Segunda, 27 Abril 2026 00:00

Atualizada às 14h20 de 28/04 para inserção do link para inscrição no evento*

 

Entre os dias 05 e 08/05, para marcar o Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora - 01 de Maio - os Grupos de Trabalho (GT's) da Adufmat-Ssind, Política e Formação Sindical (GTPFS) e Políticas de Classe para questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) realizarão o Seminário "SERÁ O FIM DO TRABALHO? Universidade, IA e Mundo do Trabalho: quais perspectivas?". 

As mesas serão sempre às 19h, no auditório da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind), e contarão com a participação de debatedores locais e nacionais, como os professores Márcio Pochmann e Plínio de Arruda Sampaio Jr., ambos da Unicamp, da professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Adriana Penna, e do professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Rodrigo Castelo.

O evento é aberto, gratuito e terá certificação para aqueles que paticiparem de no mínimo 75% das atividades.

Clique aqui para fazer sua inscrição.

Confira, abaixo, o convite apresentação dos GT's e a programação completa:     

 

CONVITE DO GTPFS E GTPCEGDS DA ADUFMAT

 

Como expressão da luta histórica pela redução da jornada de trabalho, o dia 01 de maio é um símbolo do calendário da classe trabalhadora. Nesse dia, trabalhadores do mundo inteiro unem-se para celebrar a data, realizar atos políticos e para apresentar e defender suas pautas de luta.

Em 2026,  o dia 01 de maio, no Brasil, será palco novamente de intenso debate pela redução da jornada de trabalho, dessa vez,  pelo fim da Escala 6x1, pauta amplamente presente no seio da classe trabalhadora, que se encontra tramitando no congresso nacional e que conta apoio massivo dos trabalhadores.

O fim da Escala 6x1, os ataques ao trabalho protegido, a sequência de contrarreformas que atentam contra o direito dos trabalhadores, o processo de uberização dos postos de trabalho, a falta de perspectivas, especialmente dos mais jovens integrantes da classe trabalhadora, o crescimento das doenças ocasionadas pelo trabalho, a ilusão do empreendedorismo, as consequências da inteligência artificial, dentre outros, são temas que, na atualidade, exigem da classe que vive do trabalho uma ampla reflexão e uma resposta à altura dos problemas que tais temas provocam.

Como forma de marcar essa importante data e de aprofundar o debate sobre os temas do mundo do trabalho, da sociedade, da universidade, do estado, entre outros, o GTPFS (Grupo de Trabalho Política e Formação Sindical) e o GTPCEGDS (Grupo de Trabalho Política de Classe para Questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual) da ADUFMAT-Seção Sindical do Andes realização, logo  após 01 de Maio - dias 05, 06, 07 e 08/05 -,  a programação abaixo, com convidados nacionais para debater os temas que envolvem o Trabalho. Na ocasião, será feito também o lançamento do último Caderno do GTPFS, Organização e Filiação Sindical: um debate ANDES-SN/CSP-Conlutas.

PROGRAMAÇÃO

Terça-Feira - 05/05, às 19h - Mesa Análise de conjuntura

Rodrigo Castelo (Serviço Social UNIRIO)
Breno Santos (ADUFMAT/Filosofia UFMT)
Lélica Lacerda (GTPCEGDS/Serviço Social UFMT)

Quarta- Feira - 06/05, às 19h - Mesa Mundo do Trabalho, Estado e Sociedade

Adriana Penna (Educação Física UFF)
Patrícia Félix (Sociologia e Ciência Polícica UFMT)
Patrícia ACS (Coletivo Mulheres em Luta MT)

Quinta - Feira-07/05, às 19h - Mesa Universidade, trabalho e Inteligência Artificial

Márcio Pochmann (Economia Unicamp; presidente do IBGE)
Aldi Nestor de Souza (GTPFS/ Matemática UFMT)
Josiane Oliveira (Planejamento UFMT)

Sexta-Feira - 08/05, às 19h - Mesa Quais as perspectivas de futuro se constroem do passado e do presente?

