Perdeu o Seminário Será o fim do Trabalho? Universidade, IA e Mundo do Trabalho: quais perspectivas? Assista aqui
Para quem perdeu a oportunidade de presenciar o incrível debate sobre trabalho realizado no auditório da Adufmat-Ssind entre os dias 05 e 08/05, organizado pelos Grupos de Trabalho Política e Formação Sindical (GTPFS) e Política de Classe para questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS), uma boa notícia: os vídeos do Seminário "SERÁ O FIM DO TRABALHO? Universidade, IA e Mundo do Trabalho: quais perspectivas?" já estão disponíveis.
Enquanto o capitalismo tenta nos convencer de que a Inteligência Artificial é uma espécie de divindade redentora — e não apenas mais uma ferramenta para espremer o que resta da nossa força de trabalho —, os Grupos de Trabalho e a Adufmat-Ssind reuniram mentes que avaliam vários aspectos deste processo. Abaixo, destacamos alguns pontos do necessário debate realizado em cada um dos dias, que indicam, primeiro, uma "barbárie previsível" e já visível, e segundo, que a saída para tudo isso só pode ser coletiva.
05/05 – Mesa: Análise de Conjuntura
A abertura do seminário refutou categoricamente a tese do "fim do trabalho". A professora Alair Silveira recebeu os convidados e demais participantes afirmando que não se pode pensar no futuro sem compreender o passado.
O professor Breno Santos (UFMT) pontuou que o que testemunhamos são novas formas de exploração sobre velhas relações capitalistas, agravadas pelo neofascismo e pela ofensiva imperialista. Santos provocou a audiência ao traçar paralelos entre o embargo econômico sofrido por Cuba há 65 anos e as "guerras não convencionais" do cotidiano brasileiro, como o arrocho fiscal que naturaliza a perda de direitos.
Em sua análise, a docente Lélica Lacerda (UFMT) trouxe a urgência da interseccionalidade, demonstrando como gênero, raça e classe são marcadores que hierarquizam a vida desde a Grécia Antiga. Citando Mészáros, ela discutiu a crise estrutural do capital iniciada na década de 1970 e como o discurso neoconservador substitui o debate racional pelo "pânico moral" para minar direitos.
Já Rodrigo Castelo (UNIRIO) resgatou autores clássicos para definir o fascismo como um projeto burguês que captura países dependentes, reforçando que a derrota da classe trabalhadora começa na própria organização da produção.
Clique aqui para assistir ao debate do dia 05/05/25
06/05 – Mesa: Mundo do Trabalho, Estado e Sociedade
No segundo dia, a centralidade da categoria Trabalho foi reafirmada.
A professora Patrícia Félix (UFMT) lembrou que a história brasileira não pode ignorar a escravidão e denunciou que mesmo a Inteligência Artificial depende de um "exército de microtarefas", precarizado e residente no sul global. “A Inteligência Artificial depende do trabalho humano precarizado, para testar as tecnologias de aplicativos e softwares, por meio de microtarefas que pagam milésimos de dólares aos trabalhadores do sul global”, afirmou.
O Estado, por sua vez, foi descrito pela convidada Patrícia Acs (Mulheres em Luta), numa perspectiva militantes, não como um mediador neutro, mas como um agente do capital que investe no aparato penal enquanto sucateia serviços públicos e avança na militarização das escolas, disseminando a ideia de que o trabalho deve ser alienado e disciplinado.
A professora Adriana Penna (UFF) aprofundou a análise a respeito da Educação, alertando para a "lógica da parceria público-privada" e a influência de organizações internacionais como o Banco Mundial na modelagem de um trabalhador "adaptável" à barbárie. Penna ironizou a valorização do perfil de "influencer" em detrimento da docência, enquanto o mercado monetiza a pobreza sob o verniz do "desenvolvimento sustentável" e do "empoderamento" individualista.
A docente da Federal Fluminense apresentou uma série de dados em um slide, que está disponível para consultas aqui.
Clique aqui para assistir ao debate do dia 06/05/25
07/05 – Mesa: Universidade, Trabalho e Inteligência Artificial
O debate sobre tecnologia foi introduzido pela docente Josiane Oliveira (UFMT), que definiu a atual posição do Brasil como um "treinador" de IAs para economias centrais — um verdadeiro colonialismo de dados.
