MAIS!!

 

 

Brasília/DF, 3 de abril de 2016

 

Diretoria do ANDES-SN

 

Sexta, 01 Abril 2016 18:04

 

 

Circular Nº 071/16

Brasília (DF), 1º de abril de 2016

 

Às seções sindicais, secretarias regionais e aos diretores do ANDES-SN

 

Prezados (as) Companheiros (as)

 

Estamos construindo o próximo número da revista Universidade & Sociedade, que será lançado no 61º CONAD do ANDES-SN.

 

Desejamos solicitar o empenho dos diretores dessa Seção Sindical no sentido de ampliar a divulgação do tema central da revista – “Mulheres em movimento nas lutas sociais e sindicais” – e efetuarmos, com brevidade, mais uma vez, a chamada para submissão de artigos. Informamos que o prazo final para o recebimento de artigos é o próximo dia 30 de abril e eles devem obedecer às normas apontadas na Circular nº 19/2016, emitida em 15/2/16 e constante no site do Sindicato.

 

Na expectativa do pronto atendimento, enviamos nossas cordiais saudações sindicais e universitárias.

 

 

Prof. Francisco Jacob Paiva da Silva

1º Secretário

Segunda, 28 Março 2016 08:51

 

Circular nº 058/16

Brasília (DF), 23 de março de 2016

 

 

 

Às seções sindicais, secretarias regionais e aos diretores do ANDES-SN

 

 

Prezados (as) Companheiros (as)

 

 

Convocamos as seções sindicais para participar da OFICINA INTERREGIONAL II DA PESQUISA SOBRE SAÚDE E ADOECIMENTO DOCENTE DO ANDES-SN, a ser realizada nos dias 15 e 16 de abril de 2016, na Sede da ADUFS-BA Seção Sindical (Avenida Transnordestina, s/n, Campus Universitário da Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, Módulo IV, sala 45 – Feira de Santana - BA - Fone (75) 3161-8072), conforme programação anexa.

 

Informamos que tal atividade atende a deliberação do 60º CONAD – Vitória(ES), Tema II – Avaliação e atualização do plano de lutas: educação, direitos e organização dos trabalhadores, item 4 de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria: Realizar 2 oficinas interregionais, com o objetivo de avançar na implementação da pesquisa sobre saúde e adoecimento do trabalhador docente, e reafirmadas no 35º Congresso do ANDES-SN – Curitiba (PR).

 

Destacamos a realização da primeira oficina (19, 20 e 21 de novembro de 2015), em Curitiba (PR), sediada pela APUFPR Seção Sindical, envolvendo as Secretarias Regionais – Planalto; Pantanal, Leste, Rio de Janeiro, São Paulo, Sul e RS. Nesse sentido, em continuidade e como objeto dessa circular, reafirmamos a realização da Oficina Interregional II da Pesquisa sobre Saúde e Adoecimento Docente do ANDES-SN, envolvendo as Secretarias Regionais – Nordeste I, Nordeste II, Nordeste III, Norte I e Norte II.

 

Apontamos ainda que a Oficina II envolve, prioritariamente, as seções sindicais das regionais citadas nesta circular, não impedindo, entretanto, que as demais seções sindicais de outras regionais, que tenham interesse possam participar.

 

Sem mais para o momento, renovamos nossas cordiais saudações sindicais e universitárias.

 

 

 

Prof. Fausto de Camargo Júnior

2º Secretário

 

 

Segunda, 28 Março 2016 07:57

 

O ANDES-SN divulgou nesta quarta-feira (23), por meio da Circular 56/2016, a programação dos dois seminários nacionais que realizará na cidade de Fortaleza (CE) no mês de abril. No dia 8 de abril (sexta), haverá o Seminário Nacional sobre Terceirização nas Instituições de Ensino Superior (IES), no campus Itaperi da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Já no dia 9 de abril (sábado), haverá o Seminário Nacional sobre Precarização do Trabalho Docente, no Instituto Federal do Ceará (IFCE).

 

O Seminário Nacional sobre Terceirização nas IES inicia às 17h com o debate sobre Precarização do trabalho e desafios da organização sindical nas IES, que contará com a presença de Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN. Em seguida, às 18h30, haverá a mesa Terceirização nas IES, com Luis Acosta, da Regional Rio de Janeiro do ANDES-SN, e David Montenegro, do Sindicato do IFCE.