Plínio de Arruda Sampaio Jr (Economia Unicamp)
Alair Silveira – (GTPFS/ Sociologia e Ciência Política UFMT)
Waldir Bertúlio (GTPCEGDS/ Adufmat-Ssind) 

Quinta, 16 Abril 2026 18:07

 

O ANDES-SN realizará, nos dias 22, 23 e 24 de maio, o II Seminário Nacional de Questões Organizativas, Administrativas, Financeiras e Políticas. O evento ocorrerá no Instituto de Geociências (IG), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. As inscrições das representações das seções sindicais devem ser feitas até o dia 8 de maio, por meio do formulário.

O encontro tem como objetivo acumular debates que contribuam para a construção de possíveis mudanças estruturantes na organização política, administrativa e financeira do Sindicato Nacional. O seminário é uma deliberação do 44º Congresso do ANDES-SN e é uma etapa preparatória para o próximo Conad Extraordinário, previsto para novembro deste ano, em Brasília (DF).

Acessibilidade 

A Comissão Organizadora do II Seminário prevê medidas para garantir autonomia de locomoção para as professoras e os professores com deficiência ou mobilidade reduzida. Para isso, as seções sindicais devem informar as e os docentes PCD, por meio do formulário

O prazo também se encerra em 8 de maio. Devem ser informados o nome e o telefone celular da e do docente, bem como as necessidades específicas de acessibilidade e os apoios ou recursos necessários para garantir sua plena participação nas atividades.

Confira as circulares 144/2026, de convocação, e 149/2026, que trata da acessibilidade.

Saiba mais como foi o I Seminário Nacional de Questões Organizativas, Administrativas, Financeiras e Políticas
 

Fonte: Andes-SN 

Quinta, 16 Abril 2026 16:27

 

A Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) e a Frente Parlamentar sobre o Limite dos Juros e a Auditoria Integral da Dívida Pública com a Participação Popular realizam, no dia 5 de maio, o Seminário “Financeirização, Sistema da Dívida e os reflexos das fraudes do Banco Master para a classe trabalhadora”. O evento ocorrerá das 9h às 13h, no Auditório Freitas Nobre, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

O encontro tem como objetivo promover uma análise crítica sobre os impactos da financeirização na economia brasileira e suas consequências para a classe trabalhadora, com destaque para o aprofundamento das desigualdades e os efeitos sobre direitos sociais.

A programação também prevê uma avaliação dos mecanismos que sustentam o modelo econômico atual, conectando o sistema da dívida às implicações vividas pela população, além de denunciar fraudes e discutir alternativas para uma economia a serviço do povo brasileiro.

O ANDES-SN apoia o seminário, que reunirá especialistas no tema, parlamentares, representantes de movimentos sociais, sindicais e da sociedade civil comprometidos com a justiça social.

Participam da mesa o historiador Mathias Seibel Luce, pós-doutor em economia e gestão pela Universidade de Lisboa e docente da Escola de Serviço Social da UFRJ; a deputada federal Fernanda Melchionna (Psol/RS), coordenadora da Frente Parlamentar sobre o Limite dos Juros; Maria Lucia Fattorelli, coordenadora nacional da ACD; e o professor Miguel Bruno, economista, doutor em Ciências Econômicas pela EHESS-Paris e pela UFRJ e pesquisador da ENCE/IBGE, da Uerj e da Faculdade Mackenzie Rio. 

As inscrições podem ser feitas AQUI

 

Fonte: Andes-SN 

Segunda, 03 Novembro 2025 11:29

 

 

Nos dias 5 e 6 de dezembro, o ANDES-SN realizará o Seminário Nacional sobre Carreira Docente e o V Encontro da Carreira EBTT e das Carreiras do Ensino Básico das Iees, Imes e Ides, no auditório da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Campinas (Adunicamp – Seção Sindical do ANDES-SN), em Campinas (SP).