O professor Aldi Nestor de Souza (UFMT) reforçou a perspectiva marxista de que tudo o que “não dá no pé” é fruto do trabalho humano, denunciando o uso ideológico da IA para exercer coação e medo sobre os trabalhadores.
Encerrando a mesa, o presidente do IBGE, professor Márcio Pochmann, trouxe dados sobre a reconfiguração do território brasileiro, comparando o cenário atual de falta de planejamento e favelização com a realidade de um século atrás.
Pochmann destacou que a era digital eliminou as fronteiras entre casa e trabalho, fazendo com que o usuário realize, de forma não paga, tarefas que antes eram funções remuneradas, como os serviços bancários. “Nós estamos reproduzindo, nesta nova sociedade, instrumentos e formas do passado, com o aumento da exploração”, disse.
Clique aqui para assistir ao debate do dia 07/05/25
08/05 – Mesa: Quais as perspectivas de futuro se constroem do passado e do presente?
O encerramento contou com a presença emblemática de Waldir Bertúlio, cuja trajetória se confunde com a própria história da UFMT. Como primeiro presidente da Adufmat-Ssind, Bertúlio foi peça central na resistência sindical e na organização docente durante os anos de chumbo da ditadura empresarial-militar.
Neste contexto, a professora Alair Silveira (UFMT) apresentou uma análise contundente sobre o refluxo organizativo da classe, enfatizando a urgência de uma campanha contra a naturalização do trabalho sem direitos, um fenômeno contemporâneo onde a precarização passa a ser aceita como um dado imutável da realidade.
Para a docente, o Movimento Sindical atravessa um momento de estreitamento político, no qual a luta tem se limitado perigosamente aos marcos da legislação, perdendo de vista o enfrentamento direto e a disputa de projeto de sociedade. A classe trabalhadora está, gradualmente, abrindo mão da radicalidade necessária para confrontar o capital, e é preciso recuperar essa radicalidade.
Por fim, Plínio de Arruda Sampaio Jr. (Unicamp) apresentou uma leitura implacável do "capitalismo da barbárie", alertando para o colapso ambiental iminente. Para o docente, o desafio da classe trabalhadora é romper com a lógica de escolher o "menos pior" e buscar uma direção estratégica que vá, efetivamente, além do capital. Sem ilusões, ele reafirmou o horizonte comunista como o único norte capaz de frear a devastação em curso
Clique aqui para assistir ao debate do dia 08/05/25
Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind
ATUALIZADA - GT's da Adufmat-Ssind realizam Seminário para discutir Trabalho entre os dias 05 e 08/05/26; confira programação e inscrição
Atualizada às 14h20 de 28/04 para inserção do link para inscrição no evento*
Entre os dias 05 e 08/05, para marcar o Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora - 01 de Maio - os Grupos de Trabalho (GT's) da Adufmat-Ssind, Política e Formação Sindical (GTPFS) e Políticas de Classe para questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) realizarão o Seminário "SERÁ O FIM DO TRABALHO? Universidade, IA e Mundo do Trabalho: quais perspectivas?".
As mesas serão sempre às 19h, no auditório da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind), e contarão com a participação de debatedores locais e nacionais, como os professores Márcio Pochmann e Plínio de Arruda Sampaio Jr., ambos da Unicamp, da professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Adriana Penna, e do professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Rodrigo Castelo.
O evento é aberto, gratuito e terá certificação para aqueles que paticiparem de no mínimo 75% das atividades.
Clique aqui para fazer sua inscrição.
Confira, abaixo, o convite apresentação dos GT's e a programação completa:
CONVITE DO GTPFS E GTPCEGDS DA ADUFMAT
Como expressão da luta histórica pela redução da jornada de trabalho, o dia 01 de maio é um símbolo do calendário da classe trabalhadora. Nesse dia, trabalhadores do mundo inteiro unem-se para celebrar a data, realizar atos políticos e para apresentar e defender suas pautas de luta.
Em 2026, o dia 01 de maio, no Brasil, será palco novamente de intenso debate pela redução da jornada de trabalho, dessa vez, pelo fim da Escala 6x1, pauta amplamente presente no seio da classe trabalhadora, que se encontra tramitando no congresso nacional e que conta apoio massivo dos trabalhadores.