 

Já o Seminário Nacional sobre Precarização do Trabalho Docente inicia no dia seguinte, às 9h, com o debate sobre o mundo do trabalho. A mesa terá a presença de Epitácio Macário, 2º vice-presidente do ANDES-SN, e Selma Jesus, da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Às 14h, terá lugar a mesa sobre precarização do trabalho docente, com Olgaíses Maués, 2ª vice-presidente da Regional Norte II do ANDES-SN, e Denise Bessa, da Universidade Federal do Maranhão (Ufma).

 

André Guimarães, 1º vice-presidente da Regional Norte II e da coordenação do Grupo de Trabalho de Política e Formação Sindical do ANDES-SN, afirma que os temas vêm de debates anteriores realizados no Sindicato Nacional e das discussões ocorridas durante o 35º Congresso do ANDES-SN, em janeiro na cidade de Curitiba (PR). “São temas da ordem do dia, escolhidos a partir do nosso acúmulo de enfrentamento aos ataques à educação pública e aos trabalhadores”, afirma.

 

André ressalta que a terceirização tem avançado, cada vez mais, nos serviços públicos, abrindo espaço para a contratação de trabalhadores de forma precária. “Serviços como limpeza e segurança são praticamente todos terceirizados nas universidades públicas e, muitas vezes, esses trabalhadores não têm sequer direito ao seu salário”, critica, apontando elementos que serão debatidos no seminário do dia 8.

 

“Já nosso debate sobre precarização do trabalho tratará tanto dos docentes de instituições particulares, que acabam tendo, em geral, condições precárias de trabalho e de vínculo trabalhista, além da precarização nas instituições pública, que ocorre por meio de contratações temporárias, bolsas, monitorias, etc”, completa o diretor do ANDES-SN.

 

Confira aqui a Circular 56/2016, com a programação dos seminários

 

Fonte: ANDES-SN

Segunda, 21 Março 2016 15:55

 

O ANDES-SN tem sua própria existência ligada às lutas democráticas. Surgiu no bojo das lutas contra a ditadura empresarial-militar, marcadas por, entre outras ações, um processo de rompimento com a estrutura sindical herdada do Estado Novo, que o Sindicato Nacional expressa com radicalidade até os dias atuais. Participou ativamente da luta pela anistia, do movimento pelas diretas, da Constituinte, da autonomia e da democracia universitária, sempre mantendo a autonomia do sindicato, negando-se, por exemplo, a apoiar o Colégio Eleitoral, que escolheu Tancredo Neves para a presidência da república. Esteve nas ruas pelo impeachment de Collor de Mello, tem lutado contra os legados da ditadura, como a exigência da desmilitarização das polícias dos estados, e contra a crescente criminalização dos movimentos sociais. Para o ANDES-SN, a luta em defesa da democracia tem sido uma constante, porque não existe plenitude democrática no país.

 

A experiência histórica mostra que a democracia é violada sempre e, exclusivamente, para assegurar interesses contrários aos das grandes maiorias e numa sociedade de classes. Portanto, ela não tem como ser plena, sobretudo em período histórico em que o domínio econômico é exercido por oligopólios.

 

A crise política que marca o momento brasileiro é filha direta da crise econômica, a qual tem como um de seus efeitos materiais mais expressivos a queda dos lucros, o que leva os poderosos, dos capitais nacionais e internacionais, a declararem guerra às parcas conquistas materiais e políticas da classe trabalhadora e a disputarem duramente o recurso público, por meio de medidas reducionistas da carga tributária e de ampliação dos subsídios públicos às empresas privadas, das privatizações e assegurando-se inviolabilidade do crescente endividamento do Estado e do pagamento de juros.

 

Os episódios que se desencadearam a partir do processo de delação premiada do Senador Delcídio do Amaral expressam o agravamento de uma espécie de terceiro turno, que teve início logo após o término do segundo turno em novembro de 2014 e que se arrasta sem definição até o momento, em que pese a polarização das manifestações da última semana, as batalhas judiciais e a manipulação midiática dos processos jurídicos e políticos. As manipulações midiáticas, resultado dos grandes monopólios, deve ser enfrentada e, por isso, é importante continuar na luta pela democratização dos meios de comunicação e contra a apropriação dos meios de comunicação por monopólios. Não pode haver democracia plena, se hoje os veículos de comunicação são instrumentos de desestabilização a serviço do imperialismo norteamericano.