 

 

As atividades são organizadas pelo Grupo de Trabalho de Carreira (GT Carreira), em conjunto com o Setores das Instituições Federais de Ensino (Ifes) e Estaduais, Municipais e Distrital de Ensino Superior (Iees, Imes e Ides) e o Grupo de Trabalho de Política Educacional (GTPE).

O Seminário Nacional sobre Carreira Docente acontecerá na manhã de sexta-feira (5) com a realização da mesa “A luta pelo Piso Salarial Nacional para a Educação Pública”. O evento pretende contextualizar a aplicação do piso nacional e da data-base para toda a categoria docente da educação pública, desde a educação infantil até o ensino superior, em todos os entes federativos. E, ainda, discutir os impactos da reforma Administrativa, que ameaça desestruturar as carreiras e o serviço público, caso seja aprovada.

No mesmo dia, no início da tarde, será realizado o V Encontro da Carreira EBTT e das Carreiras do Ensino Básico das Iees, Imes e Ides, com a mesa “As Políticas Afirmativas no Projeto de Carreira Única do ANDES-SN”. No sábado (6), pela manhã, ocorrerá a mesa II do encontro, “Os itinerários formativos de aprofundamento (IFA) e a luta contra o Novo Ensino Médio (NEM)”. À tarde, as e os docentes se reúnem para discutir os encaminhamentos dos eventos para o 44º Congresso do ANDES-SN, que será realizado em março de 2026. 

Inscrições

As seções sindicais poderão indicar até duas representações para participar dos eventos. As inscrições devem ser feitas até 21 de novembro, por meio do formulário disponível aqui.

Durante as atividades, haverá Espaço de Convivência Infantil. As solicitações devem ser feitas até 21 de novembro, neste formulário aqui. Conforme a Circular 448/25, é necessário anexar o Formulário de identificação da ou do responsável e da criança e o Termo de Autorização – ambos contidos na circular - devidamente preenchidos, assinados e enviados exclusivamente via link.

De acordo com André Martins, 2º vice-presidente da Regional Rio Grande do Sul e da coordenação do GT Carreira do ANDES-SN, o Seminário tem como objetivo “contextualizar a aplicação do piso nacional e de data-base para toda a categoria docente da educação pública”.

Sobre o V Encontro, Martins destacou que, além da discussão sobre o piso salarial nas carreiras, serão debatidas a aplicação de políticas afirmativas no desenvolvimento da carreira e as estratégias de enfrentamento aos itinerários formativos de aprofundamento do Novo Ensino Médio. 

Confira a programação completa na Circular 442/2025 e mais informações sobre o Espaço de Convivência Infantil na Circular 448/2025.

 

Fonte: Andes-SN

Quarta, 19 Março 2025 12:13

 

O II Seminário de Multicampia e Fronteira do ANDES-SN encerrou suas atividades no sábado (15) com uma visita à Terra Indígena (TI) Raposa Serra do Sol, em Roraima, e ao país vizinho, Guiana. O evento foi organizado pelo Grupo de Trabalho de Multicampia e Fronteira (GT Multi-Front) do Sindicato Nacional, em parceria com a Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal de Roraima (Sesduf-RR SSind.).

As e os docentes de diversas instituições de ensino do país tiveram a oportunidade de vivenciar a realidade dos povos originários. Uma viagem de cerca de quatro horas separa a capital Boa Vista da Terra Indígena (TI) Raposa Serra do Sol, é uma das maiores terras indígenas demarcadas no Brasil, com 1,7 milhão de hectares, e abriga uma população de 27 mil indígenas dos povos Macuxi, Wapichana, Taurepang, Patamona e Ingarikó. 