O fim da Escala 6x1, os ataques ao trabalho protegido, a sequência de contrarreformas que atentam contra o direito dos trabalhadores, o processo de uberização dos postos de trabalho, a falta de perspectivas, especialmente dos mais jovens integrantes da classe trabalhadora, o crescimento das doenças ocasionadas pelo trabalho, a ilusão do empreendedorismo, as consequências da inteligência artificial, dentre outros, são temas que, na atualidade, exigem da classe que vive do trabalho uma ampla reflexão e uma resposta à altura dos problemas que tais temas provocam.
Como forma de marcar essa importante data e de aprofundar o debate sobre os temas do mundo do trabalho, da sociedade, da universidade, do estado, entre outros, o GTPFS (Grupo de Trabalho Política e Formação Sindical) e o GTPCEGDS (Grupo de Trabalho Política de Classe para Questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual) da ADUFMAT-Seção Sindical do Andes realização, logo após 01 de Maio - dias 05, 06, 07 e 08/05 -, a programação abaixo, com convidados nacionais para debater os temas que envolvem o Trabalho. Na ocasião, será feito também o lançamento do último Caderno do GTPFS, Organização e Filiação Sindical: um debate ANDES-SN/CSP-Conlutas.
PROGRAMAÇÃO
Terça-Feira - 05/05, às 19h - Mesa Análise de conjuntura
Rodrigo Castelo (Serviço Social UNIRIO)
Breno Santos (ADUFMAT/Filosofia UFMT)
Lélica Lacerda (GTPCEGDS/Serviço Social UFMT)
Quarta- Feira - 06/05, às 19h - Mesa Mundo do Trabalho, Estado e Sociedade
Adriana Penna (Educação Física UFF)
Patrícia Félix (Sociologia e Ciência Polícica UFMT)
Patrícia ACS (Coletivo Mulheres em Luta MT)
Quinta - Feira-07/05, às 19h - Mesa Universidade, trabalho e Inteligência Artificial
Márcio Pochmann (Economia Unicamp; presidente do IBGE)
Aldi Nestor de Souza (GTPFS/ Matemática UFMT)
Josiane Oliveira (Planejamento UFMT)
Sexta-Feira - 08/05, às 19h - Mesa Quais as perspectivas de futuro se constroem do passado e do presente?
Plínio de Arruda Sampaio Jr (Economia Unicamp)
Alair Silveira – (GTPFS/ Sociologia e Ciência Política UFMT)
Waldir Bertúlio (GTPCEGDS/ Adufmat-Ssind)
A Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (18), o Projeto de Lei 6.894/2013, que inclui bolsistas de pós-graduação como contribuintes individuais da Previdência Social. A proposta, que segue agora para o Senado, permite que o período de formação científica passe a contar como tempo de contribuição, garantindo acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade.
A medida abrange estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado que recebem bolsas de pesquisa vinculadas a agências como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), podendo beneficiar milhares de pesquisadoras e pesquisadores no país.
Para Lívia dos Santos, 1ª vice-presidenta da Regional Planalto e integrante da coordenação do Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) do ANDES-SN, a medida representa um avanço importante, ainda que limitado no reconhecimento da pesquisa como trabalho. “Essa é, sem dúvida, uma conquista e um avanço, mas ainda muito incipiente no que diz respeito à compreensão da pesquisa como trabalho e, principalmente, do reconhecimento do pesquisador como trabalhador.”
Segundo o texto aprovado, a contribuição será de 11% sobre um salário mínimo (R$ 1.621). Com essa alíquota, o acesso à aposentadoria será apenas por idade — atualmente 62 anos para mulheres e 65 para homens. Caso a e o bolsista deseje aposentadoria por tempo de contribuição ou utilizar esse período em regime próprio de servidoras e servidores públicos, será necessário complementar a contribuição com mais 9%, totalizando 20% de recolhimento. As bolsas permanecem isentas de Imposto de Renda.
“Na prática, representa um desconto significativo diante dos valores atuais das bolsas — R$ 2,1 mil no mestrado e R$ 3,1 mil no doutorado, o que pode impactar diretamente a permanência de estudantes na pós-graduação”, alertou Santos.