 

Esse “terceiro turno” ocorre em função do agravamento da crise econômica que, entre suas consequências, levou à falência o modelo de conciliação de classes, adotado pelos governos do PT, o qual buscava beneficiar os ricos e os pobres simultaneamente, e levou a burguesia a decidir pelo rompimento com o governo do PT. Burguesia que age hoje forçando o impeachment ou a renúncia negociada de Dilma e, ao mesmo tempo, a inviabilização, por meio judicial, de possível candidatura de Lula em 2018 e é em torno desses embates que buscam se apresentar as alternativas políticas.

 

Em nota, a CSP-CONLUTAS, nossa Central, afirma que “a saída proposta pela oposição de direita, que defende o impeachment, significa tirar Dilma e entregar o poder a Michel Temer ou ao presidente da Câmara, também envolvido em escândalos de corrupção, o Eduardo Cunha”. Por outro lado, “os governistas defendem a permanência do governo responsável pelos brutais ataques que nosso povo vem sofrendo e que, em meio ao agravamento da crise, sinaliza ainda mais para os grandes empresários o seu compromisso com o grande capital e contra a classe trabalhadora”. A aprovação da Lei Antiterrorismo, sancionada pela presidente, representa um atentado contra a democracia, com o objetivo de impedir as manifestações públicas contra a retirada dos direitos dos trabalhadores e reitera o compromisso do governo com a burguesia.

 

Mais uma vez o PT chama à conciliação de classe àqueles que foram duramente atacados em seus direitos: a classe trabalhadora e os movimentos sociais e populares. É importante reafirmar que não temos ilusão e nem apoio a Dilma-Lula, pois continuam e continuarão a aplicar as mesmas políticas a favor do capital e contra a classe trabalhadora. Em 2016, já iniciamos com cortes no orçamento, medida adotada pelo governo federal para garantir o superávit primário, atingindo diretamente o serviço público e os programas sociais. Novamente, o governo escolhe cortar direitos sociais como saída para a crise econômica, mantendo intacta a dívida pública, que consome quase metade do orçamento, além de anunciar a contrarreforma da previdência e outras medidas que retiram mais direitos sociais como formas de combater a crise. Em que pese que a estratégia de conciliação de classes volte-se contra o próprio PT, o governo a mantém como estratégia única da governabilidade.

 

 O 35º CONGRESSO do ANDES-SN (Curitiba/PR, 25 a 30 de janeiro de 2016) analisou a conjuntura política e se posicionou, uma vez mais, resguardando a autonomia do Sindicato frente ao governo, aos patrões e aos partidos políticos e definiu que a centralidade da luta do Sindicato, neste período, compreende o seguinte: “Defesa do caráter público, democrático, gratuito, laico e de qualidade da educação, da valorização do trabalho docente, dos serviços públicos e dos direitos dos trabalhadores com a intensificação do trabalho de base e o fortalecimento da unidade classista com os movimentos sindical, estudantil e popular na construção do projeto da classe trabalhadora”.

 

O significado desse posicionamento, para além da manutenção da autonomia do sindicato, é o de apontar, para o conjunto das organizações da classe, a retomada da construção do projeto da classe trabalhadora, a partir do processo real de lutas em torno das reivindicações, contra a retirada de direitos, contra a criminalização dos movimentos sociais. Como forma de resistência, e de acordo com a centralidade da luta aprovada no 35º CONGRESSO do ANDES-SN, conclamamos a luta unificada. O momento exige centrar forças em construir toda a resistência em unidade com todos os trabalhadores e os movimentos sociais por fora da falsa polarização alicerçada entre o governo e os setores, que o apoiam, e da tradicional direita. A saída à crise está por ser construída. Isso se dará no bojo da luta real dos trabalhadores, da juventude e do povo pobre, e requer unidade e certamente a construção de uma greve geral em nosso país, que barre os ataques dos governos e dos patrões e os efeitos da crise contra a classe trabalhadora. Afirma-se, nessa direção, o calendário de lutas chamado pelo Espaço Unidade de Ação, que propõe a realização, em 1º de abril, de um dia nacional de lutas contra as mentiras do governo Dilma, do PSDB, do PMDB e dos patrões, que deve ser um passo na construção da unidade da classe.

 

Brasília, 21 de março de 2016

 

Diretoria do ANDES-Sindicato Nacional