 

Foto: Eline Luz/Imprensa ANDES-SN

 

O grupo de docentes foi recepcionado com a defumação, um ritual de cura e de proteção, seguido por um canto de boas-vindas. Durante a visita, as professoras e os professores puderam conhecer saberes ancestrais preservados pelo povo indígena Macuxi, como a pintura com jenipapo - técnica que utiliza o fruto para criar uma tinta preta na pintura corporal e em utensílios. Também acompanharam a produção de panelas de barro pelas mulheres da comunidade, além da confecção de cestos e de arco e flecha.

 

Foto: Eline Luz/Imprensa do ANDES-SN

 

A indígena Joana destacou a importância da transmissão dos conhecimentos tradicionais. “Estamos fazendo uma pequena exposição das panelas de barro e outros artefatos como forma de preservar a cultura ancestral dos povos indígenas. É um trabalho que aprendi desde cedo e hoje repasso para meus filhos, netos e para aqueles que vêm compartilhar esse momento”, disse.

As e os docentes também acompanharam o preparo de um prato típico da região, a damurida - um caldo quente e picante feito com peixe, tucupi, pimentas, verduras e beiju de mandioca. A programação incluiu um passeio pela comunidade, onde as e os participantes puderam conhecer mais da estrutura do local, que conta com a Escola Estadual Indígena José Viriato, fundada em 1970, e um almoço com comidas típicas. 

 

Foto: Eline Luz/Imprensa ANDES-SN
 

De lá, o grupo seguiu para a fronteira entre as cidades de Bonfim (RR) e Lethem, na Guiana. Durante o trajeto, o professor Antônio Carlos Araújo, presidente da Sesduf-RR SSind., compartilhou experiências sobre a vivência em uma região fronteiriça e os desafios enfrentados nas atividades de extensão e pesquisa.

Segundo o presidente da seção sindical, a experiência proporcionou um importante intercâmbio de saberes e reforçou a necessidade de fortalecer as lutas em defesa da educação pública e dos direitos dos povos indígenas. 

"Enfrentamos diversas dificuldades, mas conseguimos superá-las com o apoio da base e da direção do Sindicato Nacional que sempre estiveram dispostos a colaborar na organização do seminário. Nestes dias, discutimos a multicampia, os desafios das fronteiras e os impactos das políticas de ensino sobre quem depende da estrutura pública das universidades federais e estaduais. Além disso, reforçamos o debate sobre o modelo de universidade que queremos, considerando as particularidades das regiões de fronteira”, afirmou o docente, que destacou uma mesa específica do seminário em que todas as seções sindicais puderam relatar suas realidades e desafios.

 

Foto: Eline Luz/Imprensa ANDES-SN
 

Araújo também agradeceu o esforço das e dos docentes, que vieram de diferentes partes do país, enfrentando deslocamentos longos e complexos. “Essa participação expressiva foi fundamental para o sucesso do evento e deve servir de exemplo para futuras edições”, ressaltou. 

Para José Sávio Maia, 2º vice-presidente da Regional Norte II do ANDES-SN e da coordenação do GT Multi-Front, o evento foi uma experiência riquíssima para as e os participantes.

“As atividades foram organizadas de forma que pudéssemos conhecer o funcionamento dos três campi da UFRR, mas, principalmente, por termos participado de uma atividade que permitiu uma imersão durante um dia inteiro em uma comunidade indígena na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, com direito a várias oficinas e almoço com traços de sua cultura oferecidas por membros da comunidade (Makuxi e Wapixana), seguida por uma visita à cidade de Lethem, na Guiana, onde pudemos experienciar algumas das modalidades de deslocamentos pela Amazônia: estradas de terra, balsas e ‘trancas’ de portões nas regiões de fronteiras, locais onde pode acontecer, tudo, menos a regularidades dos relógios”, avaliou. 

 

Foto: Eline Luz/Imprensa ANDES-SN

 

Seminário

O II Seminário de Multicampia e Fronteira do ANDES-SN ocorreu de 13 a 15 de março em Boa Vista (RR) e contou com a participação de mais de 70 docentes vindos de diversas regiões do país. O evento é uma deliberação do 67º Conad, realizado no ano passado em Belo Horizonte (MG). 