Segundo a diretora do Sindicato Nacional, a política científica brasileira ainda apresenta contradições. Embora o país tenha ultrapassado 350 mil estudantes matriculados na pós-graduação stricto senso em 2024, no mesmo ano, a Capes (responsável por cerca de 75% das bolsas no Brasil), ofereceu pouco mais de 105.600 bolsas.
“Isso significa que menos da metade dos alunos de pós-graduação são bolsistas. Além disso, os valores pagos seguem baixos e, ao invés de se considerar um reajuste, a saída encontrada foi autorizar a realização de trabalhos simultâneos – desde 2023, o CNPq autoriza vínculos como CLT concomitante ao recebimento da bolsa -, o que tende a ampliar a precarização do trabalhador e pode comprometer a sua formação e as possibilidades de avanço de algumas das pesquisas”, criticou.
Outro ponto destacado pela docente é a baixa atratividade da carreira científica no Brasil, especialmente fora das universidades públicas. “Afora as universidades públicas, são poucos os espaços de atuação profissional, principalmente para áreas como as ciências humanas”, disse.
Para a coordenadora do GTSSA, embora a inclusão previdenciária represente uma conquista histórica, ela não resolve problemas estruturais da política de ciência e tecnologia no país, como o baixo número de bolsas, os valores defasados e a ausência de direitos trabalhistas plenos para pesquisadoras e pesquisadores.
Proposta de Lei
A proposta é de autoria do ex-deputado Gonzaga Patriota (PE) e foi aprovada na forma de substitutivo do relator, o deputado Ricardo Galvão (Rede-SP). A cobrança das contribuições dependerá de regulamentação do Poder Executivo e deverá respeitar o prazo legal de 90 dias para entrar em vigor.
Fonte: Andes-SN (com informações da Agência Câmara de Notícias)
Processo seletivo para Assistente de Subseção em Sinop - Resultado Final
Conforme edital de seleção publicado em 09/02/2026, a Adufmat-Ssind divulga o RESULTADO FINAL do processo seletivo para assistente de subseção em Sinop.
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Nome |
Resultado |
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LARISSA PEREIRA DOS SANTOS |
Aprovada |
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SÂMELA LAUANE BENTES DA SILVA |
Classificada 2º |
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JENNIFER ELAINE GROTH COUTO |
Classificada 3º |
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LUIZE MIRANDA MUNIZ DE AGUIAR CUSTODIO |
Classificada 4º |
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JULIENI BIANCHI MORAIS |
Não compareceu |
A candidata Aprovada deverá entrar em contato com o sindicato por meio do telefone (65) 9814-0745 para tratar dos documentos e trâmites para contratação.
Cuiabá (MT), 24 de fevereiro de 2026
Conforme edital de seleção publicado em 09/02/2026, a Adufmat-Ssind divulga as INSCRIÇÕES HOMOLOGADAS E SELECIONADAS PARA ENTREVISTA NESTA TERÇA-FEIRA, DIA 24/04/2026, COMO PARTE DO PROCESSO SELETIVO PARA ASSISTENTE DE SUBSEÇÃO EM SINOP:
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SÂMELA LAUANE BENTES DA SILVA |
Selecionada para entrevista |
08 as 09hs* |
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LUIZE MIRANDA MUNIZ DE AGUIAR CUSTODIO |
Selecionada para entrevista |
09 as 10hs* |
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JENNIFER ELAINE GROTH COUTO |
Selecionada para entrevista |
10 as 11hs* |
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JULIENI BIANCHI MORAIS |
Selecionada para entrevista |
13 as 14hs* |
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LARISSA PEREIRA DOS SANTOS |
Selecionada para entrevista |
14 as 15hs* |
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LEIANE DA SILVA ASSIS |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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POLIANNY GONÇALVES DE LIMA |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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EMANUELE CRISTINA FARIA MENDES |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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LETICIA STEFANIE ARAÚJO TOBIAS DO NASCIMENTO |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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RAYLANDER ALMEIDA DOIA |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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LEANDRO JOSE DE OLIVEIRA |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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AMANDA LOPES MAGALHÃES |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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AARON LIMA CÂMARA DA SILVA |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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GILSON VILACA GAZZIERO |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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THIAGO KAISER THOMAS |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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EDSON LAERTE KOHNLEIN CASADO |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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GUSTAVO HENRIQUE SANTOS FREITAS |
Desclassificado na análise curricular comparativa. |
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As entrevistas serão realizadas conforme cronograma na sub-sede da Adufmat, no campus da UFMT em Sinop.
Cuiabá (MT), 23 de fevereiro de 2026
EDITAL DE SELEÇÃO PARA ASSISTENTE DE SUBSEÇÃO DA ADUFMAT - SEÇÃO SINDICAL DO ANDES-SN, SUBSEÇÃO SINOP
A Diretoria da Adufmat-Ssind, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para a seleção de 1 (um/uma) Assistente de Subseção para atuar na Subsede Sinop da Adufmat-Ssind.
A vaga se destina a um(a) profissional que desempenhará suas atividades na Subdsede da Adufmat-Ssind, situada na cidade de Sinop (MT), em regime presencial de 40 horas semanais, períodos matutino e vespertino. A vaga será de ampla concorrência, com primazia para perfis de mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIA+, quilombolas e/ou com deficiência. As provas e entrevistas serão realizadas na cidade de Sinop (MT).
1. DO CARGO E ATRIBUIÇÕES
Cargo: Assistente de Subseção
Modelo de Contrato: CLT
Carga Horária: 40 horas semanais
Horário do Expediente: 7h30 às 11h30; 13h30 às 17h30
Local de atuação: Subsede da Adufmat-Ssind em Sinop (MT)
Remuneração Inicial: R$ 2.651,90 + VT + VA
Atribuições:
● Organizar o seu local de trabalho, mantendo-o limpo e funcional;
● Recepcionar visitantes de toda e qualquer natureza e manter contatos de interesse do sindicato, realizando o seu acolhimento tanto nas atividades ordinárias como nos eventos;
● Redigir e distribuir correspondências;
● Digitar e reproduzir correspondências e outros documentos, dentre eles ofícios, informes, relatos de reuniões, de Assembleias Gerais ou de outros eventos de interesse do sindicato;
● Expedir correspondências;
● Receber, selecionar, ordenar, encaminhar e arquivar documentos;
● Preparar e secretariar reuniões e assembleias;
● Controlar entrada e saída de documentos, organizando o seu fluxo;
● Organizar e acompanhar o sistema de recebimento e divulgação das comunicações verbais e não verbais do Sindicato;
● Atender as demandas dos docentes durante reuniões, Assembleias Gerais e votações, atuando ainda na organização de encontros, congressos, colóquios, atos políticos, dentre outros;
● Organizar a agenda do Sindicato;
● Realizar tarefas de comunicação digital;
● Executar outras tarefas para atender necessidades do Sindicato e inerentes à sua função;
● Executar outras tarefas de mesma natureza e mesmo nível de dificuldade.
● Atendimento ao público em geral, seja ele presencial ou virtual.
2. REQUISITOS MÍNIMOS
● Ensino Médio completo;
● Conhecimento de informática;
● Conhecimento de aspectos técnicos de redação de correspondência oficial.
3. ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO
3.1. Inscrições
● Período: 10/02/2026 a 19/02/2026;
● Por e-mail, com envio da ficha de inscrição e documentação exigida, para o email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.;
● Documentos necessários:
○ Ficha de Inscrição devidamente preenchida (baixe aqui);
○ Currículo atualizado;
○ Documento de identificação;
3.2. Homologação das Inscrições
Divulgação das candidaturas homologadas: 20/02/2026 (no site da Adufmat-Ssind)
3.3. Análise de currículo (Eliminatória)
Resultado: 23/02/2026 (no site da Adufmat-Ssind)
3.4. Prova prática e entrevista, por ordem de inscrição (Eliminatória e classificatória)
Data: 24/02/2026, manhã ou tarde.
● Prova Prática: Elaboração de comunicação formal para docentes com base em um tema fornecido.
● Entrevista
● Local: Subsede Sinop (Campus Sinop da UFMT)
3.5. Resultado Final
Divulgação: 25/02/2026, pelo site da Adufmat-Ssind (https://www.adufmat.org.br/)
4. DISPOSIÇÕES FINAIS
● A(o) candidata(o) aprovada(o) assumirá o cargo imediatamente após a conclusão do processo de admissão.