 

Fonte: Andes-SN

Quarta, 12 Março 2025 16:29

Atualizada às 17h50 do dia 26/03/25 para inclusão do link da gravação do evento*

O modelo produtivo do agronegócio representa riscos para o surgimento de novas pandemias? 

Na próxima terça-feira, 18/03, às 19h, o auditório do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFMT) recebe o professor Allan Campos Silva (USP) para um debate essencial sobre o tema. Ele é tradutor e prefaciador do livro "Pandemia e Agronegócio: Doenças Infecciosas, Capitalismo e Ciência", do biólogo e epidemiologista norte-americano, Rob Wallace. 

A obra explora uma relação analisada por Wallace há cerca de 20 anos: o aumento desenfreado do confinamento de animais para produção de alimentos em locais onde compartilham raça, idade e sistema biológico, cenário de total desequilíbrio e, consequentemente, perfeito para o desenvolvimento de microrganismos, contágios e mutações.

Geógrafo, doutor em Geografia Humana com ênfase em Geografia da População, do Trabalho e da Saúde, o professor Allan Campos Silva, que também é membro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), se dedica á pesquisas relacionadas aos temas saúde pública, agronegócio, modernização brasileira, doenças ocupacionais infecciosas, migrações e refúgio.

Com apoio da Pós-Graduação em Geografia, Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Instituto de Saúde Coletiva e Aufmat-Ssind, este evento presencial busca ampliar o debate sobre as conexões entre modelos produtivos e a emergência de pandemias, como a COVID-19.

O evento será gratuito e aberto a todos os interessados. Acompanhe online aqui

Segunda, 06 Novembro 2023 16:13

 

Circular nº 353/2023

Brasília (DF), 29 de setembro de 2023

 

Às seções sindicais, secretarias regionais e à(o)s diretore(a)s do ANDES-SN

Assunto: Convocação para o I Seminário Nacional sobre Abolicionismos Penais, Poder Punitivo e Sistema de Justiça Criminal e o III Seminário Nacional Integrado do GTPCEGDS do ANDES-SN (V Seminário Nacional de Mulheres do ANDES-SN; IV Seminário Nacional de Diversidade Sexual e V Seminário Nacional de Reparação e Ações Afirmativas).

 

Companheiro(a)s,

 

Cumprindo deliberação do 41º Congresso do ANDES-SN, realizado no período de 06 a 10 de fevereiro de 2023, em Rio Branco-AC, convocamos as seções sindicais para o I Seminário Nacional sobre Abolicionismos Penais, Poder Punitivo e Sistema de Justiça Criminal e o III Seminário Nacional Integrado do GTPCEGDS do ANDES-SN (V Seminário Nacional de Mulheres do ANDES-SN; IV Seminário Nacional de Diversidade Sexual e V Seminário Nacional de Reparação e Ações Afirmativas), a ser realizado no município de São Cristovão-SE, sediado pela ADUFS Seção Sindical, nos dias 23, 24, 25 e 26 de novembro de 2023.

Sobre o período do III Seminário Integrado, justificamos as datas considerando as diversas agendas do ANDES-SN e os choques de agenda com outros seminários e eventos do Sindicato Nacional.

Ressaltamos a necessidade da confirmação da participação da(o)s representantes das seções, por meio do preenchimento do formulário disponível no link: https://forms.gle/Xf8QVA6JMTozbtX79, até às 18h do dia 10 de novembro de 2023 (sexta-feira).

Na oportunidade, encaminhamos a programação do seminário, a qual está em fase de confirmação dos nomes do(a)s palestrantes.

Sem mais para o momento, renovamos nossas cordiais saudações sindicais e universitárias.