● A Adufmat-Ssind reserva-se o direito de, a seu critério, alterar o cronograma ou cancelar o processo seletivo, caso necessário.
● Dúvidas e informações adicionais podem ser esclarecidas através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Artigo analisa luta pelo fim da escala 6x1 como enfrentamento à lógica da exploração capitalista
Está disponível o 22º artigo do dossiê “Fim da Escala 6x1 e Redução da Jornada de Trabalho”, que aprofunda o debate sobre os impactos da organização do tempo de trabalho na vida da classe trabalhadora. Leia aqui.
Intitulado “O resgate da vida do trabalhador, subtraída pela apropriação da mais-valia capitalista”, o texto é de autoria de Edivaldo Ramos de Oliveira que contextualiza o surgimento da campanha pelo fim da escala 6x1 no Brasil como uma mobilização social construída a partir das experiências concretas da classe trabalhadora, especialmente daquelas e daqueles inseridos em ocupações de baixa renda.
A pauta, que ganhou visibilidade inicialmente nas redes sociais, extrapolou o ambiente digital e passou a ocupar as ruas, consolidando-se como uma luta coletiva pela humanização do trabalho e pela melhoria das condições de vida.
Dossiê
Com o objetivo de ampliar o debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho, o Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) do Instituto de Economia da Unicamp, a Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho do Departamento de Sociologia da UnB e o site “Democracia e Mundo do Trabalho em Debate” organizaram um dossiê com artigos que abordam o tema sob diferentes perspectivas.
Segundo a chamada para artigos, divulgada em março deste ano, “o objetivo é estimular o debate e abrir espaço para novas visões e diferentes abordagens sobre essas questões. O propósito principal é construir argumentos que contribuam para reforçar a agenda do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho sem redução de salários".
ANDES-SN na luta contra a jornada 6x1
A luta pelo fim da jornada 6x1 e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários é uma das pautas centrais do Plebiscito Popular por Justiça Tributária, organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, em articulação com entidades dos movimentos sindical e social, entre elas o ANDES-SN. O plebiscito obteve mais de 2,1 milhões de votos.
Para fortalecer a divulgação de conteúdos relacionados ao plebiscito e ampliar o debate público sobre o tema, o Sindicato Nacional se soma às demais entidades e canais de comunicação que estão publicando os artigos do dossiê.
Confira aqui todos os artigos já publicados
Fonte: Andes-SN
Carreiras “invisibilizadas” nas universidades pautam novo perfil da série especial do ANDES-SN sobre trabalho docente
A série especial do ANDES-SN, que expõe as desigualdades entre as diferentes carreiras docentes e as condições de trabalho, segue dando visibilidade às realidades vivenciadas nas instituições públicas de ensino do país. Após os dois primeiros perfis publicados na última semana, a cobertura jornalística avança para a experiência de docentes das universidades estaduais, evidenciando os impactos da coexistência de múltiplas carreiras no cotidiano acadêmico.
Múltiplas carreiras
Francisco Rodrigues é professor do Colégio Técnico de Campinas da Universidade Estadual de Campinas (Cotuca/Unicamp) desde 1983 e integra a carreira docente do Magistério Secundário Técnico (MST), uma das seis carreiras docentes da universidade. Segundo ele, as chamadas “demais carreiras” convivem historicamente com uma forte assimetria interna e baixa representatividade nos espaços de decisão.
Foto: Eline Luz/Imprensa ANDES-SN
Rodrigues explicou que todas as carreiras docentes da Unicamp têm ingresso por concurso público, mas diferem quanto às exigências, à estrutura e às condições de trabalho. O Magistério Superior (MS), por exemplo, exige doutorado, atua na graduação e na pós-graduação, conta com cerca de 1.800 docentes e regimes de 12h, 24h e 40h, com carga horária semanal de aula, geralmente, entre 4 e 12 horas.
Já as chamadas demais carreiras docentes incluem o MST, da qual Francisco faz parte, voltado aos colégios técnicos Cotuca e Cotil, com cerca de 170 docentes e jornadas de 10 a 40 horas, podendo chegar a até 70% das 40 horas semanais em sala de aula, o que reduz drasticamente o tempo disponível para pesquisa e extensão.
O docente defendeu uma revisão desse modelo, com a fixação de limites para a carga em sala de aula, que possibilite, de fato, a dedicação exclusiva. “Somos estimulados a participar de atividades de extensão e pesquisa, mas nem sempre encontramos abertura das unidades de ensino superior para uma participação mais profunda e articulada”, relatou.
Francisco Rodrigues contou que há uma proposta de atualização para o MTS, com jornadas de 20h ou 40h, máximo 50% em sala de aula e dedicação exclusiva no regime de 40h.
O Magistério Tecnológico Superior (MTS), por sua vez, atua no ensino superior tecnológico, com 14 docentes e até 30% da carga em aulas e limite de jornada de 40h; o Ensino de Línguas (DEL), conta com 18 docentes e limite de 40% da jornada em atividades didáticas até 40h; o Magistério Artístico (MA), no Instituto de Artes, tem limite de jornada de 40h e máximo de 40% em sala de aula, com nove docentes e carga reduzida de aulas. Por fim, a carreira de Educação Especial e Reabilitação (DEER), com dois docentes.
“Todas as carreiras especiais possuem propostas de atualização, que estão em análise, para maior similaridade com a carreira de Magistério Superior”, contou Rodrigues, explicando que o objetivo é reduzir assimetrias e aproximar as condições de trabalho dessas carreiras às da carreira MS.
Para o docente, essa sub-representação faz com que essas carreiras sejam frequentemente “esquecidas” em normas e projetos institucionais. “Em geral, a comunidade universitária não possui amplo conhecimento sobre a existência de diversas carreiras docentes, o que gera baixa visibilidade de alguns estratos da comunidade docente”, afirmou.
Ele destacou que essa invisibilidade produz uma visão limitada sobre os talentos e as capacidades das e dos docentes que não pertencem ao Magistério Superior e resulta em impedimentos à participação em programas de apoio acadêmico, científico e tecnológico, normalmente formulados com foco exclusivo na carreira MS.
Rodrigues também criticou o modelo de representação no Conselho Universitário (Consu), que considera desigual: enquanto docentes da carreira MS podem votar em mais de uma candidata ou candidato no Consu, os das demais carreiras só podem votar em uma candidata ou candidato, apesar de representarem um conjunto diverso e numeroso. Para o professor, ampliar a representatividade é condição essencial para enfrentar desequilíbrios históricos e garantir maior equidade entre as carreiras docentes da universidade.
A experiência de Francisco Rodrigues não é um caso isolado e dialoga com a realidade de docentes de diferentes regiões do país, marcada por desigualdades históricas nas condições de trabalho, assimetrias de carreira, cortes orçamentários e sobrecarga de funções.
Para o ANDES-SN, o enfrentamento dessas desigualdades passa pela defesa de uma carreira única, de condições dignas de trabalho e de financiamento público adequado, elementos centrais para garantir ensino, pesquisa e extensão de qualidade e socialmente referenciados.
*Este texto integra uma série de perfis sobre as realidades do trabalho docente nas instituições públicas de ensino. Os próximos conteúdos serão publicados ao longo das semanas.
Fonte: ANDES-SN
Publicado nesta segunda-feira (3), o oitavo artigo do dossiê “Fim da Escala 6x1 e Redução da Jornada de Trabalho", com o tema “Qual o papel dos sindicatos na luta pelo fim da escala 6x1?”, tem autoria de Ana Paula Colombi, Anderson Campos, Ariella Silva Araujo, Andréia Galvão, Elaine Amorim, José Dari Krein e Patrícia Vieira Trópia. Leia aqui.
Foto: Eline Luz / Imprensa ANDES-SN
O artigo avalia a participação tardia do movimento sindical brasileiro na luta em torno do fim da escala 6X1, promovida pelo movimento Vida Além do Trabalho (VAT). Apesar da redução da jornada de trabalho sem redução de salários ser uma luta histórica do movimento sindical, uma das hipóteses é que os sindicatos se concentram nos assalariados formais mais estruturados, tendo pouca representatividade perante setores informais.