 

 

 

Profª. Francieli Rebelatto

Secretária-Geral

 

Sexta, 30 Junho 2023 19:27

 

 

O clima seco, árido e de certa forma um pouco hostil de Sinop (479,9 Km de Cuiabá) não foi empecilho para a realização do Seminário “Dos povos originários às cidades amazônicas: saúde e segurança alimentar", que reuniu cerca de 27 coletivos ligados à agroecologia, comunidades indígenas e pesquisadores entre os dias 29 e 30/06, na subsede da Adufmat-Ssind., no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

 

A intenção foi reunir as entidades e demais interessados na temática para debater e articular propostas que sejam capazes de influenciar e até mudar o modelo produtivo atual, baseado no latifúndio e na monocultura, que tem destruído a terra, o meio ambiente e, consequentemente, a vida no planeta.

 

Por que nos deixamos envenenar? Foi uma das questões trazidas pela pesquisadora Márcia Montanari, que além de nutricionista e doutora em Saúde Coletiva, é diretora da Adufmat-Ssind, uma das entidades realizadoras do evento.

 

 

Junto ao professor Wanderlei Pignati, companheiro de estudos no Núcleo de Estudos Ambientais, Saúde e Trabalho do Instituto de Saúde Coletiva da UFMT (NEAST), Montanari demonstrou como resíduos químicos prejudiciais à saúde, resultantes do uso dos agrotóxicos, estão presentes em níveis preocupantes na água dos rios e das chuvas, no solo, nos animais, nos produtos agrícolas, na alimentação e até no leite materno.

 

“Mato Grosso não tem área livre de resíduos químicos”, lamentou a docente, concluindo que até as produções orgânicas estão sendo afetadas pelo uso indiscriminado de agrotóxicos, que muitas vezes extrapola os limites já permissivos estabelecidos pela legislação brasileira.  

 

O professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sebastião Pinheiro, provocou reflexões acerca da questão “o que é necessário fazer para mudar o que aí está?”. Como engenheiro agrônomo de formação, percorreu diversas regiões do mundo estudando o meio rural e sua posição é muito clara: é preciso valorizar e acompanhar a sabedoria indígena.     

 

Para Pinheiro, conhecimento, educação e compromisso devem ser os eixos de resistência e da luta para transformar esse a sociedade.

 

Antônio Carneiro, biólogo e militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmou que a Reforma Agrária foi necessária para o desenvolvimento do capitalismo, mas hoje não é mais. Por este motivo, há tanta resistência no Brasil de realizar a distribuição de terras já feita em diversos países capitalistas, como nos Estados Unidos da América. “Agora, é o modo industrial burguês que está desenvolvendo o campo”, afirmou.  

 

Para Carneiro, a Reforma Agrária brasileira deve estar diretamente ligada à agroecologia e ao cooperativismo, com incentivo público, porque as dificuldades do campo fazem os trabalhadores abandonarem as terras logo nos primeiros anos.

 

Na quinta-feira (29), primeiro dia de atividades, representantes dos povos Ikpeng, Kaiabi, Kayapo, Yudja e Trumai falaram sobre os desafios com relação à segurança alimentação nas aldeias.

 

 

“A natureza era rica antes, hoje a oferta é difícil em território demarcado, limitado. Acabou a ampla variedade de alimentos. A maior oferta de alimentos hoje é industrializada” afirmou o cacique Managu Ikpeng. Além da limitação das terras, o uso de agrotóxicos, especialmente por meio de pulverização, contamina a floresta matando ou envenenando o alimento. Pesquisadores encontraram resíduos químicos até mesmo nas plantas medicinais utilizadas por indígenas. A solicitação de análise foi das próprias comunidades, que perceberam alterações no efeito dos chás medicinais.        

 

Ao final do evento os presentes produziram uma Carta, na qual registraram a fundação do Fórum Coletivo Territórios Amazônicos, bem como os principais objetivos e reivindicações do grupo.