O posicionamento do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, de que a questão deveria ser tratada em convenções e acordos coletivos de trabalho suscitou críticas contrárias à possibilidade de negociar as escalas, sobretudo após a reforma trabalhista. O tema foi incluído na pauta principal das centrais em 1º de maio deste ano, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou favorável à proposta. Outra hipótese é que o VAT incorpora aspectos mais abrangentes do que a redução da jornada e que vão além de uma mudança na legislação, exigindo mudanças culturais.
Dossiê
Com o objetivo de ampliar o debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho, o Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) do Instituto de Economia da Unicamp, a Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho do Departamento de Sociologia da UnB e o site “Democracia e Mundo do Trabalho em Debate” organizaram um dossiê com artigos que abordam o tema sob diferentes perspectivas.
Conforme a chamada para artigos, divulgada em março deste ano, “o objetivo é estimular o debate e abrir espaço para novas visões e diferentes abordagens sobre essas questões. O propósito principal é construir argumentos que contribuam para reforçar a agenda do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho sem redução de salários".
ANDES-SN na luta contra a jornada 6x1
A luta pelo fim da jornada 6x1 e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários é uma das pautas centrais do Plebiscito Popular por Justiça Tributária, organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, em articulação com entidades dos movimentos sindical e social, entre elas o ANDES-SN.
Para fortalecer a divulgação de conteúdos relacionados ao plebiscito e ampliar o debate público sobre o tema, o Sindicato Nacional se soma às demais entidades e canais de comunicação que estão publicando os artigos do dossiê.
Confira todos os artigos já publicados aqui.
Fonte: Andes-SN
Confira os artigos do dossiê "Fim da Escala 6x1 e a Redução da Jornada de Trabalho"
Com a ampliação do debate sobre os temas do fim da escala 6x1 e da redução da jornada de trabalho, o Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB), juntamente com o site “Democracia e Mundo do Trabalho em Debate”, organizaram o dossiê "Fim da Escala 6x1 e a Redução da Jornada de Trabalho", com artigos que abordam as temáticas sob diferentes aspectos.
Foto: Eline Luz/Imprensa ANDES-SN
A luta pelo fim da jornada 6x1 e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário são pautas do Plebiscito Popular por justiça tributária. O Plebiscito Popular é organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, em articulação com entidades de movimentos sindical e social, como o ANDES-SN.
De acordo com a chamada para artigos divulgada em março deste ano, “o objetivo é estimular o debate e abrir espaço para novas visões e diferentes abordagens sobre essas questões. O propósito principal é construir argumentos que contribuam para reforçar a agenda do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho sem redução de salários. Assim, são bem-vindos artigos e/ou ensaios fundamentados em argumentos e reflexões que auxiliem na formulação de estratégias sociais para fortalecer as iniciativas de mobilização em andamento em torno dessas pautas”.
Os artigos que compõem o dossiê são divulgados semanalmente, por um conjunto de sites para ampliar o alcance do material:
1º artigo: “Mercantilização financeirizada da Educação, Ensino Superior a Distância e jornadas de trabalho jamais vistas”, de Roberto Leher e Amanda Moreira da Silva.
2º artigo: “Vivo apenas para trabalhar: os impactos da escala 6x1 na saúde e na vida social de trabalhadoras e trabalhadores”, por Flávia Manuella Uchôa de Oliveira, Clarice Rodrigues Pinheiro, Rafael Macharete, Gabriel Sant’Anna, Mary Zhang e Lucas de Oliveira.
3º artigo: “O impacto da escala 6x1 para a juventude brasileira e a necessidade da redução da jornada de trabalho”, de Débora de Araújo Costa e Ezequiela Zanco Scapini.
4º artigo: “Fim da Escala 6x1 e a Redução da Jornada de Trabalho”, por Daniela Macia Ferraz Giannini.
5º artigo: "Impactos das longas jornadas de trabalho dos entregadores de alimentos por plataformas digitais em sua saúde física e mental", de Laura Valle Gontijo.
6º artigo: “Jornada reduzida para trabalho em turnos ininterruptos de revezamento: avanços, retrocessos e incompreensões”, de Carlindo Rodrigues de Oliveira.
7º artigo: “Fractais do tempo: jornadas, sofrimento e a Grande Demissão no Brasil”, de Cássio da Silva Calvete, Luciane Franke e Tiago Pinheiro.