 

Nos próximos dias, a Adufmat-Ssind produzirá materiais com mais detalhes dos importantes dados apresentados durante o evento, e disponibilizará vídeos com trechos das intervenções após edição para melhoramento das imagens.

 

 

Luana Soutos

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Terça, 27 Junho 2023 11:06

 

A Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind) e o Coletivo Territórios Amazônicos MT (Integrantes de Projetos de Pesquisa e de Extensão, Iniciativas e Coletivos nos Territórios Amazônicos) realizam, nos dias 29 e 30/07, quinta e sexta-feira, o Seminário "Dos povos originários às cidades amazônicas: saúde e segurança alimentar".

                                                                                                             

Segundo a organização, a intenção é fortalecer o exercício de análise, diálogo e proposição de alternativas ao modelo de desenvolvimento econômico vigente. Para isso, serão dois dias intensos de atividades, refletindo sobre os desafios impostos pelos temas crise climática, preservação ambiental, exclusão social, além do resgate da história dos povos originários da região, incluindo ao máximo a enorme diversidade cultural existente na região.

 

Para isso, o evento garantirá a presença de diversas representações indígenas, como os povos Ikpeng, Kaiabi, Kayapo, Yudja, Trumai. Também haverá a participação e contribuição de diversos movimentos sociais e coletivos.

 

A participação é gratuita com emissão de certificado, e a inscrição pode ser feita por meio do formulário disponível aqui, por isso as vagas são limitadas. O evento será presencial, na subsede da Adufmat-Ssind em Sinop (dentro do campus da UFMT), e também haverá transmissão pelo Youtube (acompanhe aqui). 

 

Confira, abaixo, a íntegra da programação e não deixe de visitar a página do evento no Instagram (clique aqui). 

 

Programação 

 

29/06/2023

 

7:30 às 9:00 - Atividade cultural e abertura

9:00 às 9:30 – Segurança Alimentar no Brasil com o Prof. Dr. Renato Maluf (CPDA/UFRRJ)

9:30 às 10:00 – Debate

10:00 às 10:30 Coffee break

10:30 às 12:00 - Territórios Amazônicos MT - Quem somos nós? Apresentação dos coletivos representados no evento

12:00 às 13:30 - Almoço

13:30 às 15:30 - Povos Originários – Roda de Conversa com representantes dos Povos Ikpeng, Kaiabi, Kayapo, Yudja, Trumai (Instituto Raoni) e o Projeto Troca de Saberes (UFMT)

15:30 às 16:00 Coffee break

16:00 às 18:00 - Roda de Conversa – Rachel Carson “A obrigação de suportar nos dá o direito de saber”, Jean Rostand – Efeito dos agrotóxicos na saúde, com o Prof. Dr. Antônio Pignati, Profa. Dra. Márcia Montanari, Profa. Dra, Noemi Galvão (ISC/UFMT)

18:00 às 19:00 - Mostra e feira de arte, artesanato e produtos orgânicos e agroecológicos

 30/06/2023

 7:30 às 8:30 - Atividade cultural

 8:30 às 9:20 – Caminhos para a sobrevivência nos Territórios Amazônicos, com o Prof. e Eng. Agrônomo e Florestal Sebastião Pinheiro (Organização Juquira Candiru Satyagraha)

 09:20 – 9:50 – Coffee break

9:50 às 10:30 – Atualidade da luta pela reforma agrária, a questão ambiental e a Lei Kandir, com o Biólogo Antônio Carneiro Menezes, militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Mato Grosso

10:30 às 12:00 – Debate

12:00 às 13:30 – Almoço

13:30 às 15:30 – Espaço Bem-Viver – Apresentação de coletivos e iniciativas dos Territórios Amazônicos MT – Coletivo Água Vida, Rede de Sementes do Portal, PA Dente de Leão, Mulheres de Fibra, COOPERVIA, Ponto Agroecológico Ramos de Souza, Instituto Amazonas, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Instituto Ecótono (IEco), REPOAMA, Pedra do Índio, Grupo de Intercâmbio em Agroecologia (GIAS) 

15:30 às 16:00 Coffee break

16:00 às 17:30 – Passeio na Matinha (Projeto Arborescer) e no Sistema Agroflorestal Agroecológico (Projeto Gaia – Rede de Cooperação para a Sustentabilidade)

17:30 – 18:00 – Conclusão e leitura do manifesto elaborado durante o evento

18:00 – 19:00 – Encerramento com comercialização solidária – arte indígena, artesanato, alimentos orgânicos e agroecológicos e feira de troca de sementes – com a participação especial da Dona Cida (GIAS), guardiã e animadora de sementes crioulas.  

 

Serviço:

 

O quê: Seminário Dos povos originários às cidades amazônicas: saúde e segurança alimentar.

Quando: 29 e 30/06/2023

Horário: 7:30 às 19:00

Local: ADUFMAT, UFMT Câmpus de Sinop, Sinop, MT

 

 

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Terça, 13 Junho 2023 13:48

 

 

Na próxima sexta-feira (16) tem início o Seminário Nacional sobre a Reorganização da Classe Trabalhadora do ANDES-SN. O evento ocorre no auditório da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), em Mossoró (RN), e vai até domingo (18).

A mesa de abertura começará às 18h, com a participação de representantes de entidades locais e nacionais. Coordenarão a mesa Rivânia Moura, presidenta do ANDES-SN, e Alexsandro Donato, 2º vice-presidente da Regional Nordeste II. Em seguida, ocorrerá o debate “Sindicalismo no serviço público: impasses e perspectivas”, com representantes do ANDES-SN, da Fasubra e do Sinasefe e mediação de Jennifer Webb, 3ª tesoureira do Sindicato Nacional.

No sábado (17), às 9h, os debates girarão em torno da “Crise do Capital e a reorganização da classe trabalhadora”, com Osvaldo Coggiola, encarregado de Relações Internacionais do ANDES-SN, e a docente Virgínia Fontes. Elizabeth Barbosa, 1º vice-presidenta da Regional Rio de Janeiro do ANDES-SN, coordenará a mesa.  Às 14h, se inicia a mesa “Lutas populares, sindicalismo e mercado de trabalho”, com a presença dos docentes Danilo Enrico Martuscelli e Marcos Tavares, e mediação de Alexsandro Donato. Após as discussões, uma homenagem ao docente e diretor do ANDES-SN, Osvaldo Coggiola, está prevista para ocorrer às 16h, junto com uma exposição de livros do próprio.  

Ainda no mesmo dia, acontecerá a o debate “O perfil da classe trabalhadora e os novos desafios”, com a participação das docentes Patrícia Tropia, Ana Procópio e do advogado Cacau Pereira e com coordenação de Lemuel Rodrigues. Na sequência, as e os participantes acompanham a programação cultural do evento.

Encerramento


No último dia do Seminário Nacional sobre a Reorganização da Classe Trabalhadora (18), pela manhã, ocorrerá a plenária de encerramento com o tema “Reorganização da classe trabalhadora: o que fazer?”, a partir das 9h30. Elizabeth Barbosa, Jennifer Webb e Alexsandro Donato conduzem os trabalhos do debate. Em seguida, acontece a mesa de encerramento.

Rota do Cangaço


Antes do início do seminário, na manhã de sexta (16), as e os docentes poderão conhecer um pouco mais da história da passagem de Lampião e seu bando por Mossoró em junho de 1927. As capelas do Bom Jesus e de São Vicente, a Ponte da Estrada de Ferro, Memorial da Resistência, Museu Municipal e o Cemitério de São Sebastião são alguns dos pontos que contam a história da Rota do Cangaço.

Acesse aqui o roteiro da visitação

Confira mais informações na Circular nº159/2023

 

Fonte: Andes-SN